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Paraná

PCPR fortalece inteligência integrada para combater o tráfico e elucidar homicídios

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A atuação integrada e estratégica da inteligência policial tem se mostrado uma ferramenta essencial no combate à violência e à criminalidade organizada. O compartilhamento de informações entre as unidades da Polícia Civil do Paraná (PCPR) tem permitido a identificação de grupos criminosos ligados ao tráfico de drogas e, por consequência, contribuído significativamente para a resolução de homicídios. 

“A atuação da inteligência policial tem sido um dos pilares fundamentais na elucidação de homicídios e no enfrentamento de grupos criminosos relacionados ao tráfico de drogas no Paraná”, destaca a delegada-chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Camila Cecconello.

“A atividade de inteligência permite compreender as disputas territoriais pelo tráfico de drogas e identificar vínculos entre homicídios aparentemente isolados. Assim, a partir do cruzamento de dados e do compartilhamento de informações entre as unidades policiais, é possível mapear lideranças criminosas, entender motivações dos crimes e direcionar as investigações com muito mais precisão”, afirma.

O trabalho conjunto entre a DHPP e outras unidades especializadas, como a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), tem permitido mapear redes criminosas, antecipar ações e fortalecer investigações. Essa atuação coordenada amplia a capacidade de resposta da instituição e contribui diretamente para o aumento da segurança da população.

Em 2023, o Paraná alcançou uma taxa de esclarecimento de 84% dos homicídios registrados, resultado significativamente superior à média de 57,8% verificada nos Estados Unidos no mesmo período, segundo dados do FBI. Em 2024, a PCPR avançou ainda mais, atingindo um marco de 97% de crimes desta natureza elucidados.

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Neste contexto, o enfrentamento ao tráfico de drogas, especialmente ao microtráfico, tem papel decisivo na solução de homicídios, já que grande parte desses crimes está diretamente ligada a disputas territoriais entre grupos — seja por envolver o controle de pontos de venda, o rompimento de acordos internos, o descumprimento de transações ilícitas ou atos de retaliação.

Assim, o trabalho orientado por informações de inteligência, aliado à investigação de campo, tem permitido rastrear o fluxo financeiro do tráfico, apreender armas utilizadas em crimes e enfraquecer as estruturas que sustentam essas facções.

“Enfrentar o tráfico é enfrentar a principal causa estrutural dos homicídios”, destaca a delegada-chefe da Denarc, Ana Cristina Ferreira. “Ao enfraquecer o comércio ilícito de entorpecentes e reforçar a presença do Estado em áreas vulneráveis, reduz-se a influência de facções sobre jovens que frequentemente são cooptados para atividades criminosas”. 

Além do combate direto ao tráfico, a atuação da Denarc busca interromper o ciclo de violência por meio da descapitalização das organizações criminosas, cortando os recursos financeiros que sustentam e permitem a expansão dessas facções. Para isso, a divisão realiza análises financeiras detalhadas, representações à Justiça para bloqueio de bens e valores de traficantes, além da apreensão de bens móveis e imóveis ligados às atividades ilícitas.

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Essa estratégia enfraquece a estrutura econômica do crime, reduz a capacidade de recomposição das organizações e fortalece a presença do Estado em áreas vulneráveis.

TRABALHO INTEGRADO – De forma contínua, o trabalho integrado tem permitido identificar conexões entre homicídios registrados em diferentes regiões do estado, revelando a atuação de facções criminosas que disputam pontos de venda de drogas. Com essa integração consolidada, investigações locais passam a ter alcance estadual, por meio da troca ágil de informações e do uso de bancos de dados compartilhados — o que acelera a identificação de suspeitos e o cumprimento de mandados de prisão.

“O Paraná tem avançado porque trabalha de forma integrada, com informação, técnica e estratégia. Enquanto a perícia materializa a prova, a inteligência identifica o contexto e os vínculos. Juntas, elas formam o alicerce de uma investigação moderna, científica e orientada a resultados”, ressalta Cecconello.

Fonte: Governo PR

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Copel amplia eficiência no Oeste com aporte de R$ 22 milhões em novos alimentadores

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Para garantir mais eficiência no fornecimento de energia na região Oeste do Paraná, a Copel está colocando em operação, neste mês de junho, dois novos alimentadores. As novas redes fazem parte de um investimento de mais de R$ 22 milhões e vão beneficiar milhares de clientes, com energia chegando de forma mais eficiente e segura. Os alimentadores são fundamentais no sistema elétrico, pois transportam a energia desde a fonte até os consumidores finais, como residências, indústrias e comércios.

Com aproximadamente 50 quilômetros de extensão, um dos novos alimentadores vai atender comunidades rurais de Palotina, Assis Chateaubriand e Maripá. A Copel investiu mais de R$ 13,3 milhões para reforçar a eficiência do sistema elétrico nessas localidades, por meio do programa Paraná Trifásico.

Já o segundo alimentador, em operação, interliga os municípios de Palotina e Nova Santa Rosa, com extensão de 35 quilômetros. Nessa nova rede de distribuição a Copel investiu aproximadamente R$ 8,8 milhões. 

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“Com esses novos alimentadores, vamos reforçar o atendimento a toda a região, com uma rede nova e mais robusta, resistente a eventos climáticos. Será uma rede livre de interferências da vegetação, que hoje é um dos principais fatores de interrupção no fornecimento de energia”, explica o gerente-executivo do Departamento de Operações de Campo Oeste da Copel, Carlos Eduardo Galina.

“Além disso, conseguiremos efetuar manobras mais rapidamente, alterando a fonte de fornecimento entre regiões em caso de desligamentos acidentais, o que aumenta a confiabilidade e a continuidade do serviço”, destaca.

Fonte: Governo PR

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