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Exportações de carne suína somam 41,9 mil toneladas em outubro, mas registram leve queda frente a 2024

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Exportações mantêm bom ritmo, mas com leve recuo anual

As exportações brasileiras de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 41,9 mil toneladas até a segunda semana de outubro de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (13) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

No mesmo período de outubro de 2024, o volume embarcado havia atingido 116,3 mil toneladas ao longo de 22 dias úteis. A média diária exportada neste mês ficou em 5,2 mil toneladas, praticamente estável, com queda de apenas 0,09% em relação à média diária registrada no mesmo mês do ano anterior.

Desempenho ainda é considerado positivo, aponta analista

De acordo com Fernando Henrique Iglesias, analista de mercado da Safras & Mercado, embora os números mostrem ligeira retração em relação a 2024, o desempenho do setor segue expressivo no acumulado do ano.

“O Brasil tem ampliado suas vendas, conquistando novos mercados e aumentando o volume exportado para países da América do Sul. Além disso, o foco no mercado asiático continua forte, com destaque para Filipinas, principal destino da carne suína brasileira, seguido por Singapura, Vietnã e Japão”, destacou Iglesias.

Receita total e média diária registram leve retração

O faturamento com as exportações de carne suína somou US$ 105,3 milhões até a segunda semana de outubro de 2025. Em comparação, no mesmo mês do ano passado, a receita total havia alcançado US$ 294,5 milhões.

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A média diária de receita foi de US$ 13,16 milhões, representando uma queda de 1,7% em relação à média observada em outubro de 2024, que havia sido de US$ 13,38 milhões.

Preço da carne suína tem leve queda anual

O preço médio por tonelada exportada de carne suína ficou em US$ 2.512,6 até a segunda semana de outubro, apresentando uma redução de 0,8% frente ao valor médio de US$ 2.531,6 registrado no mesmo período do ano anterior.

A leve retração indica um mercado mais estável, com ajustes pontuais nos preços, mantendo o equilíbrio entre oferta e demanda no cenário internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

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Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

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Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

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Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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