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Paraná

Com R$ 1,8 milhão do Casa Fácil, 96 famílias de Londrina se mudam para residencial

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A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) participou da entrega de chaves dos 96 apartamentos do Residencial Lake da Vinci, nesta terça-feira (30), no município de Londrina. Com aporte superior a R$ 1,8 milhão do Governo do Estado, 92 famílias foram beneficiadas com subsídios nos valores de entrada através do programa Casa Fácil. O empreendimento, que contou com R$ 33,6 milhões em investimentos, foi viabilizado por meio do trabalho conjunto entre o Governo do Paraná, a Caixa Econômica Federal e MRV Engenharia.

O montante estadual foi destinado para ajudar no custeio da entrada das moradias, no valor de R$ 20 mil por família, e visa facilitar o acesso ao financiamento imobiliário. O desconto é concedido ao público com renda de até quatro salários-mínimos, que comprovem não possuir outro imóvel e nem terem sido beneficiadas por programas habitacionais do Poder Público anteriormente.

Além do apoio do Casa Fácil, os compradores puderam utilizar os benefícios do programa federal Minha Casa, Minha Vida, com descontos variáveis de acordo com a faixa de renda, e o saldo do FGTS também pode ser aplicado como parte do pagamento. Com isso, os financiamentos ficam com condições mais acessíveis, com parcelas mensais entre R$ 800 e R$ 1.200, o que representa um custo bem menor que o preço de um aluguel nos dias de hoje.

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Com projeto da MRV, o Residencial Lake da Vinci está situado no bairro Acquaville, zona leste do município, uma região em plena expansão e próximo a diversas comodidades, como escolas, supermercados, posto de saúde e centros comerciais. O condomínio é formado por torres que quatro pavimentos, conta com guarita e áreas de lazer para os moradores, que incluem piscinas adulto e infantil, quiosque com churrasqueira e parquinho.

Os apartamentos apresentam metragens variadas, com tamanhos que vão de 40,82 a 50,70 m², divididos em dois quartos, banheiro, sala, cozinha integrada com área de serviço e uma vaga de garagem individual. Há unidades adaptadas à pessoa com deficiência, além de opções com sacada ou com garden privativo no pavimento térreo.

As moradias, comercializados a partir de R$ 225 mil, são entregues com piso cerâmico nas áreas molhadas, louças no banheiro, bancada de inox na cozinha e tanque em mármore sintético.

VIDA NOVA – Para o funileiro e pintor Maurício Augusto Maiolli de Oliveira e a dentista Mariane Trajano da Silva, de 26 e 28 anos, a moradia própria representa a segurança para o início da vida a dois. O casal, que ainda mora com os respectivos pais, conseguiu adquirir o imóvel com o recurso do programa Casa Fácil Paraná e já não vê a hora de marcar o casamento para mudar para o novo lar.

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“A gente está muito feliz com a realização. É um passo muito grande a conquista do apartamento, um lugar que é nosso, e dar início à nossa vida juntos”, destacou a dentista. Para eles, o subsídio do Estado foi essencial para possibilitar a compra e, agora, o futuro já está repleto de planos. “Ajudou a gente demais nesse início, porque não é fácil começar. A gente já quer trazer as coisas, marcar a data do casamento e mudar pra cá”, completou.

Outra que vai começar uma vida nova no apartamento próprio é a técnica de laboratório Vitória Fernanda Sandoval Dias, de 26 anos. Segundo ela, a idade traz responsabilidades e chega uma hora que é preciso voar sozinho. E, graças ao apoio do Casa Fácil, ela celebra esse importante passo rumo à liberdade e com a tranquilidade de que terá sempre um cantinho para chamar de seu.

“É a melhor sensação da vida, um dever cumprido comigo mesma, é a realização de um sonho. Parece clichê, mas é verdade. E o subsídio fez toda a diferença. A gente que trabalha assalariado sabe que cada centavo é gota de suor, que vale a pena, mas toda ajuda é bem-vinda”, comemorou.

Fonte: Governo PR

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Paraná

MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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