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Prazo de inscrição para o vestibular da UEPG termina nesta terça-feira

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Termina nesta terça-feira (30) o prazo de inscrição para o Vestibular 2025 da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Nesta edição, são ofertadas 1.215 vagas, distribuídas em 43 cursos da graduação. A taxa de inscrição é no valor de R$ 204,00, que pode ser paga até dia 07 de outubro. Os cursos de Licenciatura estão isentos de pagamento. As inscrições devem ser realizadas de forma online pelo sistema da Coordenadoria de Processos de Seleção (CPS).

As provas, marcadas para o dia 14 de dezembro, acontecem nas cidades de Ponta Grossa, Curitiba, Cascavel e Maringá, em dois momentos: pela manhã, são aplicadas as provas vocacionadas; e pela tarde, acontecem as provas de conhecimentos gerais e redação. A abertura dos portões de acesso será às 8h, com fechamento às 8h30 e início das provas às 8h45. No turno da tarde, os portões abrem às 14h e fecham às 14h30, com início das provas às 14h45. Os gabaritos serão divulgados em 14 de dezembro.

Os candidatos podem encontrar mais informações nos manuais disponíveis no site da CPS, onde está disponível o conteúdo programático, bem como gêneros de redação e obras literárias obrigatórias.

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Fonte: Governo PR

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Segurança alimentar e renda: IDR-Paraná implanta hortas domésticas em Campo Largo

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Treze mulheres agricultoras de Campo Largo foram beneficiadas com a implantação de hortas domésticas, por meio do projeto Nossa Gente Paraná Renda Agricultor. A iniciativa da Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) tem como objetivo fortalecer a segurança alimentar, incentivar a geração de renda, promover a saúde mental e a autonomia de mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Por meio do projeto, cada família receberá um total de R$ 6 mil, divididos em duas parcelas. Na primeira etapa, foram repassados R$ 4 mil para a aquisição de materiais, ferramentas e insumos necessários à implantação da horta. Além do apoio financeiro, os participantes receberam orientação técnica para a implantação e condução de uma área produtiva de aproximadamente 100 metros quadrados.

Na segunda etapa, serão repassados mais R$ 2 mil para a compra de mudas de hortaliças (olerícolas) e frutíferas, ampliando a diversidade da produção e fortalecendo a segurança alimentar das famílias beneficiadas.

A produção será destinada principalmente ao consumo próprio, garantindo às famílias o acesso a alimentos frescos, saudáveis e de qualidade. O excedente poderá ser comercializado na vizinhança e em mercados locais, contribuindo para a geração de renda e fortalecendo a autonomia econômica dos participantes.

Além da produção de alimentos, o projeto destaca o papel das hortas como instrumento de transformação social. O cultivo da terra proporciona benefícios que vão além do aspecto econômico, funcionando como uma importante ferramenta de terapia ocupacional e de fortalecimento comunitário.

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O PROJETO – Antes mesmo do início das atividades práticas, o projeto priorizou o fortalecimento dos vínculos entre as participantes. Foram promovidas rodas de conversa e momentos de escuta ativa, criando um espaço de acolhimento, troca de experiências e valorização pessoal. A proposta busca fortalecer a autoestima das mulheres envolvidas, incentivando a construção de redes de apoio e a participação ativa na comunidade.

De acordo com o extensionista do IDR-Paraná de Campo Largo, Vanderlei Perez, os benefícios do projeto vão além da produção de alimentos. “O contato direto com a terra e o acompanhamento do desenvolvimento das plantas contribuem para a redução do estresse, da ansiedade e de sintomas depressivos, condições frequentemente associadas a contextos de vulnerabilidade social”, destaca.

Segundo Perez, o cultivo das hortas proporciona bem-estar, fortalece a autoestima das participantes e cria oportunidades de convivência e aprendizado, favorecendo a saúde mental e a qualidade de vida das famílias atendidas.

CAPACITAÇÃO E SUSTENTABILIDADE – Na etapa de capacitação, as participantes receberam orientações práticas sobre conceitos básicos de agroecologia, técnicas de plantio, produção de mudas e adubação orgânica. As oficinas permitiram que as famílias adquirissem conhecimentos para manter e ampliar a produção ao longo do tempo.

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O modelo adotado prioriza as hortas domiciliares, uma alternativa adequada para famílias que possuem pequenas propriedades e desejam produzir alimentos de maneira sustentável, aproveitando melhor os espaços disponíveis em seus terrenos.

O Projeto Nossa Gente Paraná Renda Agricultor conta com o apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e da Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária de Campo.

Com a iniciativa, o IDR-Paraná de Campo Largo reforça seu compromisso com a inclusão social, a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável, promovendo mais qualidade de vida, autonomia e oportunidades de geração de renda para as famílias beneficiadas. A ação demonstra como a assistência técnica e a extensão rural podem contribuir para a transformação social, fortalecendo comunidades e ampliando as perspectivas de desenvolvimento das famílias em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Governo PR

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