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Agro

Brasil exporta volume recorde de café verde na safra 2018/19

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Por Reuters

Agricultores brasileiros embarcaram um recorde de 37,12 milhões de sacas de 60 kg de café verde no ano-safra de 2018/19, encerrado em junho, 38,1% a mais que na safra anterior, com oferta ampla, impulsionada pela maior produção da história.

De acordo com relatório divulgado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) nesta segunda-feira (8), as exportações de café verde em junho totalizaram 2,58 milhões de sacas, ou 13,6% a mais que em igual período do ano passado.

Os embarques de café arábica representaram a maior parte das exportações em junho, com 2,19 milhões de sacas, 10% a mais que em junho de 2018, mas as exportações do robusta, de 385 mil sacas, registraram a maior taxa de crescimento, figurando 35% acima do mesmo mês de 2018, disse o órgão industrial.

“Conseguimos ampliar a parcela de mercado tanto em mercados tradicionais, como a Europa, quanto em novos mercados na Ásia”, afirmou Nelson Carvalhaes, presidente da Cecafé. Ele disse que o Brasil encerrou a safra 2018/19 com quase 38% do comércio mundial de café.

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Safra 2019/20

Manter o nível das exportações no novo ano-safra vai ser um desafio para o Brasil, uma vez que a produção será menor devido ao fato de o ciclo produtivo bienal do arábica enfrentar um ano de baixa, segundo Carvalhaes.

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Agro

Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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