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Paraná

Mutirão do setor de transportes em Curitiba faz 762 atendimentos

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O mutirão do setor de transportes, realizado nesta sexta-feira (26) em Curitiba, fez 762 atendimentos a trabalhadores e a ofertou mais de 500 vagas de emprego. No evento, foram entregues 374 senhas de atendimento e 188 candidatos foram pré-aprovados para processos seletivos em empresas do setor. Mais de 20 empresas participaram, com oportunidades em funções como manobrista, motorista, conferente de carga, ajudante, operador logístico, operador de empilhadeira, analista de operações e aprendiz, contemplando diferentes perfis e níveis de experiência. 

A iniciativa foi promovida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda, em parceria com o Sest/Senat, foi realizada na unidade das entidades do transportes no bairro Boqueirão e atendeu trabalhadores da Capital e Região Metropolitana.

Para o secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, o resultado mostra o compromisso do Governo do Estado com a geração de emprego e renda. “O setor de transportes não apenas gera empregos, mas mantém o Paraná em movimento, garantindo desenvolvimento econômico e social. O evento mostra como a união entre poder público, iniciativa privada e instituições pode resultar em oportunidades concretas”, disse o secretário. “São centenas de famílias beneficiadas diretamente com esse mutirão”, destacou. 

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Neste ano, o Paraná já realizou 146 mutirões de emprego, que mobilizaram 1.150 empresas e ofertaram 43,2 mil vagas. No total, 42,2 mil trabalhadores foram atendidos, resultando em 16 mil encaminhamentos e mais de 2,3 mil contratações efetivas. 

Na capital, os mutirões tiveram destaque com ações voltadas a diferentes públicos, como jovens, mulheres, migrantes, pessoas com deficiência e trabalhadores 50+. Foram 22 mil vagas ofertadas e cerca de 10,6 mil contratados ou pré-aprovados. As iniciativas descentralizadas em bairros e ginásios também ampliaram o acesso da população, fortalecendo a inclusão e a empregabilidade. 

PARANÁ NA LIDERANÇA – Resultado dessas políticas, o Paraná alcançou a liderança nacional na intermediação de vagas formais em 2025, por meio das Agências do Trabalhador. Entre janeiro e agosto, foram 118.675 contratações efetivadas, segundo levantamento do Ministério do Trabalho. O número representa 28% de todas as colocações feitas no Brasil via Sistema Nacional de Emprego (Sine). 

Fonte: Governo PR

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Estado capacita gestores municipais de Defesa Civil para atendimento de deficientes auditivos

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A Coordenadoria de Defesa Civil Estadual (Cedec) realizou nesta quinta-feira (21) o primeiro workshop de capacitação em língua brasileira de sinais. A atividade teve apoio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) e reuniu 80 profissionais da Defesa Civil da capital, da Região Metropolitana de Curitiba e dos Campos Gerais. 

A ideia é ampliar a linha de atuação para atendimento desse público em situações extremas. Foi apresentada a legislação nacional, a Política de Garantia dos Direitos da Pessoa com Deficiência, noções básicas da cultura surda e normas de atendimento em situações de emergência para este público. Os participantes também receberam treinamento prático sobre algumas expressões importantes em momentos de desastre.

De acordo com o último Censo, o Paraná possui 100 mil pessoas com algum nível de deficiência auditiva, cerca de 10 mil estão na Capital e RMC. “Este é o primeiro de uma série de eventos que faremos em todo o Estado para garantir a preparação e o atendimento adequado. Para isso, envolvemos outras secretarias e as associações de surdos  para nos auxiliar nesse processo”, explica o coronel Ivan Fernandes, coordenador executivo da Defesa Civil

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Para Lígia Klen, coordenadora de projetos da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENES), a comunicação é uma grande barreira a ser superada para que essas pessoas recebam as informações sobre como se comportar diante de um desastre. Segundo a coordenadora, cerca de 90% da população não têm qualquer conhecimento sobre a língua de sinais.

“Essa preocupação da Defesa Civil em promover esse evento e trazer essa pauta de discussões é algo de muito valor. Na tragédia que ocorreu no Rio Grande do Sul, muitos surdos ficaram pedindo a suas famílias por conta dessa falta de comunicação. Precisamos conseguir passar as informações em tempo hábil para que eles não sejam vítimas das tragédias”, declara. 

Identificar e cadastrar pessoas com deficiência em áreas de atenção é uma das orientações repassadas aos agentes municipais de Defesa Civil. O objetivo é incorporar essas informações no plano de contingência para servir de base em momentos de desastres. 

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“Rever práticas como o uso de sirene, alarmes e a dinâmica dentro dos abrigos são algumas realidades revistas a partir desses encontros. A ideia, num segundo momento, é capacitar as coordenadorias municipais para assegurar o primeiro atendimento, seja para fazer perguntas básicas para saber como está se sentido ou indicar o local para onde tem que ir e assim conseguir padronizar esses contatos”, complementa o capitão Julian Waldrigues, que participou do curso.

A gestão dos abrigos também foi um dos assuntos discutidos entre os participantes, principalmente nos casos de média ou longa permanência. “Quando falamos da comunidade surda, existem pessoas que sabem ler ou não, que tem a língua de sinais como a primeira língua, é nosso dever garantir o atendimento igualitário a todos”, completa. 

Fonte: Governo PR

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