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Estado lança portal para esclarecer dúvidas sobre a desestatização da Celepar

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O Governo do Paraná lançou nesta segunda-feira (22) um portal (https://www.cgdsi.pr.gov.br/Pagina/Os-dados-sao-seus) dedicado a reunir informações oficiais e esclarecer dúvidas sobre o processo de desestatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). A iniciativa reforça o compromisso com a transparência e está vinculada ao Conselho Estadual de Governança Digital e Segurança da Informação (CGD-SI), criado pela mesma lei que autorizou o processo.

O portal funciona como um canal para esclarecer dúvidas, principalmente em relação à garantia da proteção dos dados pessoais. Nele, os cidadãos encontram perguntas e respostas sobre o andamento do processo e podem conhecer melhor os objetivos do Governo do Estado com a desestatização. A proposta é garantir que a sociedade acompanhe de forma clara e simples todas as etapas do processo.

No site, há uma informações importantes sobre gestão de dados, fiscalização dos serviços, governança e quais tipos de benefícios serão concedidos aos atuais funcionários da empresa, entre outras questões de interesse da população.

PROTEÇÃO DE DADOS – Um dos principais pontos de esclarecimento é a segurança dos dados dos paranaenses. No site, o Governo do Estado reforça que a mudança no controle acionário da Celepar não altera as regras já consolidadas de proteção de informações pessoais. Isso porque o controlador das informações sempre será o Estado, cabendo à empresa – seja pública ou privada – apenas a função de operadora, conforme estabelece a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Na prática, isso significa que a Celepar apenas processa as informações de acordo com determinações do Governo do Paraná, sem autonomia para usar ou repassar qualquer dado. A legislação brasileira, considerada uma das mais rigorosas do mundo, garante punições severas para qualquer descumprimento.

Exemplos do dia a dia reforçam essa segurança. É o caso de bancos, laboratórios de saúde, instituições de ensino e até o sistema PIX, que já operam dados de milhões de brasileiros no setor privado sem comprometer a confidencialidade das informações.

PROCESSO – Desde a aprovação da lei estadual que autorizou a desestatização, o Governo do Estado contratou assessorias técnicas e jurídicas para conduzir o processo. A audiência pública oficial também já foi realizada. Foram elaborados mapeamentos, laudos de avaliação econômico-financeira (valuation) e o Data Room – um repositório digital que disponibiliza informações detalhadas da empresa a potenciais investidores. Todo o procedimento também está sendo acompanhado pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).

Além disso, o CGD-SI – que é composto por 21 membros de diferentes secretarias e entidades estaduais – terá papel ativo na regulamentação e monitoramento das políticas de governança digital e segurança da informação, garantindo que as diretrizes estaduais sejam respeitadas.

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MODERNIZAÇÃO – A desestatização da Celepar é vista pelo Governo do Estado como uma oportunidade de modernizar os serviços públicos e acelerar a transformação digital. Com a empresa operando em condições de mercado, o Paraná poderá adotar soluções mais ágeis e inovadoras, ampliando a qualidade do atendimento digital aos cidadãos.

Assim como ocorreu em outros setores que passaram pela abertura à iniciativa privada, como telefonia e saneamento, a expectativa é de que o Paraná ganhe em competitividade e qualidade. Com uma Celepar privada, o Governo do Estado poderá buscar dentro da própria companhia ou em outros fornecedores as soluções mais vantajosas para ampliar a transformação digital do poder público.

Fonte: Governo PR

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Alunos de 88 colégios da rede estadual participam do Parlamento Jovem

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Estudantes participaram, nesta terça-feira (2), das eleições do projeto Parlamento Jovem em 88 colégios da rede estadual, distribuídos em 64 municípios paranaenses. A iniciativa, desenvolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), por meio da Escola Judiciária Eleitoral (EJE-PR), conta com a parceria da Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) e proporciona aos alunos vivência prática do processo democrático e do funcionamento das eleições.

Em todo o Paraná, cerca de 26 mil estudantes atuaram como eleitores e 988 concorreram como candidatos-mirins. Para a realização da votação, foram disponibilizadas 238 urnas eletrônicas, entre equipamentos utilizados e de contingência.

Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, o projeto contribui para a formação cidadã dos estudantes ao aproximá-los das instituições democráticas. “A participação no Parlamento Jovem é uma oportunidade singular para que os estudantes vivenciem, na prática, o funcionamento do sistema democrático e do Poder Legislativo. Incentivamos fortemente a adesão dos alunos porque iniciativas como essa fortalecem o protagonismo juvenil, ampliam a compreensão sobre o processo eleitoral e contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e participativos”, afirmou o secretário.

Para o chefe da Seção de Educação para a Cidadania Política (SECP) do TRE-PR, Frederico Rafael Martins de Almeida, o projeto representa uma oportunidade de aproximar jovens da Justiça Eleitoral e incentivar a participação cidadã. “Ao conhecer na prática o funcionamento das eleições e do Poder Legislativo, os estudantes desenvolvem competências relacionadas à cidadania, ao diálogo, à ética pública e à participação política responsável”. 

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CIDADANIA – Segundo ele, o Parlamento Jovem é uma das principais ações de educação para a cidadania política desenvolvidas pelo TRE-PR. “Contribuímos para a formação de novas gerações de eleitores conscientes, participativos e comprometidos com os valores democráticos”, declarou Almeida. 

A coordenadora dos Programas Especiais da Seed-PR, Adriana Rigon Wille, destacou que a iniciativa complementa o trabalho desenvolvido pelas escolas na formação cidadã dos estudantes. “É uma experiência muito rica porque os estudantes vivenciam uma eleição de verdade dentro da escola. Eles organizam as chapas, apresentam propostas, fazem campanha e utilizam a urna eletrônica no processo de votação. Tudo isso ajuda a aproximá-los da democracia e torna o aprendizado muito mais significativo”, afirmou.

NOVIDADES – “A edição de 2026 marca uma nova fase do Parlamento Jovem, resultado de um amplo processo de modernização”, destacou Almeida. Entre os avanços implementados recentemente pelo TRE-PR, estão a criação do Regulamento Oficial do Parlamento Jovem e o lançamento de um hotsite que reúne informações sobre todas as etapas do projeto, incluindo cronogramas, materiais pedagógicos, vídeos explicativos, manuais operacionais, modelos de documentos e orientações destinadas às escolas, Cartórios Eleitorais e Câmaras Municipais.

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Também foram promovidas capacitações para servidores, professores, equipes pedagógicas e representantes das Câmaras Municipais, além da disponibilização de vídeos, checklists, cartilhas e manuais para consulta permanente. Neste ano, as instituições participantes passaram a formalizar a adesão ao projeto por meio de termos específicos, ampliando a integração entre a Justiça Eleitoral e os parceiros envolvidos.

VEREADORES – O Parlamento Jovem permite aos estudantes vivenciarem todas as etapas de uma eleição, de forma semelhante ao que ocorre nas disputas para cargos políticos. Nos meses que antecederam a votação, os alunos participaram de atividades como registro de candidaturas, campanhas eleitorais, apresentação de propostas e debates, utilizando as mesmas regras e procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.

Os estudantes eleitos serão diplomados e empossados como vereadores-mirins em seus respectivos municípios, passando a desenvolver atividades legislativas ao longo do ano. A proposta busca estimular o protagonismo juvenil e ampliar o conhecimento sobre o funcionamento dos poderes públicos e os mecanismos de participação democrática.

Fonte: Governo PR

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