Paraná
Com aporte de R$ 11 milhões, Copel reforça energia em Maringá com 8 novos circuitos elétricos
A Copel está reforçando a rede de distribuição de energia em Maringá, no Noroeste do Paraná, com a construção de oito novos circuitos de média tensão. Com um investimento de R$ 11 milhões, a implantação das novas redes amplia a capilaridade do sistema elétrico na cidade, aumentando a disponibilidade de energia para o crescimento local e reduzindo o risco de desligamentos.
Os novos alimentadores estão vinculados à subestação Morangueira, energizada no final de 2024 com investimento de R$ 44 milhões. A unidade opera em 138 mil volts e adicionou 60 MVA (megavolt-amperes) de potência de transformação ao sistema que abastece a região norte de Maringá, para o atendimento direto a cerca de 35 mil imóveis. Construída em modelo abrigado, a Morangueira utiliza tecnologias modernas para a operação remota e o controle de segurança dos equipamentos.
Dos oito novos circuitos, um já está concluído e outros sete estão com obras em execução, com previsões gradativas de entrega até dezembro deste ano.
O gerente regional de Construção e Redes, Hugo Cézar Lozano Lima de Araújo, explica que a ampliação dos circuitos reforça a confiabilidade do sistema. “É uma soma de investimentos para trazer ainda mais qualidade no fornecimento de energia. Eles reduzem as chances de interrupção nos serviços de energia elétrica e vão proporcionar mais opções para trabalharmos em situações emergenciais”, afirma.
INVESTIMENTOS REGIONAIS E ESTADUAIS – As obras em Maringá fazem parte de um conjunto mais amplo de investimentos da Copel no Noroeste do Estado. Ao todo, estão em andamento a construção de sete novas subestações de energia e a ampliação de outras 19 unidades na região, com R$ 276 milhões em investimentos.
Em todo o Paraná, a companhia aplica neste ano R$ 2,5 bilhões em obras de modernização e reforço do sistema elétrico, o maior volume da história da empresa e 19% superior ao recorde registrado em 2023.
De acordo com o presidente da companhia, Daniel Slaviero, estes investimentos têm o principal objetivo de levar energia de qualidade e elevar a eficiência na prestação de serviços a todos os clientes. “Energia disponível e de qualidade é um diferencial competitivo e de fortalecimento econômico. O Paraná hoje desponta como a quarta maior economia do país, e estamos comprometidos a dar suporte para este crescimento”, destaca Slaviero
Fonte: Governo PR
Paraná
A partir de denúncia do MPPR, Judiciário impõe diversas medidas cautelares contra vereadora de Londrina investigada por maus-tratos contra animais
A pedido do Ministério Público do Paraná, a 5ª Vara Criminal de Londrina, no Norte Central do estado, determinou a imposição de medidas cautelares contra a vereadora investigada e denunciada por diversos ilícitos ambientais cometidos enquanto esteve à frente da Associação Defensora dos Animais de Londrina (ADA Londrina), entidade privada sem fins lucrativos que, a partir de ação proposta pelo MPPR, passa por intervenção judicial. A liminar, expedida na última terça-feira, 26 de maio, responde a pedido feito em denúncia pela 20ª Promotoria de Justiça de Londrina – a ação penal já foi recebida pelo Judiciário.
Áudio da Promotora de Justiça Révia Aparecida Peixoto de Paula Luna
Entre as determinações da liminar, está a proibição de se aproximar da sede da ADA e de manter qualquer tipo de contato com as testemunhas do processo judicial, além do impedimento de manter a guarda de animais, devendo a vereadora entregar imediatamente todos os cães e gatos atualmente sob seus cuidados à equipe de bem-estar animal de Londrina.
Reiteração de conduta – Após receber denúncia anônima e verificar nesta quarta-feira, 27 de maio, que alguns animais haviam sido retirados da chácara mantida pela vereadora, a autoridade policial instaurou novo inquérito para apuração de possíveis crimes de maus-tratos contra animais. Tal fato, na avaliação da Promotoria de Justiça, demonstra a reiteração de conduta criminosa da acusada, que, mesmo respondendo a processo criminal por maus-tratos contra cerca de mil animais e após proibições impostas no âmbito cível, continua mantendo animais em condições inadequadas e dificultando a apuração dos fatos e o resgate dos cães e gatos.
A ADA, que chegou a abrigar cerca de mil animais, é atualmente gerida pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-Londrina). O pedido de intervenção foi requerido diante dos indícios de maus-tratos e de desvios de recursos públicos e doações da população destinadas à entidade. As condutas criminosas praticadas, em tese, pela parlamentar teriam ocorrido entre 24 de janeiro de 2019 e 13 de maio de 2025.
Processo 0084010-74.2024.8.16.0014
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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