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JBS supera 120 mil tags de rastreabilidade entregues a pecuaristas no Pará

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Programa Acelerador JBS entrega mais de 123 mil tags

A JBS, por meio do programa Acelerador JBS, alcançou a marca de 123.765 tags (brincos) entregues gratuitamente para rastreamento individual de rebanhos no estado do Pará. Do total, 65.902 já foram aplicadas em bovinos de 89 propriedades rurais.

O avanço permitiu à unidade da Friboi em Marabá realizar o primeiro processamento de animais rastreados individualmente no estado, um marco inédito para a cadeia pecuária local.

Primeiro lote rastreado chega à Friboi Marabá

O lote inaugural de 20 machos registrados individualmente, proveniente de uma fazenda de Marabá, foi monitorado por uma plataforma do Programa Pecuária Sustentável do Pará, garantindo rastreabilidade completa do produtor até a indústria.

Vinicius Lima, da Apoema Agro, fornecedor do lote, destacou a importância do programa:

“O que considero mais interessante é a valorização da nossa produção. Investimentos em genética, tecnologia e bem-estar animal, somados à rastreabilidade, aumentam a competitividade e a prosperidade de toda a cadeia pecuária.”

Lima receberá mais de 2.000 brincos adicionais da JBS para identificar o restante de seu rebanho.

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Investimento de R$ 35 milhões em rastreabilidade

O Acelerador JBS integra o investimento de mais de R$ 35 milhões da companhia em rastreabilidade e apoio a pequenos produtores no Pará. O programa fornece suporte técnico, tags de identificação e ferramentas digitais, incentivando a adesão à Plataforma Pecuária Transparente e reforçando o compromisso da empresa com uma cadeia de fornecimento sustentável.

Fábio Dias, Líder de Pecuária Sustentável da JBS, ressaltou:

“O primeiro processamento de animais rastreados individualmente no Pará reforça nosso compromisso em apoiar os produtores na construção de uma pecuária mais sustentável e transparente.”

A entrega gratuita de tags via Acelerador será concluída até dezembro deste ano.

Programa Pecuária Sustentável do Pará

Lançado na COP28, em Dubai, o programa estadual visa assegurar a conformidade sanitária, fundiária e socioambiental da cadeia produtiva. Por meio de parcerias com instituições públicas, empresas e produtores, o programa promove rastreabilidade e práticas sustentáveis.

Em parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC), a JBS prevê a doação de 2 milhões de tags, principalmente para pequenos produtores, utilizando recursos do Bezos Earth Fund. O programa Acelerador JBS funciona de forma independente dessa doação.

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Além disso, a JBS doou 175 leitores de RFID para a Adepará, fortalecendo a infraestrutura estadual para rastreabilidade.

Suporte da JBS por meio do programa Escritórios Verdes

O programa Escritórios Verdes, lançado nacionalmente em 2021, também apoia a iniciativa. No Pará, a JBS mantém atendimentos em quatro municípios estratégicos: Marabá, Redenção, Tucumã e Santana do Araguaia.

A nível nacional, o Escritórios Verdes já regularizou ambientalmente quase 20 mil propriedades rurais, sendo mais de 4 mil no Pará, reforçando a atuação sustentável da companhia no setor pecuário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz enfrenta travamento nas negociações e pressão nos preços em maio

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O mercado brasileiro de arroz encerrou o mês de maio em um ambiente de forte defensividade, marcado por baixa liquidez, negociações lentas e dificuldade crescente na formação de preços ao longo de toda a cadeia produtiva. O cenário reflete a perda de sintonia entre produtores, indústrias beneficiadoras e varejo, ampliando a fragilidade comercial do setor.

De acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, o fluxo de comercialização segue limitado no mercado físico, com negócios acontecendo de forma pontual e sem presença significativa de compradores. As referências permanecem abaixo de R$ 60 por saca de 50 quilos FOB Rio Grande do Sul, principal estado produtor do país.

Em Santa Catarina, as indicações de preços variam predominantemente entre R$ 52 e R$ 56 por saca, reforçando o movimento de pressão observado no Sul do Brasil.

Segundo o analista e consultor Evandro Oliveira, o mercado atravessa um momento de fragmentação entre os diferentes segmentos da cadeia. Enquanto os produtores tentam evitar novas reduções diante das margens apertadas, a indústria mantém postura cautelosa nas aquisições e o varejo segue pressionando os preços de reposição.

“O setor vive um cenário de travamento operacional, com baixa previsibilidade comercial e dificuldade de alinhamento entre produção, beneficiamento e supermercados”, aponta o consultor.

Produto beneficiado se torna gargalo nas negociações

O arroz beneficiado voltou a ganhar destaque como um dos principais pontos de dificuldade do mercado neste momento. A desaceleração nas vendas no varejo tem reduzido o ritmo das compras por parte das grandes redes supermercadistas, afetando diretamente o escoamento do produto industrializado.

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Segundo agentes do setor, o consumo mais retraído e a maior seletividade dos consumidores têm limitado o giro nas gôndolas em diversas regiões do país. Com isso, os supermercados seguem reduzindo volumes de compra e pressionando ainda mais os preços negociados com a indústria.

Cenário internacional traz sinais mais positivos

Apesar das dificuldades no mercado doméstico, o setor começa a observar fatores externos que podem contribuir para uma melhora gradual do ambiente comercial nos próximos meses.

Entre os elementos considerados mais favoráveis estão as dificuldades competitivas enfrentadas pelos Estados Unidos, a recente valorização dos preços do arroz na Ásia e os riscos climáticos globais que podem impactar a oferta mundial do cereal.

Esses fatores vêm sendo monitorados pelo mercado como possíveis sustentadores de preços no médio prazo, especialmente caso ocorram ajustes na oferta internacional.

Preço do arroz acumula forte queda em 2025

No fechamento do dia 28 de maio, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul — produto com 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista — foi cotada a R$ 59,49.

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O valor representa recuo de 0,13% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, a desvalorização chega a 6,61%. Já frente ao mesmo período de 2025, a queda acumulada atinge 18,87%, refletindo o momento de fragilidade vivido pelo mercado arrozeiro brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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