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Candidatos realizam segunda fase do concurso para Cadete da PMPR em Curitiba

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Neste domingo (14), foi aplicada a prova discursiva do concurso público para ingresso no Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar do Paraná (PMPR). A etapa reúne cerca de 555 candidatos convocados e marca o avanço na seleção que visa preencher 90 vagas para o cargo de Cadete Policial Militar.

Organizado pelo Instituto AOCP, responsável pela aplicação das etapas, o concurso atraiu interessados de diversas regiões do país. O processo é composto por várias fases eliminatórias e classificatórias. Nesta etapa, os candidatos enfrentam uma prova discursiva com quatro questões e uma redação.

Entre os requisitos básicos exigidos, estão: idade máxima de 30 anos no primeiro dia das inscrições, diploma de bacharel em Direito por instituição reconhecida pelo MEC, além de estar em dia com as obrigações militares e eleitorais. Para militares da ativa da própria Polícia Militar, há exceções previstas em edital.

Os aprovados na etapa discursiva seguem para a fase de Prova de Títulos e Experiência Profissional, além de Exames de Capacidade e Sanidade Física, Avaliação Psicológica e Investigação Social.

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O objetivo final do concurso é selecionar os futuros alunos do CFO, que será realizado na Academia Policial Militar do Guatupê (APMG), localizada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Com duração aproximada de dois anos, o curso oferece formação técnica, ética e prática para os cadetes. Durante este período, os alunos recebem bolsa auxílio de R$ 3.994,86, além de R$ 834,74 de auxílio alimentação.

Após a conclusão com aproveitamento, o cadete é declarado aspirante-a-oficial, com subsídio de R$ 8.280,91. Depois de um ano de estágio supervisionado, poderá ser promovido ao posto de segundo-tenente, com remuneração inicial de R$ 13.731,61. 

A realização do concurso representa uma etapa fundamental na formação de novos líderes da corporação, comprometidos com os valores éticos da instituição e com a segurança da população paranaense. Após formados, os oficiais são distribuídos por diversas regiões do estado, onde assumem funções administrativas e operacionais, contribuindo diretamente para as ações da PMPR em prol da comunidade.

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Fonte: Polícia Militar PR

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PCPR, com apoio da PCERJ, prende segundo investigado por crimes praticados contra adolescente em Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu o segundo investigado, de 22 anos, por crimes praticados contra uma adolescente em Curitiba. A captura aconteceu nesta quinta-feira (18), no município de Belford Roxo (RJ), com apoio da Divisão de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).

A prisão é resultado de uma investigação conduzida pelo Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos da PCPR (DRCC), iniciada em 2023, que apura os crimes de estupro de vulnerável em ambiente virtual, induzimento à automutilação, produção e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

A ação desta quinta-feira (18) resultou no cumprimento de um mandado de prisão temporária e dois mandados de busca e apreensão.

Segundo o delegado da PCPR Thiago Pereira Lima, a captura é um desdobramento da operação realizada na última sexta-feira (13), quando outro investigado, de 28, foi preso em Paranaguá, no Litoral do Paraná.

“Embora as prisões façam parte da mesma investigação, a PCPR apurou que os dois investigados não se conheciam, não mantinham qualquer vínculo entre si e atuavam de forma independente em relação à vítima”, explica.

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De acordo com as investigações, os suspeitos mantinham contato com a adolescente por meio da internet e exigiam que ela praticasse atos libidinosos, registrasse as ações em vídeos e encaminhasse os conteúdos aos investigados.

As apurações apontam ainda que o homem preso no Rio de Janeiro exigia que a vítima praticasse atos de automutilação, determinando que realizasse cortes no próprio corpo, escrevesse o nome dele utilizando sangue e registrasse as lesões em vídeos e fotografias.

Conforme a investigação, os fatos ultrapassaram os crimes relacionados à produção e ao armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, resultando na representação pelas prisões temporárias dos investigados pelos crimes de estupro de vulnerável em ambiente virtual, induzimento à automutilação, produção e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

Com o cumprimento do segundo mandado de prisão, a PCPR concluiu a fase operacional relacionada à identificação e localização dos suspeitos. Os investigados permanecem à disposição da Justiça.

Fonte: PJC PR

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