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Paraná

Nova obra emergencial vai conter e estabilizar taludes em rodovias de União da Vitória

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), contratou a obra de contenção e estabilização de taludes da PRC-466 e da PRC-476 em União da Vitória, na região Sul. Os serviços serão realizados em aproximadamente 850 metros das duas rodovias, próximo à Ponte Manoel Ribas, conhecida localmente como Ponte dos Arcos.

No local fica o Morro da Dona Mercedes, uma encosta com altura variando de 50 a 90 metros, conhecido ponto de queda de barreira, cuja situação se agravou nos últimos meses devido às fortes chuvas, inclusive levando a prefeitura a emitir um decreto municipal de situação de risco.

Estão previstos os serviços de escavação de material e demolição com escavadeira equipada com ferramenta especial para rocha no retaludamento do morro, e, em frente à ponte especificamente, o bate-choco, que é a remoção de blocos de rochas soltas utilizando maquinário e ferramentas, com plataforma articulada para serviços até 40 metros de altura, e guindaste para serviços a até 90 metros de altura.

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O pé do talude será protegido com geotêxtil, seguido pela execução de enrocamento e aplicação de concreto projetado. Na PRC-476 também será construído um muro de impacto em gabião entre o talude e a pista. Nos dois trechos ainda serão implantados drenos sub-horizontais profundos na base do morro, para rebaixar o lençol freático e manter a estabilidade da estrutura rochosa.

Nas margens do Rio Iguaçu serão executadas contenções em gabião, para controlar a erosão e melhorar a estabilidade das rodovias. E, por último, podem ser realizados serviços de recomposição do pavimento, drenagem e sinalização viária.

Estas soluções foram definidas em estudo técnico preliminar elaborado pelo DER/PR. A empresa executora dos serviços da obra também vai fazer sondagens e ensaios geotécnicos, e elaborar os projetos de engenharia necessários. O prazo de execução da obra é de 365 dias, com investimento previsto de R$ 31,6 milhões.

DER PRC-466 e PRC-476 União da Vitória

Foto: DER/PR

BLOQUEIO – Atualmente a PRC-476 está interditada para o tráfego de veículos, devido à instabilidade do talude e risco aos usuários. Esta medida está vigente deste 22 de março deste ano.

A PRC-466 opera com uma faixa, em operação pare-e-siga por meio de conjunto semafórico, solução que será expandida durante esta nova obra, assim que forem constatadas condições de segurança adequadas em ambas as rodovias. Este trecho passou por uma tentativa prévia de contenção e estabilização, que não teve o resultado esperado e foi rescindida.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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