Paraná
Inspirado em livro de sucesso, “O Profeta” faz curta temporada no Guairinha
O espetáculo “O Profeta”, inspirado no livro de mesmo nome e um dos mais lidos do mundo, do autor Gibran Khalil Gibran, chega à capital paranaense com apresentações de quinta a domingo (18 a 21), no auditório Salvador de Ferrante (Guairinha).
A montagem, que é assinada por Lúcia Helena Galvão, em parceria com o encenador Luiz Antônio Rocha, estreou nos palcos em 2022 e traz temas como amor, filhos, trabalho, alegria, tristeza e morte, em sua releitura filosófica com 12 ensaios poéticos.
A história desafia o vazio e descortina a beleza da vida em assuntos abordados com a cultura do Oriente.
A obra gira em torno do profeta All Mustafa, que está prestes a embarcar em um navio para retornar a sua terra natal após um ciclo de 12 anos de exílio na cidade de Orfhalese. No dia da partida, antes da chegada de seu navio, os habitantes da pequena cidade pedem a ele que fale sobre as questões fundamentais da condição humana. E assim ele responde com reflexões que, na sua aparente simplicidade, revelam uma compreensão profunda da vida.
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“Foi na busca para melhorar o mundo e o ser humano, por meio do teatro e da filosofia, que surgiu este novo projeto”, diz o diretor Luiz Antônio Rocha.
O músico e cantor libanês Sami Bordokan dá vida ao profeta. Ele, que também é pesquisador de música árabe clássica e folclórica, tem um estilo único de tocar alaúde e cantar, incluindo o místico canto oriental. “Quando fui convidado para participar do monólogo, fiquei receoso, já que ‘O Profeta’ é meu livro de cabeceira desde garoto e sabia da entrega para o papel, mas aceitei o desafio”, diz.
No palco, ele é acompanhado por William Bordokan, que apresenta uma variedade de sons e ritmos, utilizando outros instrumentos ancestrais, como a flauta nay, a rabab e a derbak. Os irmãos ainda assinam a direção musical.
Serviço:
Data: 18 a 21 de abril
Horário: 18, 19 e 20, às 20h; 21, às 19h
Local: Guairinha
Ingressos: a partir de R$ 50,00 + taxas
Duração: 80 minutos
Recomendação: Livre
Ingressos online: Disk Ingressos
Fonte: Governo PR
Paraná
Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.
Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César
Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.
A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.
Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.
Processo 0016498-43.2025.8.16.0013
Notícia anterior:
26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga
Assessoria de Comunicação
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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