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Sanepar avança em parceria para produzir hidrogênio verde com tecnologia europeia

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O diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, e o presidente da empresa alemã Graforce, Jens Hanke, assinaram nesta semana um Memorando de Entendimento (MoU) para avançar com estudos voltados para a implantação no Paraná de uma tecnologia disruptiva de produção de hidrogênio renovável (verde) a partir do biometano gerado em estações de tratamento de esgoto.

A tecnologia inovadora, além de permitir a produção de hidrogênio renovável, considerado como um combustível do futuro, também possibilita a obtenção de carbono elementar, material sólido com elevado valor de mercado e que pode ser utilizado, por exemplo, na composição de biofertilizantes.

O MoU foi firmado na cidade de Kremsmünste, na Áustria, onde a Graforce instalou a primeira planta em escala do mundo a gerar hidrogênio por meio da plasmólise do metano presente no gás natural. A planta está em operação na empresa RAG, líder em exploração, armazenamento e distribuição de gás natural.

Stabile e o especialista em Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Possetti, visitaram o espaço acompanhados por representantes do banco alemão KfW, debatendo os resultados inéditos até então obtidos.

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A Sanepar está em fase de conclusão dos estudos de viabilidade sobre produção de hidrogênio renovável em estações de tratamento de esgoto, em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK-Rio), mediante fomento do governo alemão, por meio do Ministério Federal do Meio Ambiente, Natureza, Segurança Nuclear e Proteção (BMUV) e acompanhamento da empresa pública alemã NOW GmbH.

A partir da nova parceria com a Graforce, os estudos sobre o uso da tecnologia alemã serão consolidados, em continuidade aos termos do acordo de confidencialidade assinado entre as partes em novembro de 2023.

“A Sanepar está atenta aos efeitos globais das mudanças climáticas, bem como à pauta da transição energética sustentável. Nesse sentido, a parceria com a Graforce é muito importante porque o Paraná poderá vir a ter a segunda planta em escala do mundo com a tecnologia da plasmólise de metano, e a primeira dessa natureza a gerar hidrogênio renovável a partir do biometano produzido em estações de tratamento de esgoto”, afirma o presidente da Companhia.

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“Também estamos avaliando conjuntamente oportunidades de negócios nesta área, a qual é muito promissora. É mais um passo da Companhia na perspectiva da economia circular, em que transformamos resíduos em produtos e protegemos o meio ambiente”, complementa.

Stabile cumpre agenda técnica em vários países da Europa até a próxima semana. Dentre os compromissos, ele participará do Global Water Summit, principal evento do setor de água do mundo. A Sanepar foi classificada como uma das quatro finalistas do Prêmio Campeões do ODS 6, do Global Water Awards 2024.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%

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A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.

Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.

Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.

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A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.

Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.

Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.

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Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.

Fonte: Governo PR

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