Paraná
Entrevista da semana trata de gestão e abastecimento da água e dos desafios para a preservação dos recursos hídricos
O MP no Rádio fala nesta edição de água e abastecimento, por conta do Dia Mundial da Água, celebrado recentemente, em 22 de março. Os convidados são os promotores de Justiça Alexandre Gaio e Leandro Garcia Algarte Assunção, que atuam no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo, unidade especializada do Ministério Público do Paraná. Durante a conversa eles abordam a importância do debate a respeito da conservação dos recursos hídricos, a relação disso com a preservação de florestas e áreas verdes e com fenômenos climáticos extremos, e o trabalho do MPPR nesta área.
Programa completo
Bloco 1
Bloco 2
Discriminação racial – A entrevista da semana passada tratou de racismo, por conta do 21 de março, Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, com o promotor de Justiça Saulo Murilo de Oliveira Mattos, do Ministério Público da Bahia.
Podcasts – Os programas de rádio também são disponibilizados nas plataformas Spotify, Apple e Google Podcasts.
Gratuito – O MP no Rádio é uma produção do Ministério Público do Paraná, realizado pela Assessoria de Comunicação do MPPR. As entrevistas podem ser baixadas gratuitamente por qualquer rádio interessada. O programa também pode ser editado, desde que mantido no contexto e devidamente creditado.
Contato – Para envio de sugestões (inclusive de temas), críticas e comentários sobre os programas, os contatos são o e-mail [email protected] e os telefones (41) 3250-4469 e (41) 3250-4249.
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Gaeco de Londrina e Polícia Militar cumprem mandados na Operação Passiflora II, que apura associação criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas
O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, em conjunto com a Polícia Militar, cumpriu nesta sexta-feira, 7 de agosto, cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e de busca pessoal no âmbito da Operação Passiflora II, que apura a atuação de um grupo voltado à prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Autorizadas pelo Juízo das Garantias da 5ª Vara Criminal de Londrina, as ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Londrina, no Norte Central do estado, e Coronel Sapucaia, no Mato Grosso do Sul. A Operação Passiflora é resultado de trabalho integrado de inteligência e investigação entre o Gaeco de Londrina e a Agência Regional de Inteligência do 2º Comando Regional da Polícia Militar.
Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado
A atual etapa das investigações decorre da análise de dados obtidos do telefone celular do principal investigado, apreendido em fase anterior das investigações. Apurou-se que a organização adquiriu e preparou mecanicamente um veículo para a realização do transporte interestadual de drogas. O automóvel foi interceptado na cidade de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul, por equipes do Departamento de Operações de Fronteira, ocasião em que o motorista fugiu e foram apreendidos 350 quilos de entorpecentes (maconha e skank) pertencentes ao grupo.
Funcionamento – As informações já obtidas apontam para a existência de um grupo organizado para o controle de negociação, logística, aquisição, preparo e transporte de substâncias entorpecentes. Além do papel de liderança e coordenação exercido pelo líder da associação, alvo da primeira fase da operação, parte dos integrantes do grupo cuidava da logística e do transporte das drogas, com equipes dedicadas à manutenção mecânica e ao custeio dos veículos e motoristas contratados exclusivamente para viagens de longa distância.
O grupo também tinha contatos diretos com fornecedores baseados em cidades de fronteira com o Paraguai, que atuavam na distribuição dos entorpecentes, e com intermediadores e colaboradores para a comercialização do material ilícito em diversas regiões do país. A apuração demonstrou que os investigados também negociavam e debatiam a produção de drogas com alto valor agregado e maior potencial viciante, vulgarmente conhecidas como “skank”, “ice” e “dry”.
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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