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Duplicação da PR-445 avança na nova pavimentação e recuperação da pista antiga

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), está avançando com a recuperação do pavimento da PR-445 entre Mauá da Serra e Lerroville, distrito de Londrina, na região Norte.

Desde o último dia 20, o tráfego de veículos da rodovia foi provisoriamente desviado para um trecho de cerca de 7 quilômetros da pista nova, permitindo o início dos serviços na pista existente, que incluem remendos profundos nos pontos danificados da base e sub-base da pista, remendos superficiais para tratar de danos somente na camada asfáltica, fresagem, reperfilagem com concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) e nova sinalização horizontal. A interdição atual deve durar até o final de maio.

Operações semelhantes serão planejadas em outros trechos, conforme as faixas de rolamento novas forem sendo concluídas – pouco mais de 60% das pistas novas, em segmentos não contínuos, já foram executadas, estando pendente a sinalização e drenagem superficial, entre outros serviços complementares necessários para garantir a segurança do usuário.

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Outras atividades mais avançadas na obra incluem a implantação de passa-faunas e a realização de programas ambientais, como o resgate e monitoramento de fauna, monitoramento de recursos hídricos e de educação ambiental. Até o momento já foram investidos R$ 49.307.295,42 nesta empreitada.

OBRA – A obra de duplicação da PR-445 tem extensão de 27,07 quilômetros, prevendo uma pista nova com duas faixas de rolamento de 3,60 m cada, em sentido único, e acostamento externo de 2,50 m, separada da pista atual por um canteiro central de 7 m a 9 m de largura e faixa de segurança de 60 centímetros de cada lado, na maior parte do trecho. O investimento total é de R$ 148.032.561,17.

No local onde não será possível o canteiro, as pistas serão separadas por barreira rígida de concreto New Jersey, com faixa de segurança interna em cada lado. A obra inclui ainda novas pontes sobre o Rio Apucaraninha e Rio Santa Cruz, um viaduto no acesso ao município de Tamarana, retornos em nível, e correção da geometria em curvas consideradas críticas.

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Fonte: Governo PR

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Premiação reconhece a Copel entre as melhores do mundo em gestão climática

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A Copel alcançou a pontuação máxima do CDP, sigla para Carbon Disclosure Project, ou Projeto de Divulgação de Carbono, em tradução livre. A companhia passou a integrar a A List, grupo que reúne as organizações com melhor desempenho mundial em transparência e gestão das mudanças climáticas.

A iniciativa é considerada um dos principais bancos de dados globais sobre o tema e serve de referência para investidores avaliarem riscos e oportunidades associados às empresas. A cerimônia de premiação aconteceu nesta terça-feira (14), em São Paulo.

De acordo com o diretor de Governança, Risco e Compliance da Copel, Vicente Loiácono Neto, a conquista é fruto de um trabalho contínuo, consistente e de forte comprometimento com a sustentabilidade. “Ao passar a integrar a A List do CDP, a Copel se posiciona entre as organizações com melhor desempenho mundial em transparência e gestão das mudanças do clima. Trata-se de uma referência global utilizada por investidores na avaliação de riscos e oportunidades associados às empresas”, destaca.

A Copel esteve representada na premiação, em São Paulo, pela superintendente de Sustentabilidade, Luísa Nastari. Segundo ela, a conquista reforça a robustez das práticas adotadas pela companhia. “O CDP é uma das principais referências globais, com critérios rigorosos que consideram governança, gestão de riscos, estratégia, metas e métricas associadas às mudanças do clima”, afirma.

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“Receber esse reconhecimento evidencia a maturidade das nossas iniciativas e contribui para fortalecer a confiança dos investidores na capacidade da Copel de gerir riscos e capturar oportunidades na transição para uma economia de baixo carbono”, acrescenta.

Dentre as ações implementadas pela companhia e que colaboraram para a conquista estão, de acordo com Luísa, o desinvestimento em usinas térmicas e o avanço na governança, com a criação e amadurecimento do Comitê de Desenvolvimento Sustentável.

Previsto no Estatuto Social da Copel, esse comitê é um órgão de assessoramento do Conselho de Administração que monitora as tendências em sustentabilidade, apoiando a integração da agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) ao planejamento estratégico da companhia.

CDP – O CDP é uma instituição sem fins lucrativos fundada em 2000 com o objetivo de estimular a divulgação das emissões de gases de efeito estufa e dos riscos relacionados às mudanças do clima no ambiente corporativo.

A avaliação do CDP é realizada a partir de um questionário detalhado que aborda aspectos como governança climática, gestão de riscos, planejamento estratégico, métricas e metas relacionadas ao clima. Com base nas informações reportadas, as empresas recebem conceitos que variam de F (pior desempenho) a A (melhor desempenho).

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No Brasil, mais de 1.300 empresas participam, incluindo grandes companhias do setor elétrico. A Copel reporta informações ao CDP desde 2009 e, ao longo dos anos, aprimora continuamente suas práticas de sustentabilidade e transparência climática.

Fonte: Governo PR

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