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São Paulo é derrotado pela Ponte Preta e perde invencibilidade no Paulistão

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Em uma partida disputada neste sábado, pela sétima rodada do Campeonato Paulista, o São Paulo enfrentou um revés que encerrou sua invencibilidade na temporada. Jogando fora de casa, o Tricolor não conseguiu superar a Ponte Preta, que se saiu vitoriosa por 2 a 0, com gols de Gabriel Risso e Renato.

Apesar da derrota, o São Paulo mantém a liderança do grupo D com 13 pontos, seguido de perto pelo São Bernardo, que tem 11. A Ponte Preta, com essa vitória, solidifica sua posição como vice-líder do grupo B, alcançando 12 pontos, um a menos que o líder Palmeiras.

O jogo no Moisés Lucarelli começou agitado, com o São Paulo buscando o ataque desde os primeiros minutos. A equipe teve uma chance clara aos cinco minutos, mas acabou desperdiçando. A Ponte Preta, por sua vez, respondeu com rapidez e demonstrou que não seria uma presa fácil, testando o goleiro Rafael em diversas ocasiões.

No segundo tempo, o jogo ganhou em emoção. Apesar dos esforços do São Paulo, foi a Ponte Preta que conseguiu abrir o placar aos 29 minutos, com um belo gol de Gabriel Risso. O São Paulo buscou reagir, mas a Ponte conseguiu segurar a pressão e ainda ampliou o placar com Renato, selando a vitória em casa.

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O resultado é um golpe nas ambições do São Paulo de manter a liderança tranquila de seu grupo, mas o campeonato está longe de acabar. O Tricolor terá a chance de se recuperar na próxima quarta-feira, quando enfrentará o Santos no Morumbi, em busca de retomar o caminho das vitórias. No mesmo dia, a Ponte Preta visitará o Red Bull Bragantino, tentando construir em cima deste importante triunfo.

O São Paulo, agora, tem a missão de se reerguer e mostrar que a derrota foi apenas um percalço em sua trajetória no Paulistão. A Ponte Preta, por outro lado, celebra uma vitória significativa que pode ser crucial na busca pela classificação para a próxima fase do campeonato.

FICHA TÉCNICA

Ponte Preta 2 X 0 São Paulo

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data/Hr: 10 de fevereiro de 2024, sábado, 18h
Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos
Assistentes: Evandro de Melo Lima e Leandro Matos Feitosa
VAR: José Cláudio Rocha Filho
Público: 11.451 pessoas
Renda: R$ 267.530,00
Cartões amarelos: Dudu (Ponte Preta); Galoppo, Diego Costa, Arboleda (São Paulo)

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GOLS: Gabriel Risso, aos 29 do 2ºT, e Renato, aos 46 do 2ºT (Ponte Preta)

PONTE PRETA: Pedro Rocha; Igor Inocêncio, Luís Haquin, Castro, Nilson Júnior e Gabriel Risso; Emerson Santos (Leo Naldi), Ramon (Wesley Fraga), Elvis (Dudu); Iago Dias (Paul Villero) e Dodô (Gabriel Novaes). Técnico: João Brigatti

SÃO PAULO: Rafael; Moreira, Arboleda, Diego Costa e Welington; Pablo Maia (Juan) e Luiz Gustavo (Bobadilla); Wellington Rato (Erick), Luciano e Galoppo (Ferreirinha); Calleri. Técnico: Thiago Carpini

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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