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Paraná

Perguntas da semana tratam de espécies ameaçadas e crimes ambientais

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Nesta semana, a edição do MP Responde traz duas perguntas relacionadas à questão ambiental. O promotor de Justiça Fábio Vermeulen Carvalho Grade, do Ministério Público do Paraná, esclarece dúvidas sobre crimes ambientais e espécies ameaçadas de extinção. Confira:

– É verdade que existem no Paraná espécies ameaçadas de extinção?

– Existem crimes contra o meio ambiente? Quais são?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com aproximadamente um minuto de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou o telefone (41) 3250-4469.

Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify, Apple e Google Podcasts.

Edições anteriores:

– Estou interessado em comprar um terreno. Como posso saber se o loteamento está regularizado?

Leia mais:  Estado adquiriu 5 mil toneladas de alimentos orgânicos para a merenda escolar em 2025

– Quero construir uma casa num terreno que tem algumas árvores. Posso cortá-las para fazer a obra ou isso é proibido?

– Na minha cidade, alguns conselheiros tutelares não cumprem a norma da dedicação exclusiva. Isso é irregular? Pode ser denunciado?

– O Conselho Tutelar da minha cidade sabe que há estabelecimentos que vendem bebida e cigarro para menores, mas não fiscaliza. Desconfio que há conselheiros que fazem vista grossa por terem amizade com os donos desses locais. O que eu posso fazer?

– Uma pessoa da minha família precisa de atendimento psicológico. O SUS fornece esse atendimento gratuitamente?

– Minha filha precisa de um remédio indicado por um psiquiatra. Tenho direito a pegar o remédio de graça no SUS?

Todas as edições

Fonte: Ministério Público PR

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Paraná

MPPR ajuíza ação civil pública para que Município de Quatro Barras adote medidas para sanar irregularidades no atendimento a pessoas com deficiência

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, ajuizou nesta quarta-feira, 1° de julho, ação civil pública para que o Município adote medidas para a garantia de direitos de pessoas com deficiência acolhidas em instituição situada no bairro Jardim Menino Deus. A ação decorre de apuração conduzida em inquérito civil sobre possíveis irregularidades estruturais e assistenciais no atendimento prestado às pessoas acolhidas pela instituição, que é de natureza privada, mas recebe recursos públicos.

Áudio do Promotor de Justiça André Luiz de Araújo

Durante a apuração, relatório de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR) apontou a ausência de condições adequadas de acessibilidade no imóvel, e relatório do Serviço Social do próprio Ministério Público registrou a superlotação da instituição, a falta de vinculação à Rede de Atenção Psicossocial e a inexistência de Projetos Terapêuticos Singulares, instrumentos de cuidado individualizado em saúde mental para os moradores que apresentem quadros como esquizofrenia, demência e doença de alzheimer.

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Antes de ingressar com a medida judicial, o Ministério Público expediu recomendação administrativa ao Município, sem, entretanto, obter resposta satisfatória por parte da administração pública, que alegou, para o não cumprimento das medidas recomendadas, o fato de a entidade ser privada, com fins lucrativos. Na ação civil, entretanto, a Promotoria de Justiça demonstrou que o dever de fiscalizar os serviços de saúde e de assistência social e de garantir atenção psicossocial às pessoas com deficiência é do poder público municipal, ainda que a instituição que preste o serviço seja de natureza privada, sobretudo porque o Município custeia vaga de acolhimento no local.

Em caráter de urgência, o Ministério Público requer que o Município promova em até 30 dias, por meio do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), a vinculação, a triagem, a avaliação e o acompanhamento psiquiátrico de todos os moradores acolhidos, com a elaboração do respectivo Projeto Terapêutico Singular. Na análise do mérito da ação, pede a condenação do Município à obrigação de fazer a fiscalização contínua das adequações de acessibilidade da instituição e manter acompanhamento ininterrupto pela rede pública de atenção psicossocial.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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