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Torcida do Paraná Clube vem deixando a desejar em 2019

Publicado em

Tribuna Paraná Por Juliana Fontes

Ainda desconfiado pelos péssimos resultados de 2018, o torcedor do Paraná Clube ainda não compareceu em grande número na Vila Capanema nesta Série B do Campeonato Brasileiro. O melhor público do Tricolor na competição – e no ano – foi no confronto diante do Operário, no último compromisso do time antes da parada para a Copa América, quando 6.258 pessoas viram o time vencer o Fantasma por 1×0 e ficar mais próximo do G4.

Apesar de o Paraná ainda não ter perdido em casa na Segundona, e o Durival Britto e Silva ter uma capacidade liberada para 17.140 pessoas, faz mais de um ano que o estádio não recebe um público que chegue próximo ao limite máximo. No ano passado, na volta à Série A depois de dez anos, a Vila recebeu 16.772 pessoas na derrota por 4×0 para o Corinthians, no dia 22 de abril. Depois disso, rodada a rodada, os paranistas foram se afastando de casa diante de resultados ruins e sem perspectiva de reação.

Neste ano, a média de público do Tricolor é de apenas 3.258 pessoas por partida, em um total de dez confrontos em casa, o que dá uma ocupação de apenas 19% do estádio. Na segunda divisão, a média é um pouco maior, subindo para 4.472 torcedores por jogo. Os números são tímidos, mas refletem a fase da equipe e podem subir caso o Paraná continue com a boa sequência que vem tendo.

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Contra o Operário, por exemplo, o time vinha de uma vitória no clássico diante do Coritiba por 3×2 e o triunfo fez com que o Paraná chegasse à sétima colocação, com 13 pontos, apenas dois a menos que o quarto colocado. Após a retomada da competição, e caso continue em uma crescente, a Vila Capanema pode em breve repetir os bons públicos conquistados em 2017, na campanha do acesso.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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