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Economia

PIB da Copa América não chega a 10% da economia mundial

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Por Luiz Guilherme Gerbelli, G1

Se a Copa América reúne algumas das melhores seleções do mundo, a realidade não é a mesma quando se faz uma análise econômica dos participantes do torneio. Somado, o peso econômico dos países que estão na competição é de apenas 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Das equipes que jogam a Copa América, a seleção da japonesa é que tem maior relevância. É a terceira maior economia – atrás apenas dos Estados Unidos e da China – e responde por 4,14% da atividade mundial, mostra um estudo conduzido pelo pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), Marcelo Balassiano.

O Brasil é segundo país com maior peso econômico entre as seleções que disputam a competição. Nona maior economia global, o país é dono de uma participação de 2,49% no PIB mundial. Os demais países não chegam a 1% de relevância e não figuram entre as 20 maiores economias do globo.

“Nem sempre uma economia com grande peso vai se traduzir no melhor país”, afirma Balassiano. “É só pegar o caso do Brasil. É a nona maior economia do mundo, mas está cheio de problemas.”

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Sem os países convidados – Japão e Catar –, o quadro seria ainda de mais fraqueza: os dez países restantes da competição representariam apenas 5% da economia global.

A disparidade entre a qualidade do futebol e da relevância das economias fica evidente quando se analisa a posição dos países participantes da Copa América no ranking da Fifa. O Brasil, por exemplo, ocupa a terceira colocação. A seleção do Uruguai está na 8ª posição, seguida por Argentina (11ª), Colômbia (13ª) e Chile (16ª).

Catar é o mais rico por habitante

O recorte econômico dos países participantes da Copa América também mostra que o Catar é o país mais rico que disputa a competição, com um PIB per capita de US$ 116 mil.

“É importante ressaltar que o Catar está nesta posição por causa do petróleo e porque tem uma população bastante pequena, de 2,7 milhões de habitantes”, diz o pesquisador do Ibre/FGV.

Na sequência, estão Japão (US$ 39,3 mil), Chile (US$ 23,1), Uruguai (US$ 20,7 mil), Argentina (US$ 18,3 mil) e Brasil (US$ 14,4 mil).

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Economia

Ministro Márcio Elias Rosa participa de acordo entre ApexBrasil e indústria indiana

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O Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, participa, nesta quinta-feira (27/08), da assinatura de Memorando de Entendimento (MoU) entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Atração de Investimentos (ApexBrasil) e a Confederação das Indústrias Indianas (CII). O acordo estabelece uma estrutura de cooperação para ampliar a aproximação comercial e de investimentos entre Brasil e Índia.

O documento será assinado pela Diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, e prevê o intercâmbio de informações de mercado, o compartilhamento de boas práticas, a promoção de feiras e o fomento à internacionalização de pequenas e médias empresas (PMEs). O memorando, de caráter não vinculante, também cria uma base institucional para o desenvolvimento de projetos conjuntos de atração de investimentos e facilitação de negócios bilaterais.

Agenda estratégica e diálogo com o setor produtivo

Na sede da ApexBrasil, a programação da comitiva indiana inclui apresentação técnica do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República sobre o pipeline de concessões e leilões de infraestrutura pública no Brasil.

A agenda também terá apresentações de panoramas setoriais, com participação de entidades como ABIQUIF, CropLife Brasil, Sindipeças, ABRA, ABIEC e ABIMAQ, para identificar oportunidades concretas de negócios com empresas indianas.

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A missão inclui ainda reuniões em Brasília com o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), além dos ministérios da Fazenda, da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e das Relações Exteriores (MRE).

SERVIÇO

Pronunciamento à imprensa após assinatura de acordo entre ApexBrasil e CII

Data: Quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Horário: 11h às 13h
Chegada da imprensa: 11h15, para posicionamento de câmeras
Local: Sede da ApexBrasil (SGAS 903, Lote 80, Asa Sul, Brasília-DF)
Credenciamento de imprensa: https://forms.gle/y76EXxyebCFqeTrF7
Atendimento à imprensa: [email protected]

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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