Paraná
Consulta pública da 1ª licitação do transporte coletivo da RMC recebeu 181 contribuições
A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) abriu recebeu 181 contribuições na consulta pública da primeira licitação do transporte coletivo metropolitano, uma etapa importante nessa fase externa do processo licitatório. Disponibilizada no site da Amep, a consulta recebeu mensagens e pedidos de usuários do transporte, entidades de classe, sociedade civil organizada e empresas do setor.
Os participantes tiveram acesso aos documentos do processo licitatório, permitindo a expressão de visões e ideias que abrangeram desde sugestões específicas, como a criação de novas linhas ou alteração de itinerários, até propostas mais abrangentes, focadas em melhorias gerais na qualidade do serviço prestado, como a adoção de veículos mais modernos e confortáveis, intensificação da fiscalização e aprimoramento da integração.
As contribuições serão integralmente analisadas no processo licitatório do transporte público da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) ao longo deste primeiro semestre, visando aprimorar significativamente o serviço oferecido, alinhando-o de forma mais efetiva às necessidades dos usuários.
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A licitação do transporte metropolitano é um marco inédito que encerra décadas de operação por meio de permissões precárias. Além de regularizar a concessão, o objetivo fundamental da licitação é promover melhorias substanciais e modernização do serviço para o benefício dos cidadãos. Uma das mudanças significativas é a inclusão de todos os 28 municípios da Região Metropolitana de Curitiba, indo além dos 19 já contemplados, e a Capital. Atualmente, cerca de 70% dos passageiros que se dirigem a Curitiba utilizam a rede integrada de transporte.
O diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, destaca que a licitação é um passo fundamental para o transporte público metropolitano. “As contribuições da população são fundamentais para moldar um sistema mais eficiente e adequado às necessidades de todos. Estamos comprometidos em implementar as melhorias sugeridas, garantindo um serviço de qualidade”, afirmou.
Agora, todas as contribuições estão sendo respondidas, avaliadas pelos técnicos da Amep, e haverá uma devolutiva para cada manifestação. Na sequência, com o edital revisado e anuído pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), será realizada uma audiência pública para amplificar a participação popular.
Fonte: Governo PR
Paraná
Gaeco de Londrina denuncia 49 pessoas investigadas na Operação Panóptico, que apura organização criminosa com atuação nacional a partir de presídios
O Ministério Público do Paraná denunciou nesta quarta-feira, 26 de agosto, 49 pessoas investigadas a partir da Operação Panóptico, que investiga organização criminosa armada com atuação em âmbito nacional a partir de presídios. Os fatos criminosos foram narrados em seis denúncias oferecidas pelo Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado
Foram imputados aos denunciados o crime de favorecimento ao domínio social estruturado, previsto no artigo 3º da Lei 15.358/2026, a chamada Lei Antifacção, e o de integrarem organização criminosa (Lei 12.850/2013). A Operação Panóptico foi deflagrada em 15 de junho último, quando foram cumpridos 304 mandados de prisão e 255 de busca e apreensão em quatro estados: Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
As denúncias oferecidas derivam do compartilhamento de provas produzidas no âmbito das operações Alvorada e Libertatem, deflagradas originalmente pelo Núcleo de Umuarama do Gaeco.
A partir das informações e provas compartilhadas, foi possível mapear e identificar os membros responsáveis pela atuação territorial, logística e financeira que compunham a chamada “Região 43”, cuja cidade-polo é Londrina, inclusive integrantes de alto escalão da organização criminosa investigada. Além de Londrina, as investigações da Operação Panóptico envolveram os outros nove núcleos regionais do Gaeco.
Antes do oferecimento das denúncias, o Juízo de Garantias da 2ª Vara Criminal de Londrina já havia decretado a prisão preventiva de todos os investigados, a pedido do Gaeco de Londrina.
Atuação conjunta – A realização da Operação Panóptico em âmbito estadual foi possível graças à atuação conjunta dos dez núcleos do Gaeco com a Secretaria de Estado da Segurança do Paraná, por meio das polícias Militar, Civil, Penal e Científica.
Processo 0027259-96.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.002446-4)
Processo 0046303-04.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004352-2)
Processo 0046305-71.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004353-0)
Processo 0046307-41.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004351-4)
Processo 0065409-83.2025.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.25.005834-0)
Processo 0046287-50.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004354-8)
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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