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Agro

Intempéries climáticas traz incertezas para a próxima safra de café

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A safra de café 2024/25 permanece incerta devido à instabilidade climática e desafios econômicos internacionais, conforme apontado no boletim divulgado pelo Conselho Nacional do Café (CNC).

O comunicado alerta para a preocupação contínua devido à inconsistência e volume das chuvas durante o enchimento dos frutos. A imprevisibilidade das condições meteorológicas torna desafiador fazer projeções precisas para o desempenho da produção.

As dificuldades financeiras globais e as instabilidades relacionadas a conflitos também têm impacto nas projeções de consumo, com o CNC mencionando problemas enfrentados pelos tesouros americano e europeu, refletindo nas incertezas globais.

Diante desses desafios, o CNC adota uma perspectiva mais cautelosa em relação à produção no país, considerando improvável ultrapassar a estimativa de 58,9 milhões de sacas (IBGE), conforme destacado no comunicado.

O Conselho chama atenção para a possibilidade de agravamento do El Niño entre fevereiro e março, o que pode prejudicar a fase final de desenvolvimento do grão, requerendo atenção dos produtores.

O próximo levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que será feito na próxima quinta-feira (18.01) deverá fornecer informações adicionais sobre o cenário futuro do café no Brasil, segundo o boletim da CNC.

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No último boletim de 2023, a Organização Internacional do Café (OIC) destacou o impacto do clima na produção global de café. A redução dos estoques mundiais em 2023 foi de 4,9 milhões de sacas, evidenciando os desafios enfrentados em diversas regiões produtoras, como ressaltado pela entidade.

Fonte: Pensar Agro

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Valor Bruto da Produção supera R$ 1,4 trilhão em agosto

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A estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em agosto é de R$ 1,403 trilhão, de acordo com levantamento da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O indicador representa o valor da produção agropecuária dentro das propriedades rurais e considera o desempenho das lavouras e da pecuária.  

Do total estimado, as lavouras respondem por R$ 894,1 bilhões, o equivalente a 63,7% do VBP. A pecuária representa R$ 509,1 bilhões, ou 36,3% do valor total. 

Entre os produtos agrícolas, a soja permanece na liderança, com valor estimado em R$ 340,6 bilhões, correspondente a 24,3% do VBP. Na sequência, aparecem o milho, com R$ 158 bilhões (11,3%), a cana-de-açúcar, com R$ 106,3 bilhões (7,6%), e o café, com R$ 102,9 bilhões (7,3%). 

Na pecuária, a carne bovina apresenta o maior valor estimado, de R$ 249,2 bilhões, equivalente a 17,8% do VBP. A carne de frango aparece em seguida, com R$ 107,4 bilhões (7,7%). 

No recorte regional, o Centro-Oeste lidera o VBP, impulsionado pelo resultado de Mato Grosso, estimado em R$ 218,2 bilhões, o equivalente a 15,6% do total. Na sequência está o Sudeste, com destaque para Minas Gerais, que apresenta estimativa de R$ 166,8 bilhões (11,9%). 

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CÁLCULO 

O VBP é calculado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola do Mapa com base nas estimativas de produção e na variação dos preços de mercado recebidos pelos produtores rurais. Os valores referentes a 2026 são preliminares e consideram as informações disponíveis até agosto. 

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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