Connect with us


Paraná

Unidades de Conservação do Paraná vão funcionar em horário normal no Natal e ano novo

Publicado em

Que tal curtir o Natal em meio a belezas naturais? Ou abrir 2024 em contato com o meio ambiente? No Paraná é possível. 25 Unidades de Conservação (UCs) vão funcionar normalmente durante as festas de fim de ano, incluindo o Natal e o feriado do dia 1º de janeiro. Há locais com espaço disponível para camping, seja em barracas, como no Parque Estadual Pico do Marumbi, ou por meio de motorhomes, como o Guartelá.

Os horários variam, conforme a agenda de cada parque estadual, e podem ser consultados no site do Instituto Água e Terra (IAT), autarquia estadual responsável pela administração dos complexos ambientais.

Atualmente, das 28 UCs que podem receber público, três estão fechadas para visitação em razão de reformas e adequações: Ilha das Cobras (Paranaguá), Parque Estadual do Pau Oco (Morretes) e Parque Estadual dos Godoy (Londrina).

O Governo do Paraná administra atualmente 72 Unidades de Conservação catalogadas pelo IAT, das quais 28 estão abertas para visitação. Em 2023, mais de 500 mil pessoas fizeram turismo sustentável em um desses pontos, recorde no Estado. Esse maciço verde compreende 26.250,42 km² de áreas protegidas por legislação. Elas são formadas por ecossistemas livres de uso sustentável de parte dos seus recursos naturais, como os parques abertos à visitação pública que não podem sofrer interferência humana.

Leia mais:  Sanepar oferece curso de manutenção hidráulica para mulheres de Antônio Olinto

Essas áreas de proteção são divididas em UCs Estaduais de Uso Sustentável (10.470,74 km²); UCs Estaduais de Proteção Integral (756,44 km²); Áreas Especiais de Uso Regulamentado (152,25 km²) e Áreas Especiais e Interesse Turístico (670,35 km²).

O cenário se completa com as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), cuja extensão abrange 553,83 km²; terras indígenas, com 846,87 km²; Unidades Federais, de 8.840,39 km², e Unidades Municipais (3.959,55 km²).

Essa rede de proteção ao patrimônio natural do Estado vai ganhar ainda mais cinco novas unidades nos próximos meses: Estação Ecológica Tia Chica, em Reserva do Iguaçu; Estação Ecológica Reserva de Bituruna, em Bituruna; Área de Proteção Ambiental (APA) do Miringuava, em São José dos Pinhais; Refúgio da Vida Silvestre das Ilhas dos Guarás, em Guaratuba; e Estação Ecológica Rio das Pombas, em Pontal do Paraná.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Simulado da Defesa Civil em Antonina treina população para situações de inundação

Published

on

Os moradores do bairro Jagatá, em Antonina, no Litoral do Paraná, participaram neste sábado (23) de um simulado de desastre de inundação. A comunidade, com 23 residências onde vivem 53 pessoas, está localizada numa área de mangue, suscetível a variações de maré da baía localizada a poucos metros das casas de madeira.

O exercício foi realizado pela prefeitura com apoio do Estado, envolvendo cerca de 50 profissionais das Defesa Civil estadual e municipal, secretarias, Corpo de Bombeiros e voluntários da Rede Estadual de Emergência de Radioamadores (REER).

A ação é parte do trabalho da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil na preparação dos municípios para o enfrentamento de inundações, alagamentos e deslizamentos que podem ocorrer com a passagem do El Niño pelo Paraná, que deve ser de forte intensidade.  

“Pudemos testar a capacidade que temos hoje para num evento de alagamento, como a gente pode acessar a comunidade. Entendemos na prática como funciona o plano de contingência, de que maneira as secretarias municipais atuam em conjunto e em caso de necessidade, como melhorar o atendimento à população”, avaliou o capitão Dhieyson Budernik, coordenador do 6º Núcleo de Atuação Regional da Defesa Civil Estadual. 

Leia mais:  PCPR leva palestras e carteiras de identidade a escolas municipais de Ponta Grossa

A escolha do bairro foi definida a partir da peculiaridade deste ponto, como explica Sidnei Train, secretário municipal da Defesa Civil. “Fizemos um levantamento recente e havia poucas informações sobre este local. Já tivemos situações em que choveu muito e a maré estava alta, as pessoas ficaram ilhadas e não conseguiam sair. Identificamos a necessidade de priorizar a preparação desses moradores para futuras ocorrências”, destaca. 

O exercício começou por volta das 9h30 com o acionamento das equipes dos bombeiros e da defesa civil e envolveu o suporte de uma ambulância para o treinamento de resgate a uma pessoa com dificuldade de locomoção. “Pudemos medir o tempo das equipes para se deslocar, acessar o local. Isso ajudou a conhecer o terreno e estarmos mais ambientados para poder dar uma resposta mais efetiva diante de um caso real”, detalha o tenente Alexandre de Moraes, comandante do Corpo de Bombeiros de Antonina. 

Os moradores foram orientados a se reunir no início da rua principal, ponto de encontro previamente escolhido, onde dois ônibus garantiram o deslocamento para o abrigo mais próximo, na Escola Municipal Gil Feres. Na chegada, todos foram cadastrados e participaram de uma palestra com orientações básicas sobre como perceber sinais de mudança e adotar medidas de segurança antes do agravamento da situação. 

Leia mais:  Escola da Saúde promove curso de capacitação de cuidador de idosos; inscrições são gratuitas

GRATOS PELAS ORIENTAÇÕES – Trabalhador do porto, Carlos Alberto e a família vieram de Curitiba para morar no bairro. Nos seis anos que estão no local já presenciaram alagamentos, deslizamentos e temporais com destelhamento de casas. “Ficamos muito gratos em receber orientações sobre como proceder tanto para saber o que fazer quanto para poder auxiliar outras pessoas. Agora vamos poder ajudar no resgate e levar a pessoa num local que não alaga, além de ensinar para outros moradores também.

ÁGUAS DE MARÇO – Antonina foi um dos municípios mais afetados pelo maior desastre do Litoral em 2011, que ficou conhecido como Águas de Março. Na ocasião, o volume concentrado de chuva em poucos dias provocou inundações, alagamentos e deslizamentos. Ao todo, a tragédia atingiu 1.281 casas, destas, 287 foram evacuadas, deixou 1.160 pessoas desabrigadas e 8.172 desalojadas, afetando as redes de abastecimento de água e energia elétrica.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262