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PCPR na Comunidade leva serviços de polícia judiciária para mulheres vítimas de violência doméstica e seus familiares em Foz do Iguaçu

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária para vítimas de violência doméstica e seus familiares nesta segunda (11) e terça-feira (12), em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado. O evento faz parte do PCPR na Comunidade e foi voltado para mulheres atendidas pelo projeto Divas.

Durante a ação, a PCPR disponibilizou registro de boletins de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais e orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime. 

Além disso, foram confeccionadas 410 carteiras de identidade. A disponibilização dos serviços visa ajudar a população carente e com dificuldade de acesso. 

O coordenador do programa, João Mário Goes, conta que o PCPR na Comunidade tem entre os objetivos estreitar os laços e trazer mais segurança de uma maneira inovadora.

“Com ações como esta conseguimos trazer proximidade e levar informações e serviços para essas mulheres. Ampliando a rede de apoio e trazendo mais segurança”, completa.

De acordo com a representante da Casa Civil em Foz do Iguaçu, Inês Weizemann, a iniciativa da PCPR leva os serviços para quem mais precisa. 

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“É um público que, muitas vezes, não tem acesso à internet. São mulheres em vulnerabilidade social, então nós incentivamos a participação. No projeto nós identificamos quem estava sem documento e encaminhamos. É uma oportunidade incrível de levar cidadania a essas mulheres”, afirma.

PALESTRA- Na segunda-feira (11), a PCPR ainda ofertou uma palestra sobre violência doméstica e feminicídio para aproximadamente 60 mulheres do projeto. A ação aconteceu com o apoio da Ordem dos Advogados em Foz do Iguaçu.

A delegada da PCPR e responsável por ministrar sobre o tema, Giovana Antonucci, conta que essas ações do PCPR na Comunidade são de extrema importância, pois aproximam a Polícia Civil da sociedade. 

“A violência contra a mulher está relacionada ao machismo enraizado. Então, esses programas de conscientização que a gente promove por meio de palestras e eventos permite que a população veja que estamos prontos para servir e proteger”, diz. 

PROJETO DIVAS- O projeto é composto por mulheres profissionais de diversas áreas responsável por atender voluntariamente na assistência multidisciplinar de mulheres em situação de risco. 

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De acordo com a policial militar e presidente do projeto, Vânia Regina, conta que atualmente o Divas atende mais de 300 mulheres. 

“Esta foi uma oportunidade de ter uma palestra com uma profissional da área e levar auxílio e informação para abrir a mente delas, pois 90% correm o risco de serem vítimas de violência doméstica”, conclui. 

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.  

SOLICITAÇÃO- Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para [email protected]. O setor de comunicação da PCPR irá entrar em contato para alinhar todas as informações e realizar o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto podem ser verificadas através do site (https://www.policiacivil.pr.gov.br/Pagina/PCPR-na-0,=Comunidade).

Fonte: PJC PR

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PCPR resgata mulher mantida em cárcere privado e prende homem por estupro em Ivaiporã

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu em flagrante um homem investigado pelos crimes de cárcere privado, estupro e lesão corporal no contexto de violência doméstica. A ação aconteceu na tarde desta sexta-feira (26), em Ivaiporã, no Norte do Estado. 

A investigação teve início após o pai da vítima registrar o desaparecimento da filha, que havia saído de casa na tarde do dia anterior e interrompido o contato com a família. O comunicante também informou que recebeu informações de que a vítima teria sido agredida pelo investigado.

Segundo o delegado da PCPR Erlon Ribeiro, assim que foi comunicada sobre o desaparecimento, uma equipe da Polícia Civil realizou diligências e deslocou-se até a residência do investigado.

“A vítima foi imediatamente questionada pelos policiais se estava sofrendo violência, ocasião em que confirmou a situação apenas balançando a cabeça de forma afirmativa”, relatou. 

Diante da confirmação, a equipe realizou o resgate da vítima e conduziu ambos à Delegacia de Polícia para a adoção das medidas cabíveis.

Em depoimento, a vítima relatou que era mantida em cárcere privado desde a noite anterior, impedida de deixar a residência e obrigada a manter relações sexuais contra a própria vontade.

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O homem foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema penitenciário. 

DENÚNCIAS – A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.

Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: PJC PR

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