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Paraná

Após modernização, estação tubo de Curitiba que atende Fazenda Rio Grande é reativada

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Os usuários do transporte coletivo de Fazenda Rio Grande voltaram utilizar, nesta terça-feira (21), a Estação Tubo Carlos Gomes, em Curitiba, que foi reformada e ampliada. O espaço localizado entre as ruas Lourenço Pinto e André de Barros, em Curitiba, serve como ponto de conexão do município com a Capital e a Região Metropolitana.

O investimento do Governo do Estado para a revitalização, por meio da Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), foi de R$ 699,11 mil, recursos direcionados à Urbanização de Curitiba SA (Urbs) para a execução das obras. A largura da estrutura foi ampliada de 9,97 m para 15,75 m, composta por 11 módulos.

Entre as melhorias, destaca-se a colocação de uma porta para atender a nova área exclusiva de desembarque, agora separada do espaço de embarque. Essa modificação estratégica otimiza o fluxo de passageiros, reduzindo aglomerações e evitando tumultos nos momentos de chegadas e partidas.

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De acordo com o presidente da Amep, Gilson Santos, a conclusão do projeto representa um avanço significativo na infraestrutura do transporte público metropolitano.

“Estamos comprometidos em fornecer melhorias substanciais na mobilidade urbana, e a modernização da Estação Tubo Carlos Gomes é um passo importante nesse caminho, resolvendo uma demanda antiga da população. Continuaremos buscando oportunidades para aprimorar a experiência dos passageiros e fortalecer a integração entre municípios da Região Metropolitana”, falou.

Eduardo Pimentel, secretário estadual das Cidades, pasta à qual a Amep é vinculada, destacou a importância da integração do transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba. “O transporte público integrado é característica marcante do nosso sistema. Esse Investimento é importante para garantir mais conforto, comodidade e agilidade para o usuário que circula entre Curitiba e Fazenda Rio Grande”, complementou.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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