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PCPR oferece serviços de polícia judiciária para população de Itaperuçu nesta semana

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A população de Itaperuçu, na Região Metropolitana de Curitiba, recebe de quarta a sexta-feira (22 a 24) serviços gratuitos de polícia judiciária e demais orientações, do programa PCPR na Comunidade, da Polícia Civil do Paraná. O evento será no Ginásio Poliesportivo José Renato de Lara, na Avenida Anita Garibaldi, Jardim Benato, das 9h às 17h, e acontece em parceria com o Paraná em Ação, da secretaria estadual da Justiça e Cidadania.

A PCPR disponibilizará serviços como registro de boletins de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais e orientações sobre como fazer denúncias, prevenções e quais medidas podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.  

Além disso, serão confeccionadas a 1ª e 2ª vias da carteira de identidade para quem realizou o agendamento prévio. A disponibilização dos serviços visa ajudar a população vulnerável e com dificuldade de acesso aos serviços.

Haverá também atividades lúdicas com as crianças, demonstração de perícia papiloscópica, exposição de armamento e material tático da PCPR que fará apresentações com cães policiais.  

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DEMAIS SERVIÇOS – Além das atividades de polícia judiciária, o Paraná em Ação ofertará outros serviços fundamentais a toda comunidade durante o evento, como nas área de assistência social, defensoria pública, confecção da carteira do autista e serviços da Agência do Trabalhador.

PROJETO – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. Seu objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, Visa, ainda, fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

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Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

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Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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