Paraná
Lottopar é a primeira loteria estadual do Brasil a se associar à WLA
A Lottopar, lotérica do Paraná, anunciou a adesão nesta semana à WLA (World Lottery Association), maior associação de loterias do mundo, que reúne mais de 150 loterias de Estado, em 80 países, nos cinco continentes. É a primeira loteria estadual do Brasil a se associar a essa entidade internacional, considerada uma autoridade global no setor que busca defender os mais altos princípios éticos em jogo seguro e jogo responsável.
Segundo o diretor-presidente da Lottopar, Daniel Romanowski, com essa adesão à Associação Mundial de Loterias, o Governo do Paraná demonstra mais uma vez seu compromisso com os mais rigorosos padrões de responsabilidade social e para a promoção de um ambiente de jogo seguro, que visa proteger o apostador e oferecer condições para a prática do jogo responsável.
“A adesão é essencial para o Paraná e destaca o papel pioneiro da nossa instituição. Queremos, com isso, trocar conhecimentos, experiências e continuar na busca constante das melhores práticas de gestão no mercado de loterias mundial”, disse ele. “Fazendo parte da WLA, temos a oportunidade de aprimorar nossa gestão em todas as áreas, como na gestão de riscos e segurança, marketing e responsabilidade social corporativa e visando sempre aprimorar a oferta de um ambiente de jogo seguro”.
Para aderir à maior associação de loterias do mundo, a Lottopar teve que atender a uma série de requisitos, entre os quais assumir o compromisso de cumprir com políticas de Jogo Responsável e do Código de Ética que pautará as ações não somente da Lottopar, mas que se estende para todos os participantes do sistema de jogos lotéricos, como os operadores, fornecedores e demais partes interessadas.
CIBELAE – A Lottopar também é membro da Corporação Ibero-Americana de Loterias e Apostas, associação que contribui para que a autarquia possa fortalecer laços com outras loterias estatais, a fim de compartilhar conhecimentos e experiências em áreas como jogo responsável, prevenção à lavagem de dinheiro e responsabilidade social.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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