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Região de Angra Doce encerra provas dos Jogos de Aventura e Natureza

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Mais um final de semana dos Jogos de Aventura e Natureza tomou conta do Norte Pioneiro. As atividades ocorreram no sábado (28) e no domingo (29) nos municípios de Carlópolis, Jacarezinho, Ribeirão Claro, Siqueira Campos e Tomazina e encerraram a quarta etapa (Angra Doce) dos Jogos de Aventura e Natureza, bem como o calendário de 2023 do evento.

Os jogos são um projeto inovador que unem a prática esportiva, turismo e a natureza em um evento itinerante que prioriza as mais belas paisagens do Paraná. A competição, criada pelo Governo do Estado e realizada pela Secretaria do Esporte (SEES), tem como objetivo movimentar a economia regional e proporcionar lazer à população.

Em Carlópolis, no sábado, o Centro de Eventos Ilha do Ponciano recebeu o Desafio JAN de Cross Games e o Campeonato Paranaense de Corrida de Aventura. No domingo, o município contou com uma corrida de rua pela manhã.

A cidade de Jacarezinho foi palco do Campeonato Paranaense de Basquete 3×3 e dos desafios de futevôlei e vôlei de praia, nos dois dias do final de semana.

No sábado e no domingo, em Ribeirão Claro, foram disputados os Campeonatos Paranaenses de Handebol de Areia e Flag Football. A cidade também recebeu a apresentação de BMX Freestyle (manobras de ciclismo).

A apresentação de Wheeling (acrobacia de ciclismo), em Tomazina, encerrou a etapa Angra Doce, que aconteceu entre os dias 13 e 29 de outubro. Os Jogos de Aventura e Natureza retornam em 2024.

Para Tiago Campos, diretor de Inovação e Incentivo ao Esporte, a etapa Angra Doce foi mais um grande sucesso, pois entregou um pacote completo de eventos nos níveis municipal, estadual e nacional. “As prefeituras estão felizes, foi mais uma etapa entregue com grande destaque. O JAN está crescendo a cada etapa, potencializando o turismo no Paraná”, disse.

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PARANÁ BOM DE BOLA – Outro calendário que chegou ao fim foi o do Paraná Bom de Bola. No domingo (29), foram conhecidos os municípios campeões da 3ª edição do programa, disputado em quatro categorias: 15+ feminino, sub-16 masculino, sub-21 masculino e 50+ master.

Lançado em 2021, o Paraná Bom de Bola faz parte dos 11 jogos oficiais do Governo do Estado, é promovido pela Secretaria do Esporte e trabalha dois pilares da política estadual de esportes: a formação de jovens atletas e o esporte para toda vida, este destinado a pessoas de 50 anos ou mais. Além disso, o Paraná Bom de Bola engloba futebol feminino, promoção da saúde e turismo, pois movimenta as regiões que recebem a competição.

Ao todo, desde a fase regional, que deu o pontapé inicial na competição no mês de maio, participaram mais de 8 mil atletas, de 180 municípios.

Segundo o coordenador do Paraná Bom de Bola na Secretaria do Esporte, Marcelo Neves, a terceira edição foi um sucesso. “Todos aprovaram, gostaram e apoiaram. A tendência para o ano que vem é aumentar o número de participantes. Agradecemos principalmente ao município de Campo Mourão, que apoiou em todos os sentidos, nas estruturas do campo e refeitório”, afirmou.

Os três primeiros de cada categoria garantiram uma vaga para a etapa final da 4ª edição do Paraná Bom de Bola, que será realizada no município de Arapongas em 2024.

Confira os campeões (e demais classificados):

15+ Feminino: Marechal Cândido Rondon (Toledo e Curitiba)

Sub-16 masculino: Londrina (Maringá e Foz do Iguaçu)

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Sub-21 masculino: Campo Mourão (Araucária e Cornélio Procópio)

50+ masculino: Paraíso do Norte (Jardim Alegre e Fazenda Rio Grande)

Classificação geral do evento (top 10): 

1º MARINGÁ 46 

2º CAMPO MOURAO 45 

3º FOZ DO IGUAÇU 37 

4º LONDRINA 33 

5º MARECHAL CÂNDIDO RONDON 21 

6º PARAÍSO DO NORTE 21 

7º SÃO MATEUS DO SUL 20 

8º ARAUCÁRIA 18 

9º JARDIM ALEGRE 18 

10º TOLEDO 18.

Os documentos oficiais da fase final do Paraná Bom de Bola (boletim, programação, resultados, classificação final e notas – estão publicados no site da Secretaria de Estado do Esporte

PARANÁ NO PAN – No Pan-Americano, que acontece em Santiago, no Chile, até 5 de novembro, paranaenses e bolsistas do Geração Olímpica e Paralímpica (GOP) conquistaram medalhas e, alguns deles, vagas para as Olimpíadas de Paris 2024.

Na sexta-feira (27) à noite, os bolsistas Wanderley Pereira e o técnico da equipe, Adailton dos Santos Gonçalves (apoiado desde 2018), conquistaram a medalha de prata no boxe, bem como a vaga nos Jogos Olímpicos. 

“Sabemos o quanto é difícil conseguir a vaga olímpica, existe um trabalho sério sendo feito pelo técnico Adaílton com esses atletas e nós vimos de perto esse trabalho crescendo a cada ano. É com muito orgulho que recebemos a classificação dos nossos bolsistas para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris 2024” , afirma a coordenadora do GOP, Denise Golfieri.

No domingo (29) a bolsista do Geração Olímpica e Paralímpica Omira Gonçalves conquistou a prata na canoagem slalom K1 (caiaque). A atleta de 23 anos compete pelo Instituto Meninos do Lago, de Foz do Iguaçu.

Fonte: Governo PR

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Condomínio do Idoso em Jaguariaíva recebe projeto de extensão odontológico da UEPG

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O Condomínio do Idoso de Jaguariaíva, o primeiro entregue pelo Estado dentro do projeto Viver Mais Paraná, coordenado pela Cohapar, recebeu nessa semana a visita de estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O projeto de extensão “Atenção Odontológica aos residentes do Condomínio do Idoso da Unidade Jaguariaíva”, ligado ao curso e ao Programa de Pós-Graduação em Odontologia, iniciou a 2ª edição de atendimentos às pessoas idosas.

O projeto alia extensão com pesquisa e planeja produzir 33 próteses buscais neste ano, além de realizar ações de atenção odontológica à população idosa do Condomínio.

Dona Vany Dias Santos recebeu a equipe de dois mestrandos, professora e doutoranda. Aos 65 anos, ela mora no condomínio e recebe atendimentos desde 1ª edição do projeto, em 2024. “Sempre marco e tenho atendimentos com eles, sou muito bem atendida”, conta. “Aqui, a gente nunca está sozinho, sempre temos projetos e sempre estamos juntos conversando entre os moradores”.

Para a professora coordenadora do projeto, Nara Hellen Bombarda, iniciar a 2ª edição é um retorno para casa. “A gente estabeleceu um vínculo de amizade, e é uma oportunidade nova de devolver uns sorrisos, devolver saúde para quem está na melhor idade”, diz. “É uma oportunidade de contribuir com os moradores e em paralelo ajudar na formação dos alunos. Eles têm uma formação mais humanizada, mais competente, desenvolvendo habilidades extras que podem ser desenvolvidas para além dos muros da universidade”.

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A equipe realiza atendimentos em três quartas-feiras do mês e chega com todos os equipamentos necessários, incluindo cadeira e motores móveis para avaliação. Antes dos atendimentos, o grupo foi para Jaguariaíva em março fazer os rastreio das necessidades e fichas dos pacientes. Nesta semana, a maioria fez raio-x digital e alguns receberam atendimento em periodontia, especialidade odontológica focada na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças que afetam gengivas e ligamentos da boca.

“Este é um projeto de extensão, mas que ao mesmo tempo oferta um campo para pesquisa, principalmente na área de prótese, porque boa parte dos indivíduos residentes no condomínio necessitam de novas próteses. Como nossa linha de pesquisa está associada à reabilitação oral, eles podem ser incluídos como sujeitos das nossas pesquisas”, acrescenta a professora.

A aluna do Doutorado em Odontologia Tatiane Oliveira participa do projeto desde o início. Como profissional bolsista na área de odontologia, ela presta atendimento odontológico e também realiza outras atividades, juntamente com demais profissionais.

“O projeto me ajuda muito na formação como profissional. Pelo contato com as pessoas idosas, acabamos criando um vínculo, e isso é muito bom, faz com que o atendimento tenha ainda mais sentido, porque conseguimos sentir que eles ficam felizes com nossa presença”, descreve. A pesquisa de Doutorado será realizada em grande parte com moradores. “Após a aprovação do Comitê de Ética, irei realizar prótese total da forma convencional e também prótese total impressa em impressora 3D. Os moradores serão beneficiados com materiais e próteses super modernas”, destaca.

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Atender pacientes também irá auxiliar na pesquisa do mestrando Alex Nunes de Lara. Ele pesquisa placa oclusal, um dispositivo para o tratamentos de dores musculares e articulares. “Temos a oportunidade de adquirir mais prática no atendimento, entender como funcionam os protocolos de pessoas que precisam de próteses, pois minha pesquisa também está integrada a materiais odontológicos, então entregar tratamento de qualidade é gratificante e ajuda muito no nosso crescimento”, diz.

Para João Pedro Plinta, também mestrando de odontologia, participar do projeto dá mais experiência com atendimentos a pessoas que utilizam próteses. “Consigo ver a importância disso, tanto para para a comunidade, tanto para os idosos, quanto para a gente, como pesquisador. Estamos contribuindo pra qualidade de vida, de forma gratuita para eles”. A área de pesquisa de João é sobre prótese fixa, “então a experiência que eu adquiri nesse projeto é muito valiosa”, diz.

Fonte: Governo PR

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