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Paraná

Exposição do artista Túlio Pinto que explora o tridimensional vai até dia 22 no MON

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A exposição “Buraco no Céu”, do artista visual Túlio Pinto, promovida pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) no espaço do Olho, poderá ser vista até o dia 22 de outubro. Para quem quiser levar um pouco da mostra para casa, o catálogo já está disponível na MON Loja.

A exposição reúne 33 esculturas e instalações, algumas com grandes dimensões, que exploram a potência do tridimensional. Com curadoria é de Roberta Stubs, é um inusitado diálogo entre materiais de diferentes valências. Mármore e aço estão lado a lado, vigas de ferro parecem flutuar e convivem com lâminas de vidro, numa construção quase poética.

Elementos díspares constroem, entre si, certa cumplicidade que surpreende pela tensa aliança firmada entre naturezas dissonantes como a pedra, o ferro, o vidro, o ar, o mármore e o corpo. Hábil em criar estruturas quase arquitetônicas, o artista instaura campos de tensão que colocam as categorias de ordem e funcionalidade em questão.

O ARTISTA – Túlio Pinto (Brasília, 1974) é graduado em Artes Visuais com ênfase em escultura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2009). Vive e trabalha entre Porto Alegre (RS) e São Paulo. Entre suas exposições, destacam-se: 13ª Bienal do Mercosul: Trauma, Sonho, Fuga (Porto Alegre, 2022); “Encontros Divergentes (Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, Sorocaba, 2021); Glass and Concrete (Marta Herford Museum, Herford, Alemanha, 2020); Momentum (MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2019); Onloaded: Túlio Pinto (Phoenix Institute of Contemporary Art – phICA, Phoenix, Arizona/EUA, 2015); Bienal de Vancouver (Vancouver, Canadá, 2014); De Territórios, Abismos e Intenções (Projeto RS Contemporâneo – Santander Cultural Porto Alegre, Porto Alegre, 2013); CEP: Corpo, Espaço e Percurso (9ª Rede Nacional Funarte, 2013); Salvaje – Digesting Europe Piece by Piece (Traneudstillingen Exhibition Space, Copenhagen, Dinamarca, 2012); Transposição (Galeria Augusto Meyer – Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre, 2012); Nova Escultura Brasileira (Caixa Cultural Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2011); entre outras.

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Seu trabalho faz parte de coleções nacionais e internacionais, entre elas: Usina de Arte, Pernambuco; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Museu de Arte Contemporânea do Paraná; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; Museu Nacional de Brasília; Museu de Arte de Ribeirão Preto; Fundação Pablo Atchugarry, Uruguai; Fundação Maria Cristina Masaveu Peterson, Madri, Espanha; Marta Herford Museum, Herford, Alemanha; Piramidón, Centre d’Art Contemporani, Barcelona, Espanha. Nos últimos anos realizou residências artísticas em países como Ucrânia, Canadá, Portugal, EUA, Reino Unido e Holanda.

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. 

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Serviço:

“Buraco no Céu”, do artista Túlio Pinto

Espaço expositivo do Olho

Até o dia 22/10

Catálogo já disponível na MON Loja

Fonte: Governo PR

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Paraná

Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional

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Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.

Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.

O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.

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CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.

Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro. 

A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.

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O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.

No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.

A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.

Fonte: Governo PR

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