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MON exibe documentário sobre o cineasta russo Serguei Eisenstein

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O Museu Oscar Niemeyer (MON) vai exibir o documentário biográfico sobre a vida e obra de Serguei Eisenstein, “A Casa do Mestre”. As exibições gratuitas acontecerão em 27 de setembro e dias 11 e 18 de outubro, sempre às 16h, no Miniauditório do MON (subsolo). Realizado em 1998, o filme comemorou o centenário de nascimento do cineasta russo. O filme é dirigido por Aleksandr Iskin, Mariana Kireeva e Naum Kleiman, que também assina o roteiro e é cocurador da exposição “Serguei Eisenstein e o Mundo”, em cartaz na sala 11 do Museu.

Considerado o documentário mais completo sobre o artista, o longa é composto de nove episódios, que relatam, por meio de arquivos raros e um rico material audiovisual, os principais eventos da vida de Serguei Eisenstein, traçando paralelos com a história da Rússia no século XX e com a própria história do cinema mundial. O documentário teve a sua estreia no Festival Internacional de Cinema de San Francisco (EUA). Em 1999, foi vencedor do prêmio TEFI (Rússia) na categoria “Melhor Documentário”.

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SALA 11 – A exposição “Serguei Eisenstein e o Mundo”, com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho, é uma realização do Museu Oscar Niemeyer e comemora os 125 anos de nascimento do cineasta. A mostra poderá ser vista na Sala 11 do MON até o dia 22/10.

Por meio de um conjunto de desenhos, esboços, fotografias, caricaturas, projeções e objetos, a exposição apresenta parte do processo criativo de um dos diretores mais inovadores e pioneiros da história do cinema. Serguei Eisenstein influenciou grandes cineastas e revolucionou o mundo das imagens com suas múltiplas linguagens.

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

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SERVIÇO

Documentário “A Casa do Mestre”

Direção: Aleksandr Iskin, Mariana Kireeva e Naum Kleiman

Rússia, 1998, duração 105 min

Classificação livre, legendado

Exibições:

27 setembro, às 16h
11 outubro, às 16h
18 outubro, às 16h.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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