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Governo libera R$ 3 milhões para projeto de urbanização com calçadas em Rio Branco do Sul

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A Prefeitura de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, está autorizada a iniciar um projeto de urbanização e revitalização de calçadas em ruas da região central da cidade. A obra foi viabilizada com a liberação de R$ 3 milhões pelo Programa de Transferência Voluntária da Secretaria das Cidades, modalidade que dispensa a devolução dos recursos aos cofres do Governo do Estado. O edital que autoriza a contratação da empresa executora foi entregue ao Executivo Municipal pelo secretário da pasta, Eduardo Pimentel.

“Esta é mais uma iniciativa da parceria do Governo do Estado com o povo de Rio Branco do Sul para garantir melhorias a todos os moradores do município. Mais conforto para os pedestres, com calçadas de qualidade, rampas de acessibilidade e o paisagismo marcam este projeto para fazer das vias públicas espaços mais acolhedores e seguros”, afirmou Pimentel.

De acordo com o projeto, serão implantados passeios, rampas de acessibilidade universal, espaços para o estacionamento de veículos e um novo paisagismo. No total, a área urbanizada chegará a 25.195,07 metros quadrados.

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As intervenções acontecerão nas seguintes vias: Avenida Vereador Santana Derson Costa (entre Ermírio de Moraes e Coronel Carlos Pioli), Coronel Carlos Pioli (entre a Vereador Santana Derson Costa e Domingos de Faria), Domingos de Faria (entre a Coronel Carlos Pioli e Borges de Medeiros), Padre Ribeiro (entre a Coronel Carlos Pioli e Sete de Setembro) e na Sete de Setembro (entre Padre Ribeiro e Domingos Alessandro Nodari).

OUTRAS OBRAS – A Prefeitura de Rio Branco do Sul realiza, atualmente, outras três obras com recursos liberados via Secid, todas para a pavimentação asfáltica de ruas.

Uma delas, pelo Programa de Transferência Voluntária, e no valor de R$ 1,69 milhão, leva benefícios aos moradores da Vila Albarana (nas ruas: José Amâncio Stresser (a partir da Rua Amazonas), Joaquim Martins (entre Amazonas e Santa Catarina), Mato Grosso (a partir da Rua Brasil), Rondônia (entre Amazonas e Santa Catarina), Santa Catarina (até a Rua Rondônia) e São Paulo (entre Amazonas e Santa Catarina). Até a última medição, no fim do mês de agosto último, já haviam sido realizados 59% do projeto.

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Outra obra, também pelo Programa de Transferência Voluntária, é realizada com o investimento de R$ 1,26 milhão e está com 34% já executados. Serão asfaltados 3.560,16 metros quadrados da Rua Alceu Schimidt, também na Vila Albarana.

O terceiro projeto em realização usa recursos do Sistema de Financiamento de Ações nos Municípios (SFM). São R$ 3,19 milhões para a pavimentação das ruas José Pedroso dos Santos, Peroba, Faustino Miranda, Marechal Cândido Rondon, Benjamin Costa, Paulo Cézar Bonfim, Professora Aline Miranda Porfírio, João Alves Viana, e Eurides Maltaca.

Fonte: Governo PR

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Integração e desenvolvimento: autoridades destacam impacto histórico da Ponte de Guaratuba

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A inauguração da Ponte de Guaratuba, realizada nesta sexta-feira (1º), foi marcada não apenas pela celebração popular, mas também pelo reconhecimento, por parte de autoridades de diferentes áreas, da importância estratégica e do impacto da obra para o Paraná. Considerada uma das maiores intervenções de infraestrutura da história do Estado, a ponte passa a simbolizar um novo momento de desenvolvimento para o Litoral.

O prefeito de Matinhos, Eduardo Dalmora, afirmou que a data marca o fim de um ciclo histórico e o início de uma nova fase para o Litoral. “Esta obra de mais de R$ 400 milhões é a comprovação de um sonho acalentado há décadas, que hoje se materializa para abrir um novo tempo de prosperidade. Estamos testemunhando o fim do isolamento e o nascimento de uma nova era”, disse.

O prefeito de Guaratuba, Mauricio Lense, enfatizou o significado histórico da obra para a cidade e para a integração do Litoral. “Ouvimos falar desta ponte por gerações. Muitas vezes ela foi motivo de descrença, uma ‘ponte invisível’. Hoje, ela representa o fim do isolamento. É o comércio que vai girar o ano todo, o turista que chega com conforto e a ambulância que chega mais rápido. Consolidamos um corredor estratégico e turístico, integrando de vez o nosso litoral ao Porto de Paranaguá e à capital”, avaliou.

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado estadual Alexandre Curi, ressaltou a união institucional como fator decisivo para a concretização da obra. “Tenho que agradecer a todo o time da infraestrutura do Paraná e, também, a toda a sociedade que acreditou neste sonho, que hoje é uma realidade. A Assembleia teve um papel importante, mas o grande mérito foi a pacificação dos poderes. Foi a união do Tribunal de Justiça, da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado”, salientou.

Segundo ele, a aprovação dos deputados estaduais do nome Ponte da Vitória representa um forte simbolismo. “É a vitória do trabalho contra aqueles que não queriam o desenvolvimento do Litoral do Paraná. É a vitória da eficiência contra a burocracia e, principalmente, da união”, arrematou.

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A desembargadora Lídia Maejima, presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, lembrou que há décadas a obra era prometida. “Nossa ponte não nasceu fácil. Ela estava prevista na Constituição do Estado do Paraná, de 1989, mas não saía do papel. Foi prometida, foi adiada, foi questionada, suspensa, mas finalmente saiu”, ressaltou.

O diretor de contrato da obra, Luciano Pizzatto, destacou o esforço coletivo envolvido na execução da ponte e o sentimento de legado deixado pelo projeto. “A dedicação e o engajamento das nossas equipes foram extraordinários. Enfrentamos desafios enormes, mas mostramos que é possível fazer uma obra dentro de um prazo desafiador, com muita força e vontade. Chegamos a ter mais de mil colaboradores no pico, gente de todas as regiões do país”, revelou.

O presidente do Movimento Pró-Paraná, Marcos Domakoski, ressaltou o impacto estrutural da obra para o desenvolvimento da região. “Esta é a terceira maior ponte sobre o oceano do Brasil, mas é, sem dúvida, um marco extraordinário na nossa história. A partir dela, teremos um novo litoral, mais pujante, gerando emprego, renda e qualificando a população”.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, destacou os reflexos diretos da nova ligação para o atendimento à população, especialmente em situações de emergência. “Principalmente no que nós chamamos tempo-resposta nas questões de emergência, nós vamos ter um acesso muito mais rápido, muito mais fluido, especialmente em situações de urgência e emergência, com ambulâncias que estejam transportando pacientes”, avaliou.

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Para o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, a entrega representa uma mudança estrutural para toda a região. “Um dia histórico, que vai transformar todo o Litoral, a vida das pessoas, a mobilidade, e vai trazer mais valorização para o Litoral. É uma obra emblemática, que estava prevista desde a Constituição do Estado e hoje é uma realidade”, lembrou.

Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, a nova estrutura representa a integração total do Litoral do Paraná. “É uma obra estratégica, que atende aos anseios do setor produtivo paranaense, porque integra Matinhos a Guaratuba, facilita o comércio de mercadorias, os serviços e faz a ligação até Santa Catarina. Foram mais de 40 anos de espera para que finalmente pudéssemos celebrar este momento”, disse.

PONTE – Com investimento superior a R$ 400 milhões, a ponte é considerada uma das maiores obras de infraestrutura já realizadas no Paraná. São quatro faixas de tráfego, ciclovia e áreas para pedestres, além de acessos que totalizam mais de três quilômetros de extensão.

Projetada para substituir o ferry boat, a travessia entre os municípios passa a ser feita em cerca de dois minutos. A travessia pelo mar, no entanto, será descontinuada de maneira gradual.

Mas os planos para o local já têm projeto certo: a construção de um complexo náutico com espaços de convivência, lazer, serviços além de vagas para embarcações atracadas na baía e também alocadas internamente. 

O projeto começou a sair do papel em 2019, com a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA). As obras tiveram início em outubro de 2023 e chamaram atenção pela rapidez, com frentes de trabalho operando 24 horas por dia.

Decisões estratégicas também marcaram o projeto, como a definição de que não haverá cobrança de pedágio e a restrição ao tráfego de veículos pesados.

Fonte: Governo PR

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