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Polícia Científica adquire equipamento que identifica vestígios criminais invisíveis

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A Polícia Científica do Paraná (PCP) recebeu nesta semana um tablet multiespectral forense da marca Forenscope. O tablet, equipado com alta tecnologia da Turquia, permite a identificação precisa de vestígios não visíveis a olho nu deixados por criminosos. Esse é o segundo equipamento do tipo adquirido e será empregado no Laboratório de Genética Molecular Forense, na Seção de Local de Crime, entre outros.

O equipamento, que possui faixa espectral de 330 a 1080 nm e conta com um sistema integrado de diferentes luzes e filtros, é utilizado para visualização de manchas de fluidos biológicos, inclusive em superfícies escuras. A detecção facilita a coleta do material para análise de DNA, além de aperfeiçoar a análise de disparos de arma de fogo e outros elementos deixados na cena do crime.

“Investir em ferramentas forenses de alta tecnologia traz maior segurança e eficiência ao trabalho pericial, aumentando a qualidade do serviço prestado à população”, afirmou o diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Luiz Rodrigo Grochocki.

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Com o tablet forense multiespectral é possível também fotografar e gravar em vídeo as evidências encontradas no local de crime ou em laboratório de perícia criminal.

Além das funcionalidades, o equipamento é compacto e pode ser transportado para qualquer local, além de oferecer maior precisão nos procedimentos, produzindo provas materiais mais contundentes, que auxiliarão nas investigações da Polícia Civil, apontando os autores de crimes com mais agilidade e segurança

“O aparelho utiliza diferentes combinações de luzes e filtros, dentre eles a radiação infravermelha, que é fundamental para detecção de sangue em superfícies escuras, mas que não está presente na maioria das lanternas forenses tradicionais”, explicou a perita oficial Juliane Carlotto.

Após a identificação dos vestígios, as evidências são enviadas para análise e, posteriormente, passam pelo teste de comprovação. Atualmente a PCP já treinou 7 profissionais para operar o equipamento.

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A tecnologia inovadora dos tablets chamou a atenção da instituição, que adquiriu duas unidades, a primeira em dezembro passado e a outra nesta semana.  O investimento na aquisição dos dois equipamentos pela Polícia Científica foi de R$ 630 mil. Sendo R$ 315 mil através de recursos próprios e os outros R$ 315 mil através de convênio federal.

Uma das unidades do tablet ficou no Laboratório de Genética Molecular Forense, enquanto a outra foi destinada à Academia de Ciências Forenses.

Fonte: Governo PR

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Reforço histórico: Estado nomeia mais 168 profissionais para a Polícia Científica

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O Governo do Estado oficializou nesta semana a nomeação de 168 novos profissionais para a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), conforme os Decretos n.º 13.471 e 13.472 . É o mesmo número em apenas uma convocação, feita em setembro de 2025, mantendo o maior nível de recomposição do efetivo já registrado na instituição.

A iniciativa reforça o compromisso estadual com a segurança pública e com a modernização dos serviços periciais. Serão 99 peritos e 69 técnicos de perícia.

“A nova nomeação reforça o papel estratégico da Polícia Científica dentro da segurança pública do Paraná. Pelo segundo ano consecutivo, o Estado mantém o maior nível de incorporação de servidores da história da instituição, consolidando um movimento contínuo de fortalecimento da perícia oficial. Nos últimos anos, houve a ampliação das unidades em todas as regiões do Estado e, agora, esse avanço tem continuidade com o reforço no efetivo, ampliando a capacidade de resposta e o atendimento à população”, afirma o secretário da Segurança Pública, Saulo Sanson.

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Os novos profissionais serão distribuídos estrategicamente para atender às demandas das diferentes regiões do Estado. Com a nova nomeação, a instituição ultrapassa a marca de mil servidores em atividade, ampliando significativamente sua capacidade de atendimento e investigação técnico-científica em todo o Paraná. Em 2019, o número total de servidores era inferior a 300.

“Esse reforço no efetivo representa mais um avanço no trabalho que já vem sendo realizado. A Polícia Científica tem um papel central na produção da prova técnica, que sustenta investigações e decisões da Justiça. Com mais servidores, avançamos na capacidade de atendimento, reduzimos prazos e fortalecemos a presença da perícia em todo o Estado, com impacto direto na eficiência do sistema de segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

O reforço no efetivo permitirá maior agilidade na produção de laudos e no atendimento de ocorrências, beneficiando diretamente a população.

O curso de formação será dividido em duas etapas, com início no mês de junho para os peritos e em agosto para os técnicos de perícia, com duração prevista de três meses.

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Fonte: Governo PR

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