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Paraná

Com avanço da pavimentação, obra da perimetral de Foz do Iguaçu alcança 24% de execução

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), registrou 24,7% de execução da Rodovia Perimetral Leste, em Foz do Iguaçu, na região Oeste, referente ao mês de julho. O investimento até o momento é de aproximadamente R$ 25,7 milhões.

O destaque ficou para a pavimentação do trecho entre a Avenida General Meira e a Avenida Mercosul (acesso para a Ponte Tancredo Neves), onde foram executadas duas camadas de pavimentação e uma camada de capa asfáltica final. Também foi finalizada a pavimentação de encaixe da Ponte da Integração com a futura Aduana Brasil Paraguai.

Ainda em julho foi pavimentada e liberada ao público uma nova via de acesso ao Marco das Três Fronteiras, uma vez que a via antiga estava no caminho dos serviços de terraplenagem da nova aduana.

No novo viaduto da BR-277, que fará a ligação da rodovia federal com a perimetral, foram concluídos os serviços na infraestrutura e mesoestrutura da obra de arte especial. As vigas, já prontas no canteiro de obras, serão lançadas após o remanejamento dos postes de rede elétrica no local.

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A execução dos serviços de drenagem avançou principalmente próximo ao novo viaduto da BR-469 (Rodovia das Cataratas), com o canal de pedra argamassada alcançando aproximadamente 74% de execução.

TREVO – O planejamento do DER/PR atualmente é finalizar a pavimentação das pistas entre a Ponte da Integração e a Avenida Mercosul em agosto, com execução da sinalização horizontal e implantação de dispositivos de segurança deste trecho em setembro. Com isso fica já garantida uma ligação entre o novo viaduto da BR-469 e a Ponte da Integração.

Os trabalhos continuarão a avançar na ligação entre o viaduto da BR-469 e o novo viaduto da BR-277, bem como nas novas aduanas, com as obras na Avenida Mercosul ficando como a última etapa.

A perimetral leste de Foz do Iguaçu é resultado de uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da SEIL, governo federal e a Itaipu Binacional, responsável pelos recursos financeiros. A administração da obra cabe ao DER/PR.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Gaeco deflagra a Operação Pavio Aceso e cumpre quatro mandados para apurar desvio de explosivos e possível abastecimento de organizações criminosas

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O Núcleo Regional de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou nesta quinta-feira, 18 de junho, a Operação Pavio Aceso. A ação busca desarticular um grupo investigado pelo desvio, armazenamento irregular e comercialização clandestina de explosivos de alta potência oriundos de uma pedreira localizada em Campo Mourão, no Centro-Oeste do estado, além de apurar possíveis crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Acesse imagens da operação

Áudio do Promotor de Justiça Marcelo Alessandro Gobbato

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Campo Mourão, Janiópolis e Cianorte, em endereços ligados aos investigados. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Campo Mourão e incluem também o afastamento dos sigilos bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas suspeitas de participação nos fatos investigados.

Investigação – As apurações tiveram início em maio de 2024, quando o Gaeco de Maringá recebeu informações sobre o possível desvio de aproximadamente 300 quilogramas de emulsão explosiva e aproximadamente 1,5 mil metros de cordéis detonantes armazenados em paióis de uma empresa que operava com Certificado de Registro (CR) junto ao Exército Brasileiro já vencido e mantinha os materiais em condições irregulares.

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Segundo as investigações, os explosivos desviados teriam como destino o mercado clandestino, com indícios de fornecimento para facções criminosas. A gravidade dos fatos é evidenciada por apreensões realizadas por forças de segurança ao longo do monitoramento do grupo e pelos elementos que apontam que parte do material ainda permanece em circulação.

O potencial destrutivo dos explosivos desviados e a possibilidade de sua utilização por organizações criminosas representam risco significativo à segurança pública, circunstância que motivou a adoção das medidas cautelares cumpridas nesta fase da investigação.

Nome da operação – A denominação “Pavio Aceso” faz referência ao perigo iminente decorrente da circulação clandestina de explosivos de uso controlado e à necessidade de interromper o fornecimento desses materiais antes que sejam empregados em ações criminosas de grande impacto.

Atendimento à imprensa – A partir das 10h30, a imprensa poderá obter mais informações sobre a operação no Núcleo Regional de Maringá do Gaeco (Avenida XV de Novembro, 455-A) e também pelo telefone: (44) 3226-6708.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

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Fonte: Ministério Público PR

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