Paraná
Piana ressalta importância da indústria no lançamento do Parque Tecnológico do setor
O governador em exercício Darci Piana participou nesta quinta-feira (20) do lançamento do Parque Tecnológico da Indústria, que deverá entrar em operação no início de 2024, no Campus da Indústria da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba. A estrutura contará com a participação do Governo do Estado, por meio da Fundação Araucária, vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Piana destacou que o novo espaço irá contribuir para atender a uma série de investimentos industriais privados anunciados nos últimos quatro anos e meio no Paraná.
“Quatro mil metros de espaço, todos destinados para a tecnologia, com gente qualificada. Isso vem ao encontro do que estamos fazendo no nosso governo. Nos primeiros quatro anos de mandato foram anunciados mais de R$ 170 bilhões de investimentos privados, e só em 2023 já foram mais de R$ 30 bilhões”, afirmou o governador em exercício.
“Isso é indústria chegando e se nós não tivéssemos essa estrutura atual e a que está sendo preparada, com mão de obra qualificada, não teríamos tudo isso”, ressaltou Piana. “Nosso dever, como governo, é fomentar a indústria com a infraestrutura necessária para dar suporte às tecnologias e avanços que estão chegando. Esse trabalho é feito em conjunto com as entidades do setor produtivo, entre elas a Fiep.”
Segundo o presidente da Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, toda a área do Campus da Indústria é voltada para o setor, e o Parque Tecnológico é mais um ativo para a indústria. “Esse é um dos melhores espaços de eventos do Brasil em termos de federações, e se somará aos diversos setores industriais presentes aqui”, disse.
A Fundação Araucária já é parceira do Sistema Fiep, com sua sede localizada no Campus da Indústria, e também em projetos como o Paraná 2040, que visa, junto com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e Observatório Sistema Fiep, a construção coletiva de rotas estratégicas regionais e a promoção de inovação, sustentabilidade, transformação digital e desenvolvimento territorial em todo o Paraná.
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MOBILIDADE – Com foco em mobilidade inteligente e sustentável, o Parque Tecnológico da Indústria buscará soluções para o transporte público, micromobilidade (bicicletas, patinetes e motos elétricas) e veículos leves. Mesmo com a sua localização em Curitiba, ele será a porta de entrada de todos os ativos da Fiep voltados à tecnologia e inovação no Paraná no assunto mobilidade.
Outro objetivo do novo espaço é “nacionalizar” tecnologias, ou seja, produzir no Brasil itens que hoje são importados do Exterior, o que gerará economia e desenvolvimento para a cadeia. O networking entre as empresas que estarão no parque, facilitando o contato entre elas e com instituições de governo, também contribuirá para melhorar a produção, visando o mercado de veículos elétricos, que está em expansão.
O Estado conta com uma das maiores infraestruturas de recarga de veículos elétricos do Brasil, com postos de recarga rápida da Copel espalhados pelas BR-277 e BR-376.
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o Paraná está entre os principais polos automotivos do Brasil, respondendo pela liderança na geração de empregos na região Sul, com mais de 63 mil postos de trabalho ocupados no setor (até agosto de 2022), e também com cerca de 7 mil empresas especializadas.
Grandes montadoras de veículos e peças estão localizadas no Estado, como Volvo, Renault, Volkswagen-Audi, DAF, New Holland, Caterpillar e Sumitomo – esta última anunciou recentemente um investimento de R$ 1 bilhão em sua planta, localizada em Fazenda Rio Grande, para ampliar a produção.
No Parque Tecnológico, serão mais de 4,5 mil metros quadrados, com laboratórios de prototipagem, planta semi-industrial para produção de módulos e packs de baterias, área reservada para empresas e startups produzirem seus produtos e soluções, estímulo à criação de soluções voltadas a mobilidade, conexão entre os sistemas de inovação, entre outros.
O investimento nesta primeira fase é de R$ 12 milhões, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência de desenvolvimento do governo federal, por meio de um edital voltado para a instalação de parques tecnológicos, além de recursos próprios do sistema Fiep.
O Campus da Indústria já conta hoje com a Aceleradora do Sistema Fiep, Faculdade das Indústrias, Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica, Instituto Senai de Tecnologia, Centro de Inovação Sesi, Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec) e a Fundação Araucária, que visa o apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico do Paraná.
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PRESENÇAS – Estiveram presentes no lançamento José Maurício Martins, representando a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; o diretor-presidente da Agência Curitiba, Dario Paixão; além de representantes do Sistema Fiep.
Fonte: Governo PR
Paraná
Copel amplia eficiência no Oeste com aporte de R$ 22 milhões em novos alimentadores
Para garantir mais eficiência no fornecimento de energia na região Oeste do Paraná, a Copel está colocando em operação, neste mês de junho, dois novos alimentadores. As novas redes fazem parte de um investimento de mais de R$ 22 milhões e vão beneficiar milhares de clientes, com energia chegando de forma mais eficiente e segura. Os alimentadores são fundamentais no sistema elétrico, pois transportam a energia desde a fonte até os consumidores finais, como residências, indústrias e comércios.
Com aproximadamente 50 quilômetros de extensão, um dos novos alimentadores vai atender comunidades rurais de Palotina, Assis Chateaubriand e Maripá. A Copel investiu mais de R$ 13,3 milhões para reforçar a eficiência do sistema elétrico nessas localidades, por meio do programa Paraná Trifásico.
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Já o segundo alimentador, em operação, interliga os municípios de Palotina e Nova Santa Rosa, com extensão de 35 quilômetros. Nessa nova rede de distribuição a Copel investiu aproximadamente R$ 8,8 milhões.
“Com esses novos alimentadores, vamos reforçar o atendimento a toda a região, com uma rede nova e mais robusta, resistente a eventos climáticos. Será uma rede livre de interferências da vegetação, que hoje é um dos principais fatores de interrupção no fornecimento de energia”, explica o gerente-executivo do Departamento de Operações de Campo Oeste da Copel, Carlos Eduardo Galina.
“Além disso, conseguiremos efetuar manobras mais rapidamente, alterando a fonte de fornecimento entre regiões em caso de desligamentos acidentais, o que aumenta a confiabilidade e a continuidade do serviço”, destaca.
Fonte: Governo PR
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