Paraná
Estado promove novo leilão com mais de 220 veículos recuperáveis
A Secretaria da Administração e da Previdência realizará um novo leilão. Serão disponibilizados 226 veículos em condições de recuperação, além de 19 lotes de sucatas de automóveis. Os interessandos já podem se cadastrar e os lances iniciam em 17 de julho. Os arrematantes serão conhecidos conforme cronograma que consta no .
Os veículos estão em pátios de Curitiba, São José dos Pinhais, Ponta Grossa e Irati, porém pessoas de todo o Brasil podem participar do processo, desde que se responsabilizem pela retirada do item em caso de arremate.
Esses veículos fazem parte da frota oficial do Governo do Paraná, mas já não são utilizados pelo Poder Público. “O leilão é uma forma de gerar receita para o Estado e evitar gastos com manutenção e espaços para guardar os veículos. Além disso, é uma oportunidade para as pessoas adquirirem um que pode ser recuperado por um preço bem abaixo da tabela de mercado”, explica o secretário da Administração, Elisandro Frigo.
Segundo ele, o Governo do Paraná tem economizado na aquisição de novos veículos para a frota oficial, adotando alternativas como a utilização do aplicativo TaxiGov para o transporte de servidores em agendas administrativas e o aluguel de veículos.
“Essas medidas têm gerado economia para o Paraná e modernizado o sistema de transporte oficial. O aluguel de veículos, por exemplo, permite manutenção preventiva 24 horas, rastreamento, frota reserva e substituição do veículo em 30 meses. O mais importante é que os recursos economizados ou arrecadados por meio dos leilões são destinados aos cofres públicos e aplicados na melhoria dos serviços prestados aos cidadãos”, detalha o secretário.
Entre os veículos recuperáveis disponíveis no leilão há um Renault Scenic 2.0, com lance inicial de R$ 1.347, e vários modelos Gol a partir de R$ 1.600. Parte da frota leiloada era utilizadas pela Polícia Militar – as plotagens foram retiradas para o certame.
Os interessados em participar do leilão podem visitar os lotes disponíveis de acordo com os dias e horários abaixo:
Curitiba – Pátio do DER: Rua José Veríssimo, nº 457, Bairro Alto. A visita será em 24/07/2023 (segunda-feira), das 0h às 12h e das 13h30 às 17h.
Curitiba – Pátio da Emater: Rua Engenheiro Gastão Chaves, nº 162, Santa Cândida. A visita será em 25/07/2023 (terça-feira), das 9h às 12h e das 13:30 às 17h.
São José dos Pinhais – Pátio do IAT: Rodovia BR-277, Km 72, em frente à APMG. A visita será em 26/07/2023 (quarta-feira), das 09h às 12h e das 13h30 às 17h.
Ponta Grossa – Pátio do DER: Av. Presidente Kennedy, nº 493 – Contorno. A visita será em 27/07/2023 (quinta-feira), das 09h às 12h e das 13h30 às 17h.
Irati – Pátio da Emater: Rodovia BR-277, Km 236, Estação de Pesquisa Floresta. A visita será em 28/07/2023 (sexta-feira), das 09h às 12h e das 13h30 às 17h.
Antes da visita é possível conferir fotos e lotes disponíveis em cada pátio no site do leiloeiro oficial.
Serviço:
Leilão de Veículos e Sucatas
Data para cadastro no site do leiloeiro até 28/07
Lances a partir de 17/07 (leilão 100% online)
Confira o
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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