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Paraná integra operação do Exército nas fronteiras com países vizinhos

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Agentes das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar do Paraná vão atuar de forma integrada na Operação Ágata Conjunta Sul – Fronteira Segura para Todos. A ação iniciou no sábado (01) para combater crimes transfronteiriços, como o tráfico de drogas e de armas, descaminho de produtos, e crimes ambientais.

A Operação foi desencadeada na região Sul, alcançando os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e realiza ações preventivas e repressivas nas fronteiras terrestre e marítima. O objetivo das forças de segurança e das Forças Armadas é barrar a ocorrência de crimes que têm graves reflexos tanto na própria região de fronteira quanto nos outros municípios do Estado.

“Nós aceitamos o convite do Exército Brasileiro em prestar apoio com nossas forças estaduais nesta operação. Vamos colaborar mobilizando nosso efetivo, intensificando a presença do Estado junto às faixas de fronteira, reforçando a sensação de segurança. Essa união entre as forças é essencial para a sociedade, trazendo excelentes resultados no combate ao crime organizado”, destacou o secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

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As polícias Civil e Militar do Paraná vão prestar todo o apoio durante a Operação Ágata Conjunta Sul, além de reforçar o policiamento ostensivo preventivo, com as forças integradas.

INTEGRAÇÃO – Integram a Operação Ágata a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Receita Federal, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Ibama, a Anvisa, o ICMBio, a Anatel, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná e Secretarias da Agricultura dos Estados da região Sul, além de outros órgãos de fiscalização federais, estaduais e municipais.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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