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Paraná

Importância do Censo 2022 e parceria com o Ipardes são foco de palestras do IBGE

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O Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social) deu sequência às comemorações pelos seus 50 anos na manhã desta sexta-feira (23), com palestras do presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Cimar Pereira, e da coordenadora de Contas Nacionais do instituto, Rebeca Palis. Para uma plateia atenta na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Pereira focou sua apresentação no Censo 2022, que deve ter seus primeiros dados consolidados divulgados a partir do próximo dia 28, com previsão de novas publicações quinzenais a partir desta data.

“Os dados iniciais do Censo vão mostrar quantos somos e onde vivemos, os dados demográficos, aos quais se seguirão as informações sobre como vivemos”, disse Azeredo, assinalando que esta atualização servirá como base para melhorias e adaptações de indicadores usados por governos. 

“A quantidade de dados novos que será trazida vai exigir do Ipardes, secretaria estadual de Planejamento e universidades que haja preparo para trabalhar essas informações para que as políticas públicas sejam feitas com informações baseadas em evidências”, diz o presidente.

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Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do instituto, falou sobre a importância da longa parceria entre o IBGE e os órgãos estaduais de estatísticas para elaboração dos sistema de contas regionais, o que se reflete em dados que guiam as políticas públicas. “É um prazer o IBGE estar aqui no seminário de comemoração dos 50 anos do Ipardes, visto que temos uma longa parceria com todos os institutos estaduais de estatística, elaborando parte das contas regionais e do PIB dos estados e municípios desde que esse indicador foi criado, em 1996”, diz Rebeca.

TRABALHO CONJUNTO – Para o presidente do Ipardes, Jorge Callado, o evento acadêmico, com caráter técnico e científico e foco no desenvolvimento econômico, social e ambiental do Paraná e do país, coroou a parceria entre os institutos, que trabalham de forma intrínseca há tempos.

“Comemorar neste momento de pré-anúncio do novo Censo é importante porque esses números vão impactar o Estado e, consequentemente, os cálculos e os índices elaborados pelo Ipardes, como na questão do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com dados sobre taxa de natalidade, o que vai causar reflexos tanto na Política Estadual de Saúde, quanto da Educação, por exemplo, além de retratar a questão das mulheres, e assim por diante”, disse ele.

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“Esse momento importante de aproximação faz com que os institutos saiam mais fortalecidos em prol do Paraná, com a certeza de que teremos bons indicadores econômicos no Estado, o que só reforça o trabalho de toda a sociedade paranaense, juntamente com seu governo”, finaliza.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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