Paraná
Equipe de colégio da rede estadual estará em competição internacional de robótica
A equipe de robótica do Colégio Estadual Padre Cláudio Morelli, em Curitiba, foi classificada para participar do Festival Internacional Sesi de Robótica, que acontecerá de 2 a 5 de agosto no Rio de Janeiro, reunindo equipes brasileiras e do exterior. Intitulada “Roosters”, a equipe conquistou a classificação graças ao bom desempenho em outro torneio, o Festival Sesi de Robótica 2023, que aconteceu em Brasília, de 15 a 18 de março.
A equipe paranaense competiu na modalidade First Robotics Competition (FRC), que consiste na construção e programação de robôs para que executem tarefas. Considerados gigantes, eles podem chegar a 1,5 metro e 55 kg. Durante a competição, os robôs são levados a uma arena, onde precisam recolher objetos como cones, cubos ou bolas e depositá-los em locais indicados. Eles são autônomos nos primeiros segundos e depois passam a ser controlados por um membro da equipe.
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No torneio de Brasília, a equipe Roosters ficou em 11º lugar entre os 42 times competidores, formados por alunos de escolas públicas e privadas de todo o país. Os integrantes comemoram a classificação, que os posiciona entre as 20 melhores equipes de robótica na modalidade FRC no Brasil. “No Paraná, temos apenas três equipes da modalidade FRC, sendo que a nossa é a única de escola pública”, conta o professor Thadeu Miqueletto, que coordena a equipe Roosters. “Ficamos contentes com o resultado. A perspectiva agora é que a gente consiga uma boa colocação na competição no Rio de Janeiro”, diz.
“A Roosters obteve um ótimo desempenho. Mesmo com um robô mais simples, feito majoritariamente de alumínio, MDF e ferro, conseguimos um bom resultado logo na primeira partida”, comenta o aluno Lucas Rodrigues Lourenço dos Santos (17), membro da equipe. “Fomos reconhecidos e parabenizados por muitos juízes da competição.”
PROGRAMAÇÃO À GESTÃO – O First Robotics Competition é um programa de robótica internacional, promovido pela organização americana First e voltado a estudantes do ensino médio. Os alunos participantes desenvolvem habilidades em áreas como mecânica, programação, elétrica e eletrônica. As equipes funcionam como empresas: há pessoas que se dedicam à montagem dos robôs, outras são responsáveis pela programação e há também os responsáveis pela gestão financeira e pelo marketing. Assim, os estudantes também aprendem sobre gestão, liderança e comunicação.
ROBÓTICA NA REDE ESTADUAL – A robótica, atualmente, é um conteúdo cursado por quase 100 mil estudantes da rede estadual do Paraná. Ela está presente no currículo da 2ª série do ensino médio para os alunos que escolheram o itinerário formativo de Matemática e Ciências da Natureza; do 6º ao 9º ano do ensino fundamental em escolas de tempo integral, além de estar disponível no programa Robótica Paraná, ofertado no contraturno.
Para subsidiar o ensino da robótica e também o uso das plataformas educacionais da Secretaria da Educação, o Governo do Estado entregou às escolas, neste ano, 77 mil equipamentos de informática, incluindo computadores, notebooks e kits de robótica.
Os estudantes mostram que o investimento tem dado resultado. Na primeira Prova Paraná de 2023 (avaliação diagnóstica trimestral aplicada a todos os alunos da rede estadual), os alunos da Robótica Paraná se destacaram: no ensino médio, eles tiveram 68,4% de acertos, enquanto no ensino fundamental II, foram 60,7%.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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