Paraná
Judiciário condena a 26 anos e 6 meses de prisão um homem denunciado pelo MPPR em Castro por estupro de vulnerável contra enteada e mais duas vítimas
Um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná, por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Castro, nos Campos Gerais, foi condenado a 26 anos, 6 meses e 21 dias de prisão em regime inicial fechado por estupro de vulnerável cometido contra três vítimas.
Conforme a denúncia, o homem, desde 2017, quando sua enteada tinha oito anos, praticou atos libidinosos com ela repetidamente. Em 2019, ele também teria, em ocasiões diferentes, feito o mesmo com outras duas vítimas ligadas à família da esposa, com 11 e 12 anos na época.
O réu havia sido preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde pretendia embarcar para fora do país, mesmo ciente de que havia sido decretada sua prisão preventiva após a apresentação da denúncia, em 2020 – o que indica possível intenção de fuga. Sua prisão foi mantida. Cabe recurso da decisão.
Processo número: 0003424-36.2020.8.16.0064
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Fonte: Ministério Público PR
Paraná
A partir de denúncia do MPPR, homem que agrediu recepcionista de hotel em Curitiba será julgado pelo Tribunal do Júri por tentativa de feminicídio
A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná, a 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri de Curitiba decidiu que o homem que agrediu uma recepcionista de um hotel na capital no dia 7 de março último será julgado pelo Tribunal do Júri. A sentença de pronúncia (autorização dada pelo juiz para que o acusado de um crime intencional contra a vida seja julgado pelo Tribunal do Júri) acolhe os pedidos feitos na denúncia pela 6ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida – o acusado será julgado pelos crimes de feminicídio tentado, estupro tentado que resultou em lesão grave e fraude processual.
De acordo com o apurado, o denunciado passou a agredir a mulher com socos, chutes e golpes com objetos cortantes após ela se recusar a acompanhá-lo até o seu quarto. Enquanto tentava tirar a vida da vítima, o autor também teria tentado estuprá-la. Os crimes só não foram consumados porque a vítima começou a gritar pedindo por socorro, conseguiu fugir do local e recebeu pronto atendimento médico.
Na ação penal, a Promotoria de Justiça aponta como qualificadoras o uso de meio cruel e de recurso que dificultou a defesa da vítima. A fraude processual caracterizou-se pelo fato de o denunciado haver retirado da tomada o computador que registrava as imagens das câmeras que filmam a área da recepção do hotel.
O denunciado foi preso em flagrante no dia do crime e teve a prisão convertida em preventiva a pedido do MPPR, permanecendo detido desde então. Cabe recurso da decisão de pronúncia.
Processo 002870-83.2026.8.16.0196 (sob sigilo)
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Fonte: Ministério Público PR
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