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CBF comemora 109 anos de história

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Entidade máxima do futebol brasileiro, a CBF celebra nesta quinta-feira (8) 109 anos de fundação. Sua história centenária é moldada por grandes títulos conquistados pelas seleções que a representam e também pelo crescimento e organização do futebol nacional.

Confederação Brasileira de Futebol foi fundada em 8 de junho de 1914 e fora inicialmente chamada de Federação Brasileira de Sports (FBS). A entidade passou a adotar as configurações atuais a partir de 24 de setembro de 1979, quando houve a separação da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), então responsável pelos esportes praticados no Brasil.

Fachada da CBF - homenagem ao PeléEntidade máxima do futebol brasileiro comemora 109 anos de fundação

A CBF tem como seu propósito fomentar a prática do futebol no Brasil para homens e mulheres, meninos e meninas, sem distinção de idade, cor, sexo, orientação sexual e origem. A CBF acredita que o esporte pertence e sempre pertencerá a todos.

Sob a gestão de Ednaldo Rodrigues, o primeiro presidente negro e nordestino da história da entidade, a CBF adotou o discurso anti-discriminatório como um pilar de suas decisões e se tornou a primeira confederação a colocar em seu regulamento a pena esportiva para casos de racismo no futebol brasileiro.

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Além disso, a entidade vem aumentando os investimentos no futebol feminino e fomentando a prática do esporte para as mulheres, a fim de compensar a injustiça história cometida contra elas, proibidas de jogar futebol por 38 anos durante o Século XX. No dia Internacional da Mulher, em 8 de março, Ednaldo Rodrigues assinou a regulamentação do futebol misto para promover igualdade de oportunidades no futebol.

Com o apoio do Governo Federal, o Brasil se candidatou a vaga de país-sede da Copa do Mundo FIFA Feminina de 2017 e nutre esperanças de um grande desempenho na Copa do Mundo Feminina FIFA Austrália Nova Zelândia 2023.

O Brasil é reconhecido como um celeiro de talentos, que ajudaram a formar a imagem do país pelo mundo. Foi com os pés desses atletas que o país se tornou o único pentacampeão mundial e popularizou a Amarelinha ao redor do planeta, a partir da criatividade de nosso futebol e da alegria dos jogadores.

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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