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Polícia Militar promove Seminário de Prevenção e Combate ao Assédio Moral e Sexual

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A Controladoria-Geral (COGER) da Polícia Militar do Paraná realizou, nesta terça-feira (30), o 1º Seminário de Prevenção e Combate ao Assédio Moral e Sexual com o objetivo de demonstrar as ações realizadas na corporação e que possibilitam melhor atual dos militares estaduais em eventuais denúncias. O encontro foi realizado no auditório do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), em Curitiba.

A secretária da Mulher e Igualdade Racial do Paraná, Leandre Dal Ponte, participou do ato de abertura do encontro e ressaltou que a iniciativa da Polícia Militar do Paraná vai ao encontro das políticas adotadas pelo Governo do Paraná em prol da prevenção e combate aos mais diversos tipos de assédio.

“O Governo do Estado conta com o programa “Mulheres por um Paraná sem violência” que possibilita diversas ações de valorização da mulher na administração pública e a Polícia Militar dá um passo importante para a prevenção e combate desses casos tanto internamente, quanto no atendimento dessas ocorrências na sociedade paranaense”, destacou a secretária.

Leandre Dal Ponte lembrou que o Estado criou diversas ferramentas para combater o assédio sexual e moral como a Ouvidoria da Mulher Servidora, uma comissão especializada para a condução de processos e apurar as denúncias, além de uma sala de escuta especializada e promoveu a redução de prazos para o encaminhamento das denúncias.

Para o subcomandante-geral da PMPR, coronel Paulo Henrique Semmer, o seminário se torna um importante passo para a corporação no recebimento, atendimento, prevenção e combate ao assédio moral e sexual.

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“Sabemos da nossa importância em atuar para combater esse crime e, mais do que isso, em levar a prevenção para toda a corporação, possibilitando que a Corregedoria-Geral da Polícia Militar atue da melhor forma possível, cuidando das nossas militares estaduais e das mulheres do nosso estado, uma vez que esse encontro busca melhorar a atuação dos policiais militares em casos assim”, frisou o coronel Semmer.

O corregedor-geral da PMPR, coronel Valmor Anderson Pereira, afirmou que o seminário serve para a capacitação continuada dos militares estaduais.

“Quanto mais trouxermos ensinamentos que possibilitem uma atuação mais humanizada aos nossos policiais militares, maiores serão nossos resultados na prevenção e combate aos crimes contra as mulheres. A Polícia Militar é uma das mais atuantes nos Direitos Humanos e é nosso dever continuar debatendo melhorias para nossa corporação”, completou o coronel Anderson.

A 1ª vice-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), desembargadora Joeci Machado Camargo, também esteve presente e lembrou que o número de casos de assédio sexual e moral registrou um crescimento de 64% no ano passado no estado.

“Eu vejo que o assédio é um mal que devemos combater de todas as formas e é nosso dever levar esse conhecimento para todas as pessoas. O assédio não se dá somente em palavras e gestos, mas o próprio olhar já faz com que uma mulher fique constrangida e com medo. A Polícia Militar do Paraná está de parabéns em promover esse seminário e debater o assunto que, com certeza, vai possibilitar um melhor atendimento não só para as mulheres, mas também para aquelas pessoas que são vítimas de assédio moral, sexual, de gênero e racial”, finalizou a desembargadora.

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O seminário contou com a participação do Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar do Paraná, coronel Waldick Garrett, e de promotores, desembargadores e demais autoridades públicas e políticas, possibilitando maior entendimento dos militares estaduais e bombeiros militares presentes na prevenção e combate ao assédio moral e sexual.

OUVIDORIA – Os servidores da administração pública do Paraná que se sentirem vítimas devem procurar a Ouvidoria-Geral, por meio do telefone 0800-041-113. Por meio do registro da denúncia é possível corrigir a situação e, se for o caso, punir o culpado, seja com advertência ou até exoneração ou demissão.

DENÚNCIAS – A população em geral pode denunciar casos de assédio sexual ou moral de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 181 ou pelo 190 da Polícia Militar do Paraná.

Fonte: Polícia Militar PR

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PCPR cumpre buscas em operação internacional contra o abuso sexual infantojuvenil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em apoio à Polícia Federal (PF), cumpriu dois mandados de busca e apreensão durante uma operação nacional deflagrada para o combate a crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes. A ofensiva aconteceu na manhã desta terça-feira (28), em 27 estados brasileiros e em 13 países.

No Paraná, a PCPR cumpriu as ordens judiciais nos bairros Campo Comprido e Água Verde, em Curitiba. Nos endereços, os policiais apreenderam computadores e celulares que serão periciados para subsidiar a continuidade das apurações sobre os crimes de produção e armazenamento de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

Nacionalmente, a ofensiva contou também com as polícias civis do Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.

Além do Brasil, a ação está ocorrendo de forma simultânea em 12 países, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em múltiplas jurisdições. No cenário internacional, foram cumpridos 50 mandados na Argentina; sete no Panamá; cinco no Paraguai; quatro na Costa Rica; Porto Rico e Honduras, com um mandado cada; três no Peru; Uruguai e Guatemala, com cinco mandados cada; sete na República Dominicana; três na Espanha; e um na França.

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A Operação Nacional Proteção Integral IV compõe um esforço internacional coordenado, denominado Operação Internacional Aliados pela Infância VI, voltado ao enfrentamento de crimes transnacionais que violam a dignidade sexual de crianças e adolescentes. 

A ação busca integrar forças policiais nacionais e internacionais no combate a crimes de abuso sexual infantojuvenil, reforçando, no contexto do Maio Laranja, o compromisso com a prevenção e repressão dessas práticas. Em 2026, a Polícia Federal, por meio dos Grupos de Capturas, já cumpriu ao menos 450 mandados de prisão de foragidos por crimes sexuais, reforçando a atuação integrada da instituição no enfrentamento a esses delitos.

As instituições envolvidas na operação reforçam a importância da prevenção e orientam pais e responsáveis a acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.

Fonte: PJC PR

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