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Exposição do artista Jaume Plensa no MON pode ser vista até domingo

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A exposição “Invisível e Indizível”, do artista espanhol Jaume Plensa, poderá ser vista até domingo, dia 14 de maio, no espaço do Olho, no Museu Oscar Niemeyer (MON). Com curadoria de Marcello Dantas, a mostra conta com 17 obras que provocam reflexão no visitante. 

Um dos principais nomes de sua geração, Plensa é um artista reconhecido mundialmente por suas obras de grande escala e instalações no espaço público. Com uma trajetória artística de mais de 40 anos, ele utiliza materiais diversos em suas obras, do vidro ao aço e ao bronze, até elementos menos tangíveis, como água, luz e som. Essa contraposição entre a materialidade e imaterialidade é uma característica marcante de seu trabalho. 

A exposição reúne, pela primeira vez, duas obras suas de grande volumetria (mais de sete metros de altura) e construções distintas: “Silent Hortense” e “Invisible Rui Rui”. A primeira dá corpo à impossibilidade de expressar o que não há como ser dito, enquanto a segunda retira o corpo de uma expressão sublime que pede silêncio.

Essas expressões e gestos sutis representadas em suas obras provocam uma compreensão ampla sobre a consciência e existência humana. “As pequenas distorções e imperfeições presentes em suas esculturas instigam no espectador uma conexão mais intuitiva, em que as semelhanças se sobrepõem às divergências”, define o curador Marcello Dantas. 

ARTISTA E CURADOR – Jaume Plensa nasceu em 1955, em Barcelona, na Espanha, e reside e trabalha em Barcelona. Com uma trajetória artística de mais de 40 anos, sua prática é marcada por obras de grande escala em espaços públicos e por esculturas e instalações que exploram diferentes materiais, como resina, poliéster, aço, ferro, água, vidro e náilon. Seus trabalhos já foram expostos na Espanha, França, Japão, Inglaterra, Coreia, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Brasil.

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A busca pela sutileza da forma o destaca entre os grandes escultores do nosso tempo, que abordam a dimensão humana e sua relação com o meio ambiente. Plensa incorpora imagens silenciosas de rostos, mãos e palavras disseminadas na memória. Sua vasta produção é resultado da equação escultura-contexto, de forma a gerar um impacto reflexivo no público.

O artista recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais: Medaille des Chevaliers des Arts et Lettres, Ministério da Cultura da França, em Paris (1993); prêmio da Fundação Atelier Calder, Saché, na França (1996); prêmio Nacional de Belas Artes do Governo da Catalunha (1997); Doutor Honoris Causa pelo Art Institute of Chicago, EUA (2005). Na Espanha foi agraciado com o Prêmio Nacional de Belas Artes (2012), o prestigioso Prêmio Velázquez de Artes (2013) e o Doutorado Honorário da Universitat Autònoma de Barcelona (2018). 

Marcello Dantas é um premiado curador interdisciplinar com ampla atividade no Brasil e no Exterior. Trabalha na fronteira entre a arte e a tecnologia, produzindo exposições, museus e múltiplos projetos que buscam proporcionar experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção.

Nos últimos anos esteve por trás da concepção de diversos museus, como o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo; Museu da Natureza, na Serra da Capivara, Piauí; Museu da Cidade de Manaus; Museu da Gente Sergipana, em Aracaju; Museu do Caribe e Museu do Carnaval, em Barranquilla, na Colômbia.

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Realizou exposições individuais de alguns dos mais importantes e influentes nomes da arte contemporânea como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Bill Viola, Christian Boltanski, Jenny Holzer, Laurie Anderson, Michelangelo Pistoletto, Rebecca Horn e Tunga. Foi também diretor artístico do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010; do Pavilhão do Brasil na Rio+20; da Estação Pelé, em Berlim, na Copa do Mundo de 2006.

Atualmente, é responsável pela curadoria da Bienal do Mercosul, inaugurada em setembro, em Porto Alegre, e é curador do SFER IK Museo em Tulum, no México. Formado pela New York University, Marcello Dantas é membro do conselho de várias instituições internacionais e mentor de artes visuais do Art Institute of Chicago.

MON – O Museu Oscar Niemeyer é patrimônio estatal vinculado à Secretaria da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. 

SERVIÇO:

“Invisível e Indizível”, do artista Jaume Plensa

Até 14 de maio

Espaço expositivo do Olho

Museu Oscar Niemeyer

www.museuoscarniemeyer.org.br

Fonte: Governo PR

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Previsão é de tempo bom e ausência de chuva para a 4ª Corrida do Porto

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Apesar do sábado chuvoso em Paranaguá, não há previsão de chuva para este domingo (21), dia da 4ª Corrida do Porto. A informação consta no Sistema de Meteorologia da Portos do Paraná (Simport), que indica um cenário favorável aos corredores durante todo o período da realização da prova. A primeira largada está prevista para as 6h30, quando os termômetros deverão registrar 13°C.

Conforme os dados meteorológicos, a probabilidade de chuva está em 0% desde a noite deste sábado. As condições climáticas apontam apenas para a formação de neblina durante a madrugada e ao amanhecer de domingo. Sem ventos fortes, o sistema meteorológico indica a presença de uma brisa leve, de aproximadamente 3 nós (5,5 km/h), ao longo da prova.

O evento terá início cerca de uma hora após o começo oficial do inverno de 2026, que, segundo os meteorologistas, ocorrerá às 5h24 deste domingo.

Realizada pela Portos do Paraná, a prova reunirá mais de 4 mil participantes. Considerada a primeira corrida do mundo realizada em uma faixa portuária operacional, a Corrida do Porto conta com três percursos: 5 quilômetros (corrida e caminhada), 10 quilômetros e a inédita Meia Maratona, com 21 quilômetros.

ATLETAS RETIRAM OS ÚLTIMOS KITS – A entrega dos últimos kits para a prova segue até as 18h deste sábado. As retiradas já ocorreram em Curitiba, na quinta-feira (18), e em Paranaguá, na sexta-feira (19). Neste sábado, a distribuição acontece até as 18h no Palácio Taguaré, sede administrativa da Portos do Paraná, localizada na Avenida Ayrton Senna da Silva, nº 161.

Quem compareceu ao local nesta manhã encontrou um processo ágil, sem necessidade de enfrentar filas. Filipe Pereira Freitas, de 22 anos, participa da Corrida do Porto pela primeira vez e destacou a organização da entrega.

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“Foi só falar meu nome que já encontraram minha inscrição. Todos estão muito bem preparados, então foi tudo muito rápido. Também gostei bastante do kit. Achei a camiseta bonita e gostei da cor”, afirmou.

Estivador há um ano, Fábio Freitas participará da prova de 5 quilômetros ao lado do pai, Fabio José Freitas, de 48 anos. A Corrida do Porto era um desejo antigo do pai, que já trabalhou na área portuária e tinha curiosidade de retornar ao local onde atuou durante parte da vida.

“Será muito gratificante fazer esse percurso de forma recreativa, ainda mais ao lado do meu pai. Gosto muito de trabalhar no porto porque todos os dias aprecio essa paisagem. Vai ser muito bacana ver outras pessoas também aproveitando esse cenário”, destacou.

AJUSTES FINAIS SÃO REALIZADOS – A organização da Corrida do Porto realiza os últimos preparativos para a prova deste domingo. As estruturas instaladas em frente ao Palácio Taguaré, na Avenida Ayrton Senna da Silva, incluindo a arquibancada posicionada na área de chegada, já estão montadas. Por conta disso, a via está parcialmente interditada, com o fluxo de veículos organizado por sinalização e cones.

A arena principal, que receberá atletas e visitantes a partir das 5h30, também passa pelos ajustes finais. O espaço contará com diversos serviços de apoio, atrações para o público, espaço kids e praça de alimentação.

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LARGADA E ESTACIONAMENTO – A largada da Meia Maratona está marcada para as 6h30. Já as provas de 5 e 10 quilômetros terão início às 7h.

O pórtico de largada estará instalado na Avenida Portuária, enquanto a chegada ocorrerá na Avenida Ayrton Senna da Silva, em frente ao Palácio Taguaré.

Para oferecer maior comodidade aos participantes, três áreas estarão disponíveis para estacionamento. A primeira é o pátio em frente ao prédio histórico da Alfândega de Paranaguá, com acesso pela Avenida Governador Manoel Ribas, nº 150. A segunda será o pátio de caminhões da Cotriguaçu, com acesso pela Avenida Coronel José Lobo, nº 611. Por fim, haverá vagas limitadas no estacionamento do Palácio Taguaré, localizado na Avenida Ayrton Senna da Silva, nº 161.

Também será permitido estacionar na Avenida Coronel José Lobo. Por orientação da Superintendência Municipal de Trânsito, os veículos deverão permanecer estacionados em ângulo de 45 graus.

SEGURANÇA OPERACIONAL – Por questões de segurança, as atividades portuárias serão temporariamente interrompidas durante a passagem dos atletas pela faixa portuária. A concessionária Rumo também suspenderá a circulação de trens nos trechos que integram os percursos da prova.

VIAS TERÃO BLOQUEIOS NO DOMINGO – Algumas das principais vias da área portuária e do Centro Histórico de Paranaguá terão bloqueios totais ou parciais na manhã deste domingo (21). As intervenções ocorrerão por tempo determinado, conforme o cronograma da prova.

A lista completa dos bloqueios pode ser consultada no material de orientação disponibilizado pela organização do evento.

Fonte: Governo PR

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