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Paraná

Acidentes caem quase 30% nas rodovias estaduais durante o feriado de 1º de maio

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O Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), da Polícia Militar do Paraná (PMPR), registrou redução de 28,5% no número de acidentes nas rodovias estaduais durante os quatro dias da operação de reforço da segurança nas estradas por conta do feriado do Dia do Trabalhador. A operação foi realizada entre 28 de abril e 2 de maio e o índice refere-se à comparação com o mesmo período de 2022.

Conforme levantamento do BPRv, no ano passado foram contabilizados 70 acidentes nas rodovias estaduais do Paraná e, neste ano, 50.

O número de feridos caiu de 96, em 2022, para 43, em 2023, uma redução de 55,2%. Por outro lado, o número de óbitos nas rodovias subiu de 15 para 19, um acréscimo de 26%.

“Foram realizadas ações de fiscalização em todas as rodovias estaduais, principalmente, nas que levam ao litoral paranaense. A operação visou a prevenção dos acidentes com a utilização de radares, etilômetros, pontos-base e patrulhamento móvel, além dos cães farejadores, possibilitando a apreensão, principalmente, de drogas”, explica o tenente Sidinei Hudach, do Batalhão de Polícia Rodoviária.

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De acordo com o BPRv, foram realizados 1.085 testes do bafômetro, resultando em 23 notificações de embriaguez ao volante e duas prisões. Ao longo do feriado, os policiais rodoviários estaduais também apreenderam mais de 245 quilos de drogas.

Em relação aos veículos em excesso de velocidade nas rodovias, foram feitas 4.988 imagens de radar que constataram a infração. Houve, também, a confecção de 1.712 autos de infração por irregularidades diversas, como uso do telefone celular ao dirigir, não usar o cinto de segurança e não usar corretamente a cadeirinha para crianças.

O tenente Hudach destacou que neste mês ocorre a campanha Maio Amarelo, um movimento de conscientização para a prevenção e redução de acidentes de trânsito no Brasil e no Mundo. O objetivo principal é chamar a atenção para o alto índice de mortos e feridos em consequência de acidentes.

“Esse é um mês em que BPRv se volta para as campanhas de conscientização dos motoristas e pedestres sobre a responsabilidade e o dever de cada um no trânsito a fim de que possamos reduzir cada vez mais os índices de acidentes e preservar vidas”, finalizou.

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Fonte: Governo PR

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Pesquisador da UEPG desenvolve semente de abóbora que já nasce sem casca

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Uma pesquisa inédita no Brasil acontece dentro do Laboratório de Melhoramento Genético da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Conduzido pelo professor José Raulindo Gardingo, o trabalhou resultou em um tipo único de semente de abóbora sem casca. Os frutos, cultivados inteiramente na Fazenda Escola Capão da Onça (Fescon), em Ponta Grossa, têm sementes com potencial produtivo e comercial e estão na fase final de pesquisas, aprovação e lançamento no mercado.

A característica inédita da semente no Brasil veio por meio de uma parceria de duas décadas do professor com pesquisadores da Áustria, que já produziam um tipo de sementes sem casca desde o século passado. “Recebi algumas sementes e comecei os cruzamentos por aqui, com o objetivo de produzir um genótipo de abóbora brasileira que conseguisse produzir essa semente”, conta.

Quando uma abóbora nasce naturalmente com semente sem casca, a ciência considera como uma mutação do DNA. A partir dessa mutação, os pesquisadores iniciam os trabalhos de intercruzamento genético, para que as abóboras produzam exclusivamente as sementes com esta característica. “Depois de 20 anos, chegamos em um resultado mais satisfatório, com sementes que nascem todas sem casca, dentro de diferentes populações e tipos de abóbora”.

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Agora, a expectativa é que sejam finalizados os testes em laboratório para posterior registro no Ministério da Agricultura. “A nossa semente é inteiramente sem casca, não precisa tirar a casca, e já vem pronta para ser usada na indústria alimentícia”, descreve o professor. “E esta semente tem uma quantidade maior de uma substância chamada cucurbitacina, que funciona como vermífugo, ou seja, a população pode extrair o óleo ou consumir a semente in natura“.  

“Essa semente tem um sabor muito agradável, estamos num caminho muito positivo nesse sentido, de disponibilizar as sementes para dentro e fora do Brasil”, complementa.

Um estudo divulgado pela Embrapa em 2019 já apontava a ação vermífuga das sementes de abóbora, especialmente quando descascadas: no caso da semente da UEPG, há a facilidade por já vir sem a casca. Outra vantagem do produto – já levantada pela literatura científica – é o potencial de combate a tumores. “As sementes reduzem a ocorrência de tumores na bexiga e na próstata, então este material pode ajudar muito no que já é indicado por pesquisas na área”, adiciona o pesquisador.

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Outra característica das sementes da UEPG é que todas germinam no solo. “Essas sementes germinam, então estamos num caminho positivo para apresentar ela aos pequenos produtores e ao mercado”, aponta o professor e colega de pesquisa, Rodrigo Mattielo. “A partir dessa submissão, temos a fase da avaliação da viabilidade do produto, mas acreditamos que será aprovada, pois é algo que não existe ainda no mercado brasileiro”.

Fonte: Governo PR

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