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Paraná

Governador recebe organizadores da Marcha para Jesus 2023, que acontecerá no dia 20 de maio

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Com a expectativa de reunir milhares de fiéis, a 28ª edição da Marcha para Jesus de Curitiba acontecerá no dia 20 de maio e contará novamente com o apoio do Governo do Estado. O convite para o evento foi entregue ao governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta segunda-feira (24) pelo presidente do Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná (Comep), Antônio Cirino Ferro, em um café no Palácio Iguaçu com a participação de líderes evangélicos de diversas denominações religiosas.

O governador ressaltou o papel das igrejas evangélicas para superar os desafios da sociedade atual. “A marcha é um exercício de humildade, que une todas as congregações em torno da fé cristã. Infelizmente estamos vendo uma nova geração sem referências e a igreja cumpre uma função importante na formação de novas lideranças e influências positivas para as crianças, jovens e adolescentes”, afirmou Ratinho Junior.

“É muito bom ter a marcha para Jesus aqui em Curitiba, que é uma referência para o Brasil, expandindo as suas atrações e o número de participantes a cada edição. Não tenho dúvidas de que a Marcha Para Jesus 2023 vai ser um evento fantástico e que abençoará o nosso Estado”, acrescentou o governador.

A Marcha para Jesus já faz parte do calendário oficial de Curitiba e do Paraná, com leis estadual e municipal vigentes, e acontece sempre no terceiro sábado do mês de maio, atraindo milhares de moradores e turistas. A saída acontecerá a partir das 9h, na Praça Santos Andrade, com chegada na Praça Nossa Senhora de Salete, em frente ao Palácio Iguaçu, local onde acontecerão apresentações com músicas gospel, orações e projetos sociais.

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Neste ano, o tema será “Ele amou o mundo de tal maneira”. A expectativa dos organizadores é reunir um público ainda maior do que em 2022, quando a marcha foi retomada em seu formato tradicional após a pandemia. A exemplo da última edição, as igrejas evangélicas que participam da organização farão a arrecadação de kits de higiene e outros donativos, que serão distribuídos a pessoas em condição de vulnerabilidade social do Paraná.

Segundo o presidente da Comep, o evento serve para promover uma integração maior entre as diversas denominações evangélicas, espalhar a fé cristã e fornecer amparo social aos mais necessitados. “É muito mais do que uma caminhada. Vamos às ruas de Curitiba para levar o amor de Deus às pessoas carentes e mostrar à nossa cidade e ao Brasil que, apesar das nossas diferenças doutrinárias, somos um só povo e temos um só espírito que nos une”, disse Ferro.

SEMANA CULTURAL – Paralelamente à programação principal, cerca de 380 artistas vinculados às igrejas evangélicas do Paraná promoverão, entre os dias 15 e 20 de maio, uma série de espetáculos nos teatros da Capital. A previsão é de que ocorram 56 espetáculos de teatro, dança, cinema, fotografia, além de workshops e palestras, que também serão levados pela Comep à cerca de 150 escolas da rede estadual de ensino.

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PRESENÇAS – Participaram do encontro o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega; os secretários de Estado das Cidades, Eduardo Pimentel, e do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge; o deputado federal Aroldo Martins; os deputados estaduais Alexandre Amaro, Mara Lima, Gilson de Souza e Fábio Oliveira; o coordenador de Assuntos Políticas da Casa Civil, Fabiano Lazarino; o secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Péricles de Matos; os vereadores de Curitiba Tania Guerreiro e Ezequias Barros; pastores de Curitiba, Região Metropolitana, Litoral e Interior do Estado.

Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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