Paraná
Polícia Militar vai reforçar as ações em todo o Estado durante a Operação Páscoa
A Polícia Militar do Paraná inicia nesta quinta-feira (6) a Operação Páscoa, com o objetivo de garantir a ordem pública durante o feriado prolongado em todo o Estado. As ações contarão com reforço de equipes de todas as unidades, inclusive das especializadas como Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) e Batalhão de Polícia Ambiental-Força Verde (BPAmb-FV). As ações seguem até as 10h de segunda-feira (10).
As equipes farão policiamento ostensivo geral e de trânsito nas áreas e locais de concentração popular, vias, ruas, logradouros e espaços abertos, visando proporcionar a segurança e tranquilidade à população.
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Também serão intensificadas as ações de patrulhamento ostensivo e preventivo, propiciando uma maior sensação de segurança à comunidade, fortalecendo a ação de presença real da Polícia Militar como forma de desestimular e prevenir ações criminosas e delitos nas regiões abrangidas.
A operação será especialmente nas localidades em que houver atividades de festividade religiosa de Páscoa, pontos de concentrações de turismo e lazer, em especial na região litorânea e prainhas de água doce no Interior do Estado, além de outras áreas de interesse operacional que possibilitem ações lógicas e de presença real da corporação.
A Polícia Militar também reforçará a atuação em praças, parques, terminais de ônibus rodoviários e locais de visitação turística, dentre outras áreas de interesse operacional com objetivo de prevenção e repressão imediata a crimes.
Nas estradas estaduais, será intensificado o policiamento de trânsito urbano e rodoviário, nos deslocamentos de turistas e da população local para a prevenção de acidentes e a coibição e repressão às infrações de trânsito.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR denuncia quatro pessoas investigadas pela morte de um homem que caiu do 14º andar de um apartamento em Londrina quando tentava fugir de agressões
O Ministério Público do Paraná, por meio da 16ª Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do estado, denunciou criminalmente quatro pessoas investigadas pela morte de um homem de 27 anos no dia 14 de agosto último. A vítima morreu ao cair do 14º andar de um edifício quando tentava fugir do local após sofrer agressões físicas e psicológicas. A partir do recebimento da ação penal, os acusados responderão pelos crimes de tortura qualificada pelo resultado morte, majorada pelo sequestro (cárcere privado), e fraude processual.
De acordo com as apurações, os quatro denunciados (homens com idades entre 22 e 24 anos na época dos fatos) residiam juntos no apartamento em que os crimes ocorreram, sendo o local frequentemente visitado pela vítima devido ao relacionamento afetivo que mantinha com uma das moradoras.
Violência – As investigações apontam que a vítima foi mantida pelos acusados em cárcere privado, desde o dia 13 de agosto, em um dos dormitórios do apartamento, sendo submetida a diversos tipos de ameaças e violência física e psicológica. O objetivo dos autores seria fazer com que ele informasse sobre uma câmera fotográfica supostamente furtada por ele, avaliada em R$ 12 mil e que estaria sendo vendida pela internet, e devolvesse valores referentes a uma dívida de R$ 800 que ele havia adquirido com um dos agressores.
Para conter a vítima durante a madrugada, os agressores forçaram-no a ingerir comprimidos de um sedativo. Após ser submetido por mais de quatro horas às agressões, a vítima conseguiu se desvencilhar de amarras que o mantinham preso e, na tentativa de fugir do local, cortou a tela de proteção da janela e buscou acessar a estrutura externa do prédio. Em decorrência do abalo psicológico extremo e dos efeitos da medicação, ele perdeu o equilíbrio e sofreu uma queda fatal do 14º andar.
Fraude – A denúncia sustenta ainda que, após a queda, os quatro homens alteraram a cena do crime na tentativa de simular um suicídio e ocultar as agressões. Eles esconderam objetos utilizados nas sessões de tortura, apagaram fotos em seus celulares que mostravam cenas das violências cometidas e descartaram documentos pessoais da vítima em uma lixeira pública. Além disso, fecharam a janela e posicionaram um colchão na porta de entrada do apartamento na tentativa de dificultar o ingresso das forças de segurança no local.
Com o oferecimento da denúncia, o Ministério Público requer a condenação dos acusados às penas previstas em lei e a fixação de valor mínimo de R$ 40 mil (R$ 10 mil para cada denunciado) a título de reparação por danos morais a ser paga aos familiares e herdeiros da vítima.
Processo 0053030-76.2026.8.16.0014
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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