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Paraná

Contra a dengue, Estado libera R$ 9 milhões e contrata 50 leitos exclusivos para Foz do Iguaçu

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A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta terça-feira (28) a contratação de 50 leitos clínicos no Hospital Cataratas de Foz do Iguaçu para pacientes com dengue. A medida decorre do aumento de casos confirmados na região. Os leitos estarão disponíveis, a princípio, pelos próximos três meses.

Além disso, foi formalizada a antecipação do pagamento do Programa Estadual de Fortalecimento da Vigilância de Saúde (Provigia) aos municípios da Regional de Foz do Iguaçu, num valor de R$ 9 milhões. Os recursos poderão ser utilizados para ações de combate ao mosquito, como compra de medicamentos e insumos.

“A Secretaria de Saúde monitora constantemente o quadro epidemiológico no Estado e o que observamos é uma condição mais crítica nesta região, sobretudo quando consideramos os casos no Paraguai, país vizinho e que hoje conta com mais de 40 mil casos de chikungunya, transmitida pelo mesmo mosquito”, destacou o secretário César Neves. “Reforçamos a estrutura hospitalar e o Provigia garante novos recursos para ações de prevenção, proteção e promoção da saúde, com foco nas arbovirores”.

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Na última semana, a Saúde já havia sinalizado apoio à região durante uma visita do prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, a Curitiba. Para o prefeito, a medida representa um apoio valioso para a atual situação no município. “Esta ação em conjunto irá permitir não somente melhores condições de atendimento, mas também um processo humanizado e especializado, o que garante que nenhum paciente fique desassistido”, avaliou.

O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Raimundo Schunig, destacou o apoio da pasta para a região. “A Defesa Civil está organizando um processo de apoio para a remoção de criadouros de mosquitos na região. A dengue possui uma característica muito específica, que pede unidade da população no cuidado e na conscientização para que seja possível impedir a reprodução do mosquito. A participação de todos é fundamental para vencer esta luta”, pontuou.

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta semana, a 9ª Regional de Saúde de Foz do Iguaçu confirmou neste período sazonal, iniciado em 1º de agosto, 1.725 casos de dengue na região. O Paraná contabiliza 11.102 casos da doença.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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