Paraná
Ministério Público do Paraná oferece denúncia criminal contra mulher que matou um homem carbonizado ao atear fogo em residência de Moreira Sales em agosto
O Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Goioerê, no Centro Ocidental do estado, ofereceu denúncia criminal contra uma mulher de 42 anos responsável por provocar um incêndio em uma residência no município de Moreira Sales, que integra a comarca. O crime ocorreu na madrugada de 28 de agosto último no distrito de São Luiz e resultou na morte por carbonização de um homem que se hospedava de forma temporária no imóvel.
Áudio do Promotor de Justiça André Ruiz Prates
De acordo com a ação penal, a denunciada agiu motivada por ciúmes, logo após travar uma discussão em via pública com o morador da residência, seu namorado, a quem teria ameaçado momentos antes. Com a intenção de matá-lo, ela ateou fogo à casa, no entanto, a vítima fatal foi um amigo do morador que dormia no local durante o ataque.
Homicídio qualificado – A mulher foi denunciada por homicídio com as qualificadoras de motivo fútil, uso de meio cruel e que resultou em perigo comum (por expor a vizinhança a riscos) e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida pelas chamas enquanto repousava no período noturno.
A Promotoria de Justiça requer que a ré seja julgada pelo Tribunal do Júri e pede a manutenção da prisão preventiva da denunciada, atualmente recolhida na Cadeia Pública de Goioerê, além da fixação de um valor indenizatório mínimo de R$ 50 mil por danos morais, a ser destinado aos familiares da vítima.
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Em Curitiba, Ministério Público do Paraná denuncia por feminicídio, estupro e ocultação de cadáver homem que matou mulher e lançou o corpo em uma vala
O Ministério Público do Paraná denunciou pelos crimes de feminicídio, estupro e ocultação de cadáver um homem de 26 anos que matou uma mulher de 43 anos no dia 13 de setembro último no bairro Pinheirinho, em Curitiba. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 29 de setembro, pela 6ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida da capital.
Áudio do Promotor de Justiça André Tiago Pasternak Glitz
Na data dos crimes, ele saiu de um bar acompanhado da vítima, levou-a para uma área de mata isolada nas imediações, estuprou-a, matou-a por asfixia e lançou em uma vala o corpo, que só foi encontrado dois dias depois. Foi apontada como causa de aumento da pena pelo crime de feminicídio o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.
O autor, que estava foragido desde junho pela prática de outros crimes no contexto de violência doméstica e familiar, foi preso no estado de São Paulo no dia 18 de setembro.
Processo 0001973-43.2026.8.16.0006
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Fonte: Ministério Público PR
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