Economia
Corrente do comércio brasileiro chega a US$ 62,8 bi no mês de junho
No ano, as exportações totalizam US$ 184,8 bilhões e as importações, US$ 142,4 bilhões, com saldo positivo de US$ 42,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 327,2 bilhões. Esses, e outros dados, foram apresentados nesta sexta-feira (3/7), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Industria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).
Nas exportações, comparados o mês de junho / 2026 (US$ 36,28 bilhões) com junho / 2025 (US$ 29,04 bilhões), houve crescimento de 24,9%. Em relação às importações houve crescimento de 14,4% na comparação entre o mês de junho / 2026 (US$ 26,52 bilhões) com o mês de junho / 2025 (US$ 23,18 bilhões).
Assim, no mês de junho/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 62,8 bilhões e o saldo foi de US$ 9,76 bilhões. Comparando-se este período com o de junho/2025, houve crescimento de 20,3% na corrente de comércio.
Nas exportações, comparado o valor de janeiro/junho – 2026 (US$ 184,77 bilhões) com o de janeiro/junho – 2025 (US$ 165,72 bilhões) houve crescimento de 11,5%. Em relação às importações, houve crescimento de 5,1% entre o valor do período de janeiro/junho – 2026 (US$ 142,42 bilhões) com janeiro/junho – 2025 (US$ 135,53 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 327,19 bilhões e apresentou crescimento de 8,6% na comparação entre estes períodos.
Exportações e Importações por Setor
No mês de junho/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,24 bilhão (18,0%) em Agropecuária; crescimento de US$ 3,66 bilhões (58,4%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 2,31 bilhões (14,7%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 3,59 bilhões (9,2%) em Agropecuária; de US$ 9,06 bilhões (24,2%) em Indústria Extrativa e de US$ 6,29 bilhões (7,1%) em produtos da Indústria de Transformação.
No mês de junho/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,7 milhão (0,4%) em Agropecuária; de US$ 0,23 bilhões (25,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 3,09 bilhões (14,3%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 7,41 bilhões (5,9%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 0,53 bilhão (16,3%) em Agropecuária; e de US$ 0,08 bilhão (1,3%) em Indústria Extrativa.
Assista aqui a íntegra da Balança Comercial:
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Economia
Brasil Mais Simples reúne medidas para reduzir burocracia e aumentar a competitividade do país
O Governo do Brasil lançou, nesta quinta-feira (3), o Brasil Mais Simples, iniciativa que reúne um conjunto de medidas voltadas à redução da burocracia, à simplificação regulatória e à modernização dos serviços públicos. O anúncio foi feito pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Rodrigo Zerbone, e pelo secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo.
Entre os anúncios está o lançamento do Portal Único de Infraestrutura da Qualidade, coordenado pelo MDIC, novo ambiente digital que concentra informações e serviços sobre infraestrutura da qualidade, ao deixar mais simples o acesso às exigências regulatórias com a redução de custos para empresas e ampliando a transparência aos cidadãos.
Na área de comércio exterior, o Portal Único de Comércio Exterior, coordenado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) em parceria com a Receita Federal, segue avançando na simplificação dos processos. Com a iniciativa, o tempo médio para exportação caiu de 13 para 4,5 dias, enquanto o prazo para importação foi reduzido de 17 para 6,8 dias.
Outro destaque é o Destrava Brasil, coordenado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), que promove a modernização de órgãos reguladores por meio da revisão de processos, aperfeiçoamento normativo, fortalecimento da governança e uso de inteligência artificial para apoiar análises técnicas. Desenvolvido em parceria com instituições como Anvisa, Ibama, INPI e ANM, o programa busca reduzir gargalos regulatórios, acelerar decisões e ampliar a eficiência administrativa.
No âmbito da infraestrutura da qualidade, o Inmetro anunciou a redução de 15% nas taxas de acreditação cobradas de laboratórios e organismos de certificação e inspeção, diminuindo custos para o setor produtivo. O instituto também ampliará o programa Inmetro na Palma da Mão, em parceria com os Correios. A iniciativa utiliza selos digitais com QR Code e tecnologia antifalsificação para permitir que consumidores verifiquem a autenticidade de produtos regulamentados. A expectativa é emitir cerca de 1,2 bilhão de selos digitais.
Também foi lançado o Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Marcas de Medicamentos, desenvolvido pelo INPI. A plataforma reúne informações estratégicas sobre mais de 2.700 marcas de medicamentos, fortalecendo a cooperação entre empresas e órgãos de fiscalização no combate à falsificação.
Na área do trabalho, o Programa Mais Simples Trabalhador reúne quatro iniciativas para facilitar o acesso dos cidadãos aos serviços públicos. O Crédito do Trabalhador já beneficiou cerca de 10 milhões de pessoas, com carteira superior a R$ 138 bilhões. A assistente virtual CeLesTe ultrapassou 500 mil acessos desde sua implantação. Já a plataforma Facilita Brasil concentra, em um único ambiente digital, serviços destinados a trabalhadores, empregadores e sindicatos, enquanto o Qualifica PRO reúne mais de 29 mil oportunidades de qualificação profissional, somando cerca de 750 mil vagas presenciais e 10 milhões de vagas em cursos a distância.
Para o secretário-executivo do MDIC, Rodrigo Zerbone, a iniciativa consolida uma política permanente de simplificação voltada ao fortalecimento da competitividade nacional.
“Com o Brasil Mais Simples, avançamos na construção de um Estado mais eficiente, integrado e orientado para resultados. Reduzir burocracias, simplificar processos e facilitar a vida de cidadãos e empresas é uma agenda permanente do Governo Federal e um instrumento essencial para ampliar a competitividade da economia brasileira”, afirmou.
O secretário de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Pedro Ivo, destacou que a simplificação regulatória é uma das principais alavancas para impulsionar o desenvolvimento econômico.
“A simplificação reduz custos, aumenta a produtividade e melhora o ambiente de negócios. Estamos integrando sistemas, modernizando processos e colocando o cidadão e as empresas no centro da atuação do Estado. Esse é um compromisso permanente com a competitividade, a inovação e a qualidade dos serviços públicos”, ressaltou.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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