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Estado investe na modernização do Hospital Universitário do Oeste e amplia assistência à saúde

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O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) em Cascavel é atualmente o maior complexo de saúde da região, garantindo atendimento de qualidade e  regionalizado, de média e alta complexidade  para 25 municípios da área de atuação da 10ª Regional de Saúde de Cascavel, bem como para moradores de outros 69 municípios integrantes da macrorregião Oeste de Saúde. Com investimentos do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), o hospital praticamente dobrou sua capacidade de atendimentos nos últimos anos, aliando modernização tecnológica, ampliação de leitos e uma otimização de atendimentos voltados à redução das filas de cirurgias eletivas.

“O Hospital tem fundamental relevância nos atendimentos da saúde pública na região Oeste, é uma referência consolidada nos atendimentos cardiológicos, urgência e emergência, trauma, além da saúde materno-infantil, na gestação de alto risco”, disse o secretário de Estado da Saúde, César Neves. 

Em 2019, contava com 230 leitos, sendo 14 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) geral adulto e cinco  pediátricos. Atualmente, o complexo saltou para 404 leitos operacionais, abrigando 60 leitos de UTI adulto, 10 de UTI pediátrica e 20 leitos de UTI e Unidade de Cuidados Intermediários UCI) neonatal.

Em novos equipamentos, foram quase R$ 100 milhões (R$ 98.938.612,24) que deram oportunidade de compra de tomógrafos de última geração, microscópios cirúrgicos e angiógrafos modernos para a execução de procedimentos complexos de hemodinâmica, incluindo a criação do Laboratório de Biologia Molecular, uma expansão do setor de análises clínicas que trouxe alta tecnologia e precisão diagnóstica para exames de suporte médico.

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Os números comprovam que o investimento efetuado para ampliação de leitos e crescimento estrutural, que também foi acompanhado por uma revolução tecnológica, foi fundamental para ampliar a oferta de assistência humanizada, cuidado resolutivo e atenção integral para a população.

Tudo isso reflete diretamente nos atendimentos. Em 2025, o ambulatório realizou 65.170 atendimentos. Já em 2026, apenas no primeiro trimestre, foram registrados 15.301 atendimentos.

Em 2025 foram 20.554 atendimentos no HUOP via Pronto-Socorro. Em 2026, de janeiro a maio, foram 9.080. 

NASCIMENTOS – Outro destaque é a Maternidade, que passou por uma grande ampliação, sendo estruturada em um espaço de 5 mil metros quadrados. O investimento foi de R$ 20 milhões e o equipamento inaugurado em 2024 é berço para o nascimento de, em média, 350 a 400 bebês por mês..

Para muitas famílias, a estrutura vai além do parto, representa segurança. É o caso da família da Hermine Bardotte, de 39 anos, moradora do Bairro Morumbi, em Cascavel. As gêmeas Vitória Maria e Vitória Isabel, nasceram no dia 18 de março de 2026, de 28 semanas, e precisaram da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. “Minhas bebês estão se recuperando, e vão ficar bem”, disse. “Somos muito bem atendidas na maternidade, as meninas ainda estão recebendo o tratamento, uma delas saiu da UTI e está na UCI. Espero em breve poder levá-las para casa, mas enquanto estão no hospital sei que estão recebendo tudo que precisam”.

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A expectativa de Hermine agora é de que as meninas se fortaleçam e possam ir para casa.

“Não vejo a hora de nossa família estar reunida em casa, sou casada e tenho outros três filhos. Queremos todos juntos, brincando”.

ELETIVAS – Ao sair do período crítico da pandemia em 2024, a região Oeste contava com um represamento histórico de mais de 3,2 mil pacientes aguardando por cirurgias eletivas. Como resposta, além do programa estadual Opera Paraná, a Sesa aportou R$ 32 milhões especificamente no HUOP para mais de 5 mil procedimentos em um ano.

A ação não foi apenas temporária. Para consolidar o ritmo de atendimento ao término do contrato, o hospital ampliou suas salas cirúrgicas de seis para 11, destinando quatro delas exclusivamente para a ortopedia, a maior demanda local. E o  reflexo na ponta foi imediato, uma vez que em 2019 a média mensal era de 400 procedimentos, e, atualmente a média/mês é de 1 mil cirurgias.

Fonte: Governo PR

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Hemepar consolida rede de excelência e bate recordes de doações no Paraná

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O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, é a engrenagem que mantém o coração da rede hospitalar paranaense batendo. Para garantir que essa estrutura vital opere de forma ininterrupta, o Governo do Estado fez investimentos contínuos que consolidaram uma rede de excelência e impulsionaram recordes históricos de solidariedade. Desde 2019 até junho de 2026, os aportes na modernização e no custeio do chamado Ciclo do Sangue atingiram R$ 278,9 milhões, sendo R$ 45,6 milhões já executados apenas no primeiro semestre deste ano.

Hoje, a Hemorrede atende 384 hospitais e dá suporte a 96,6% dos leitos do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. Para manter essa estrutura funcionando, são enviados diariamente cerca de 700 hemocomponentes para as unidades parceiras, garantindo cirurgias eletivas, atendimentos de urgência, emergências e tratamentos crônicos.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, afirma que o volume contínuo de aportes reflete a prioridade da gestão em garantir a retaguarda de todos os hospitais paranaenses.

“O Hemepar é a espinha dorsal da nossa alta complexidade. Quando investimos no Ciclo do Sangue, não estamos apenas comprando equipamentos de ponta ou modernizando a infraestrutura, mas garantindo que nenhuma cirurgia seja cancelada por falta de bolsas de sangue. É o Governo do Estado fazendo a sua parte estrutural para honrar e dar total segurança à solidariedade do povo paranaense”, disse.

A grande força desse sistema está na sua integração estadual. O engajamento dos voluntários beneficia diretamente todas as regiões, pois o sangue coletado não fica restrito à cidade de origem, sendo distribuído estrategicamente conforme a necessidade assistencial. Na prática, uma doação feita em Curitiba, ou em qualquer outra unidade do Estado, pode salvar a vida de um paciente internado a centenas de quilômetros de distância, assegurando que ninguém fique desassistido.

SEGURANÇA E INOVAÇÃO – Uma análise detalhada da execução orçamentária revela que os investimentos da Secretaria da Saúde cobrem o processo de ponta a ponta: do atendimento ao voluntário até a conservação minuciosa do sangue.

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A integridade das bolsas depende da estabilidade térmica. Por isso, o Estado tem empenhado recursos na aquisição de freezeres científicos de baixíssima temperatura (-80°C e -30°C) e refrigeradores de alta performance. Para garantir que não haja falhas, o armazenamento conta com sistemas automatizados de telemetria (como o Sensorweb), que fazem o monitoramento remoto 24 horas por dia de todas as câmaras frias e unidades condensadoras.

No parque tecnológico laboratorial, o modelo de gestão aposta na inovação contínua. Para evitar os custos com a obsolescência de máquinas, o Hemepar mantém contratos de locação automatizada, garantindo equipamentos multiparamétricos de alta performance para testes de sorologia (quimioluminescência), coagulação e hemostasia. Além disso, a manutenção preventiva, corretiva e a calibração periódica dos sistemas asseguram que nenhum equipamento sofra desvios.

CUIDADOS COM O DOADOR – Se a tecnologia de ponta garante a segurança transfusional, o início de todo o processo depende do bem-estar dos voluntários. Para oferecer mais conforto a quem salva vidas, os recursos também são aplicados na modernização contínua do mobiliário clínico, incluindo a renovação e manutenção de cadeiras de coleta automatizadas e ergonômicas.

A recuperação pós-doação também recebe atenção permanente. O Hemepar mantém um fluxo ininterrupto de aquisição e distribuição de kits nutricionais compostos por lanches, sucos e leite integral, assegurando o cuidado completo com o doador em todas as unidades da rede espalhadas pelo Paraná.

A diretora do Hemepar, Vivian Raksa, diz que os recordes recentes de coleta são a resposta direta à união entre humanização no atendimento e tecnologia laboratorial. Segundo ela, o objetivo sempre foi oferecer a melhor experiência possível para quem dedica seu tempo a salvar vidas. Quando o doador encontra uma estrutura acolhedora e moderna, ele se sente seguro para retornar.

“Nós aliamos esse cuidado humano a um parque tecnológico de excelência, o que garante que o sangue doado chegue com qualidade impecável aos hospitais. Ver as doações crescendo ano após ano é a maior prova de que a população confia no nosso trabalho”, afirmou.

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E é justamente essa junção de cuidado estrutural e solidariedade que tem impulsionado um crescimento constante e histórico nas doações, comprovando a eficiência do atendimento. Como reflexo direto desse engajamento, o Paraná encerrou 2025 com o melhor desempenho dos últimos três anos, contabilizando 214.377 bolsas de sangue coletadas.

O volume representa um salto de quase 15% na produtividade estadual quando se observa a linha do tempo recente: o Estado saltou de 187.128 bolsas arrecadadas em 2023 para 203.925 em 2024, até atingir o pico no ano passado. E o ritmo solidário segue em alta em 2026. Até o momento, a Hemorrede já contabilizou mais de 87 mil bolsas de sangue, um volume 3% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado, indicando que a conscientização do paranaense cresce ano após ano.

QUEM PODE DOAR – Para doar é necessário ter entre 16 e 69 anos completos, sendo que os menores de idade precisam obrigatoriamente de autorização formal e da presença do responsável legal. O voluntário também deve pesar no mínimo 50 quilos, estar bem descansado, alimentado e devidamente hidratado, lembrando de evitar qualquer tipo de alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem o procedimento.

A frequência das coletas também deve respeitar prazos de recuperação biológica, permitindo que os homens doem a cada dois meses (com um limite máximo de quatro vezes ao ano) e as mulheres a cada três meses (respeitando o teto de três doações anuais). No momento do atendimento, é obrigatório apresentar um documento oficial de identidade com foto, como carteira de identidade (RG), carteira de conselho profissional, carteira de trabalho, passaporte ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Mais informações sobre as condições de doação, locais de coleta e agendamento prévio podem ser consultadas diretamente na página do Hemepar.

Fonte: Governo PR

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