Connect with us


Paraná

Campanha da Agepar reforça conscientização sobre a obrigatoriedade da caixa-d’água

Publicado em

Construir ou reformar um imóvel exige um planejamento financeiro robusto. De acordo com Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná (Sinduscon-PR), o custo médio para erguer uma casa padrão de 100m² no Paraná é de R$ 370 mil. Do total, a compra e a instalação de uma caixa-d’água representam menos de 0,2%. Mais do que necessário, ter um reservatório domiciliar é obrigatório, confforem estabelecido na  Resolução nº 3/2020 da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar).

Para engajar a população paranaense, a Agepar promove a campanha “Tenha caixa d’água em seu imóvel!”. “A iniciativa reforça a importância da conscientização dos paranaenses quanto à obrigatoriedade de todos os imóveis no Paraná terem o reservatório. Essa é uma atitude que garante o abastecimento dos imóveis e evita transtornos aos usuários”, diz a especialista em regulação da Agepar, Juliana Leithold.

SEGURANÇA HÍDRICA – José Maria de Lara, de 50 anos, mora com a esposa e dois filhos no bairro Cajuru, em Curitiba. Quando se mudou para o imóvel, não havia caixa-d’água, o que impactava a rotina em casos de interrupção no abastecimento. “Era muito difícil. Você chegava do serviço e não podia tomar banho, não tinha uma higiene básica. Não era recorrente, mas quando faltava, a gente sentia muito”, conta.

O morador fez reformas em sua casa e aproveitou para instalar um reservatório domiciliar para garantir o bem-estar da família. “Qualquer coisa que você vai fazer, usa água. Com a caixa-d´água mudou bastante, melhorou muito a qualidade de vida. Agora, a gente só sente falta de água quando vai usar a lavanderia, que a água vem direto da rua. Ter água tratada em casa é importante”.

Leia mais:  Paraná renova recorde e tempo médio de abertura de empresas cai para menos de 10 horas

ORIENTAÇÕES – De acordo com a gestora de Educação Ambiental da Sanepar, Crislaine Mendes, a Companhia garante a qualidade da água até o hidrômetro. A partir do momento em que a água entra no imóvel, a responsabilidade é do cliente. “É preciso manter a água segura e com qualidade para fazer os usos para higiene, limpeza, preparo de alimentos. A caixa-d’água é o dispositivo que vai ajudar a manter essas atividades. Ela garante água na torneira por um período de 24 horas em qualquer tipo de parada de abastecimento”, afirma.

Segundo a norma da Agepar, a caixa-d’água deve ter capacidade mínima de 500 litros, volume suficiente para atender uma família de até três pessoas por 24 horas. O tamanho varia conforme o tipo do imóvel. Crislaine explica que o cálculo médio para a capacidade ideal do reservatório é de 150 litros por morador, volume consumido em um dia.

Basta multiplicar o número de residentes por 150 para saber o tamanho certo. Em edificações com mais de dois pavimentos, a recomendação é ter uma cisterna no piso inferior. “Em caso de dúvidas, o cliente pode entrar em contato com a Sanepar por meio de seus canais oficiais para verificar a necessidade de acordo com o seu imóvel”.

ECONOMIA – Crislaine afirma que uma das principais dúvidas sobre o tema é se o reservatório domiciliar aumenta o valor da conta. A resposta é não. “Na verdade, ter uma estrutura como essa funcionando corretamente vai até promover economia, porque as torneiras vão ficar com a pressão adequada, evitando desperdícios. A caixa-d’água não aumenta o consumo, é o contrário”, explica.

Leia mais:  Estado destina R$ 28,6 milhões para projetos voltados ao desenvolvimento regional

LIMPEZA – Para manter a qualidade da água armazenada, a Sanepar orienta que seja feita a limpeza da caixa-d’água, no mínimo, a cada seis meses. Também é fundamental manter o reservatório bem tampado e vedado. No tubo extravasor, popularmente conhecido como “ladrão” — que indica se a boia tem algum problema —, a recomendação é colocar uma tela para evitar a entrada de insetos. Confira as orientações da Sanepar para manutenção e limpeza da caixa-d’água AQUI.

SISTEMA COMPLEXO – A Sanepar administra em todo o Paraná uma complexa estrutura, com cerca de 110 mil km de tubulações de água e de esgoto, o equivalente a quase três voltas completas ao redor da Terra. São mais de 3,5 milhões de ligações de água e 2,6 milhões de ligações de esgoto. A Companhia opera 168 estações de tratamento de água (ETAs), 1.219 poços, 269 estações de tratamento de esgoto (ETEs), além de uma robusta infraestrutura de bombeamento.

Neste cenário, ocorrem interrupções no abastecimento para ajustes operacionais em equipamentos e manutenção de infraestrutura. O sistema também pode ser impactado com imprevistos, como rompimentos ou quedas de energia elétrica. Por isso, a Companhia reforça a necessidade de ter um reservatório domiciliar para garantir a segurança hídrica do imóvel.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Biblioteca Pública do Paraná recebe lançamento de livro sobre arte rupestre em Tibagi

Published

on

A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) recebe nesta sexta-feira (03) o lançamento do livro “Entre Rochas e Memória: Paisagem e Arte Rupestre de Tibagi”. O evento conta com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), por meio da Coordenação de Patrimônio Cultural (CPC), e acontecerá às 14h, no Hall Térreo da BPP, em Curitiba. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

A publicação consolida os resultados do projeto de pesquisa “Tibagi Rupestre: patrimônio arqueológico da APA da Escarpa Devoniana em Tibagi (PR)”, desenvolvido ao longo de dois anos pelo Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE). O estudo consistiu no mapeamento, documentação e análise de sítios arqueológicos com pinturas rupestres na região do Cânion do Guartelá.

Para Henrique Simão Pontes, coordenador da Pesquisa e um dos autores da obra, o livro é um convite para conhecer a história e a região: “Muito além de um registro geográfico, esta obra busca revelar as marcas deixadas por povos ancestrais e eternizadas nas paredes de arenito”, explica. “Pretendemos despertar a percepção de que a paisagem da Escarpa Devoniana não é apenas um cenário estático, mas um santuário vivo, onde memórias humanas se entrelaçam à natureza, e que a proteção efetiva desse patrimônio é, hoje, tanto urgente quanto necessária”, acrescenta. 

Leia mais:  Polícia Científica identifica suspeito de homicídio pela pegada com sangue no chão

Além de consolidar a pesquisa científica, a obra atua como uma relevante ferramenta de educação patrimonial, aproximando a sociedade civil da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana e alinhando-se diretamente às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no âmbito cultural e socioambiental.

A obra é de autoria dos pesquisadores Laís Luana Massuqueto, Henrique Simão Pontes, Alessandro Giulliano Chagas Silva e Angelo Eduardo Rocha. Viabilizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice), da Secretaria de Estado da Cultura, o projeto conta com o apoio institucional da CPC, além das empresas Continental e Copel, em parceria com a ABC Projetos Culturais e o Projeto Arqueotrekking.

Serviço:

Lançamento do livro “Entre Rochas e Memória – Paisagem e Arte Rupestre de Tibagi”

Data: 3 de julho de 2026 (sexta-feira)

Horário: 14h

Local: Hall Térreo da Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba

Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262