Brasil
Rota entre Congonhas e Salgado Filho (RS) assume vice-liderança entre as mais movimentadas do país
O trajeto entre o Aeroporto de Congonhas e o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), registrou crescimento de 10% e assumiu a vice-liderança entre os trechos mais movimentados do país, entre janeiro e maio deste ano. No período, foram transportados 864.993 passageiros, ante os 782.842 nos cinco primeiros meses de 2025, quando o itinerário ocupava a terceira posição no ranking entre os aeroportos mais movimentados.
Já a rota entre Congonhas e o Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek caiu uma posição. De janeiro a maio de 2025, a rota ocupava o 2° lugar entre os mais movimentados e, neste ano, caiu para a 3ª posição: passando de 934.583 passageiros nos cinco primeiros meses do ano passado para 814.908 em 2026 (queda de 12%).
A ponte aérea Congonhas–Santos Dumont seguiu na liderança, mantendo a movimentação de 1,59 milhão de passageiros nos cinco primeiros meses de 2025 e no mesmo período de 2026.
O itinerário Aeroporto Internacional de Guarulhos e Aeroporto Internacional do Recife-Guararapes – Gilberto Freyre assumiu o 4° lugar em 2026 (no ano passado figurava na 5ª posição). O aumento no período foi de 7%, passando de 750.779 passageiros, de janeiro a maio de 2025, para 805.303 no mesmo intervalo de 2026.
O trajeto Congonhas e Aeroporto Internacional de Belo Horizonte-Confins – Tancredo Neves caiu uma posição: era o 4° mais movimentado de janeiro a maio de 2025 e passou para 5° em 2026, apesar do leve aumento na movimentação (781.050 passageiros nos cinco primeiros meses de 2025 para 785.604 no mesmo período deste ano).
Trechos entre aeroportos mais movimentados em 2026, de janeiro a maio:
- Congonhas (SP) e Santos Dumont (Rio de Janeiro): 1° em 2025
- Congonhas e Salgado Filho (Porto Alegre/RS): 3° em 2025
- Congonhas e Aeroporto de Brasília: 2° em 2025
- Aeroporto Internacional de Guarulhos e Aeroporto Internacional do Recife-Guararapes: 5° em 2025
- Congonhas e Confins (Belo Horizonte): 4° em 2025
Geral
O Brasil registrou, no mês passado, mais um recorde na movimentação de passageiros domésticos. As estatísticas foram divulgadas pelo Ministério do Turismo, com base nos dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
De janeiro a maio, 42 milhões de pessoas voaram pelo país. O número é 6% maior que os 39,8 milhões de passageiros registrados no mesmo período do ano passado. É a primeira vez na história que o Brasil ultrapassa a marca de 42 milhões de passageiros no período.
O resultado de maio também foi positivo e recorde. No mês, 8,31 milhões de passageiros voaram pelo Brasil, número 2% maior que os 8,16 milhões contabilizados em maio de 2025. A movimentação de maio de 2026 é a maior desde o início da série histórica, em 2000.
Por João Alberto Pedrini
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
MMA e prefeitos debatem adaptação climática e fortalecem cooperação federativa para enfrentar eventos extremos
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) recebeu, na quinta-feira (18/6), representantes da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) e gestores municipais para discutir o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios na implementação de ações de adaptação e resiliência climática.
A agenda reuniu o deputado federal Leonardo Prates, presidente da Comissão Especial de Prevenção e Auxílio a Desastres e Calamidades Naturais da Câmara dos Deputados, além de prefeitas e prefeitos de municípios como Juiz de Fora (MG), Angra dos Reis (RJ), Betim (MG), Montes Claros (MG), Maringá (PR), São José dos Pinhais (PR) e Santa Bárbara do Tugúrio (MG).
O encontro ocorreu em um contexto de preparação diante das previsões de formação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026, cujos impactos podem agravar a ocorrência de eventos climáticos extremos, como enchentes, deslizamentos, secas e incêndios florestais em diferentes regiões do país.
Na ocasião, o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, destacou as medidas adotadas pelo Governo do Brasil para enfrentar os impactos previstos e reforçou a importância da cooperação entre União, estados e municípios para reduzir riscos e fortalecer a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos.
“Estamos trabalhando de forma integrada e antecipada para enfrentar os desafios que se apresentam. A participação dos municípios é fundamental para que possamos avançar em ações de prevenção, adaptação e resposta aos eventos extremos”, afirmou.
Ao apresentar o conjunto de ações em andamento, Capobianco informou que o Governo do Brasil mantém salas de situação coordenadas pela Casa Civil para monitorar riscos relacionados a incêndios florestais, estiagens, isolamento de comunidades e eventos decorrentes do excesso de chuvas, permitindo respostas mais rápidas e articuladas diante de cenários de emergência.
Durante o encontro, prefeitas e prefeitos apresentaram desafios enfrentados pelos municípios diante do aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos, além de propostas para ampliar a cooperação federativa, fortalecer mecanismos de financiamento e simplificar o acesso a recursos destinados à prevenção e adaptação.
O presidente da FNP e prefeito de Porto Alegre (RS), Sebastião Melo, ressaltou a importância da integração entre os diferentes níveis de governo. “Se nós, os entes federados, estados, União e municípios, ficarmos juntos sobre esse tema, já é difícil. Se estivermos separados, será pior. A cooperação precisa ser intensa”, afirmou.
Federalismo climático e cidades resilientes
Entre os destaques da reunião esteve a apresentação do programa AdaptaCidades, iniciativa do MMA que apoia os municípios na elaboração de estratégias de adaptação climática, planejamento territorial e gestão de riscos. O programa oferece capacitação técnica e ferramentas para que as cidades possam identificar vulnerabilidades, estruturar projetos de prevenção de desastres e fortalecer a resiliência urbana diante dos impactos das mudanças do clima.
Capobianco destacou que os municípios desempenham papel central na implementação das políticas climáticas e que o ministério pretende ampliar o diálogo com os gestores locais.
Também foi apresentada a Câmara de Articulação Interfederativa (CAI), instância consultiva vinculada ao Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM). A iniciativa tem como objetivo ampliar a participação de estados, Distrito Federal e municípios na formulação, implementação e avaliação das políticas públicas de mitigação e adaptação às mudanças do clima, fortalecendo o diálogo federativo e incorporando as realidades locais ao processo decisório.
A reunião também foi marcada pela apresentação do programa Cidades Verdes Resilientes. Coordenado pelo MMA, a iniciativa reúne ações voltadas à arborização urbana, soluções baseadas na natureza, gestão de resíduos, economia circular e construção sustentável, apoiando os municípios na redução de vulnerabilidades climáticas e na melhoria da qualidade de vida da população.
O secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, apresentou iniciativas em andamento para ampliar a adaptação das cidades brasileiras aos efeitos da mudança do clima, incluindo o Plano Nacional de Arborização Urbana, o Plano Nacional de Resfriamento das Cidades e mecanismos de apoio à elaboração de projetos aptos a acessar linhas de financiamento.
Financiamento e apoio aos municípios
Durante o encontro, também foram apresentados instrumentos financeiros disponíveis para estados e municípios, incluindo recursos do Fundo Clima e do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), além de medidas recentemente adotadas para simplificar o repasse de recursos destinados à prevenção e ao combate aos incêndios florestais.
Uma das iniciativas estabelece regras para transferências mais ágeis de recursos do FNMA a estados e municípios, dispensando a celebração de convênios. A medida, instituída pelo Decreto n° 13.013/2026, busca conferir maior celeridade e efetividade à descentralização dos recursos, fortalecendo a capacidade local de resposta aos incêndios florestais e às demandas relacionadas à proteção animal. Como contrapartida, os entes federativos deverão elaborar seus planos de combate a incêndios no prazo de até 18 meses.
Ao final da reunião, representantes do MMA e da FNP concordaram em fortalecer o diálogo institucional e estabelecer uma agenda permanente de cooperação voltada à implementação de ações de adaptação climática, prevenção de desastres e promoção do desenvolvimento urbano resiliente.
“O federalismo climático e a integração federativa são fundamentais. Precisamos fortalecer essa parceria para capacitar os municípios, melhorar o planejamento e preparar as cidades para enfrentar os desafios da emergência climática”, concluiu Capobianco.
Também participaram da agenda a secretária-executiva do MMA, Anna Flávia Franco; o secretário-executivo adjunto da pasta, Guilherme Checco; o secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial, André Lima; e a secretária substituta de Mudança do Clima, Lidiane Melo.
Pela FNP, participaram Sebastião Melo, prefeito de Porto Alegre (RS) e presidente da entidade; Nina Singer, prefeita de São José dos Pinhais (PR); Donatinho, prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio (MG); Guilherme Guimarães, prefeito de Montes Claros (MG); Cláudio Ferretti, prefeito de Angra dos Reis (RJ); e Silvio Barros, prefeito de Maringá (PR).
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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